quinta-feira, 13 de abril de 2017

20 refugiados serão professores de inglês, espanhol, árabe e francês no Rio.

No Rio de Janeiro, vinte refugiados começarão a dar aulas de espanhol, inglês, francês e árabe no curso “Abraço Cultural”, com o apoio de organizações como Caritas RJ e Atados. Esse projeto terá cerca de 30 voluntários envolvidos e, além do curso de idiomas, eles trocarão experiências sobre suas culturas, incluindo a música, a culinária, a dança e a literatura, por exemplo. Esse projeto também existe em São Paulo, desde 2015. Entre os refugiados estão professores da República democrática do Congo, da Venezuela e da Síria. Segundo dados das organizações, os congoleses darão aulas de francês e os sírios de inglês. O curso de árabe será oferecido por outro sírio, fluente em português. Nossos vizinhos venezuelanos ensinarão a língua espanhola. Os professores passaram por um período de preparação fazendo cursos de capacitação com pedagogos. O projeto ainda visa abrir mais 80 vagas que serão divididas em diversas turmas. O projeto Abraço Cultural, muito mais do que uma nova língua, visa conectar as culturas e enriquecer os dois lados através da inclusão social e da permuta de experiências e de pensamentos.

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Refugiados no Brasil

O Brasil, atualmente, tem cerca de 8.500 refugiados, segundo dados do Comitê Nacional para Refugiados (Conare) e do Ministério da justiça. Desses 8.500, a maior parte deles vem da Síria. Em menores números, estão registrados refugiados da Colômbia, Angola e República Democrática do Congo. O Rio de Janeiro é a sexta cidade brasileira com mais refugiados no país. São Paulo é a primeira cidade que mais recebe refugiados, à frente  do Rio Grande do Sul, segundo dados divulgados em agosto de 2015 pelo Conare. O curso será realizado na Casa de Cultura Habonim Dror, um centro judaico que educa jovens através da educação não-formal e que está localizado em Botafogo, na Zona Sul.

Até o momento, estima-se que mais de 250 pessoas já tenham demonstrado interesse e as línguas mais procuradas seriam árabe e francês. Nos cursos, os alunos não só vão aprender a gramática da língua, mas também seu contexto cultural, incluindo a política e a história que os refugiados passaram até chegar ao Brasil. Os professores terão uma remuneração de R$ 1 mil ao longo dos quatro meses de curso. O curso já pode contar com a presença de advogados, historiadores, engenheiros e outros profissionais que estão com boa vontade de abraçar essa oportunidade. Para os interessados que ainda não se informaram sobre o curso, as organizações estarão abertas para tirar dúvidas.

A mensalidade será de R$ 200 mensais, com aulas todas as semanais, de até 1h30, além de uma aula sobre a introdução dos estrangeiros, onde os alunos também aprenderão a dança, a música, a gastronomia, a política, os interesses e as maravilhas da cultura de cada um deles. Em São Paulo, o projeto deu mais do que certo. O curso iniciou em julho de 2015 e já teve inscrição de mais de 120 alunos, principalmente no curso de férias.

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terça-feira, 27 de dezembro de 2016



Em pouco tempo a mídia se transformou e se reinventou como não poderíamos imaginar há algumas décadas. Com isso, as famílias ainda não tiveram tempo de estudar, analisar e compreender exatamente como trabalhar mídia e educação em seu lar. Mitos, verdades e informações controversas deixam o assunto ainda mais confuso. Com este texto, queremos que o leitor analise um pouco o poder que a mídia exerce em sua família para conseguir traçar estratégias para otimizar seu uso e também para diminuir seus efeitos negativos. Televisão, rádio, internet, celular e novas formas de informar se tornam parte de nossa vida quando menos esperamos e precisamos orientar e capacitar nossos filhos a lidarem com essa realidade, pois quando chegarem à fase adulta, independente das novidades tecnológicas, eles saberão fazer bom usos destes acessórios da vida moderna. Embora este texto seja mais voltado para os pais, famílias, acreditamos que os educadores também podem aproveitar as opiniões e informações deste texto.
Assim como toda novidade, muita barreira foi, e ainda é, criada a cada nova tecnologia que surge para as mídias. Quando relacionamos mídia e educação de seu filho, precisamos ser mais criterioso e não cair no erro de apenas repassar informações que, na verdade, não passam de opiniões isoladas. Basta lembrarmos que quando a internet surgiu, muitos cristãos “demonizaram” esta nova ferramenta de comunicação. Para muitos, a sigla WWW era uma alusão ao código da besta 666. Logo se viu que essa ferramenta poderia trazer muito mais benefícios do que malefícios ao cristão, desde que usada corretamente. Por isso, dizer apenas que este desenho ou aquele programa infantil vai “abrir brecha para o diabo” não tem sentido. Precisamos analisar o assunto com cautela, sob a Palavra sim, mas sob falsas “profetadas” não.

Para iniciar, efetivamente, o assunto mídia e educação, vamos definir o que sãos as mídias. Resumidamente, toda ferramenta que nos informa é um tipo de mídia. Jornal, tv, rádio, revista e celular são as mais comuns hoje em dia. Tecnicamente, as mídias se diferem em três categorias, eletrônicas, digitais e impressas. As impressas, obviamente, são as que passam pelo processo de impressão, como jornais e revistas. As eletrônicas são as mídias que nos comunicam de forma unidirecional, ou seja, não há interação com o receptor. É o caso do rádio, tv e cinema. Também podemos incluir dvd’s, por exemplo. Já as mídias digitais são aquelas que oferecem algum grau de interatividade, ainda que pequeno como compartilhar ou comentar. Basicamente, a internet é o principal item desta categoria. Os vídeo games, por exemplo, também estão incluídos nesta categoria. Celulares, tablete, computador e o que mais inventarem nesta “família” fazem parte das mídias digitais.

A mídia e o relógio
Talvez, a melhor forma de lidarmos com o assunto é analisarmos o tempo que nosso filho utiliza de mídias. É evidente que uma criança que utiliza as mídias por duas horas por dia será menos influenciada (positivamente ou negativamente) que uma criança que fica de cinco a seis horas por dia utilizando essa ferramenta. Portanto, o primeiro passo para analisarmos os reais efeitos da mídia na formação de seu filho é pensar quanto tempo ele utiliza as mídias. Se você acha que desenhos, programas, músicas e jogos podem ter influências negativas em seu filho, o primeiro passo é definir um tempo que seu filho terá acesso a estes conteúdos.
O grande problema da vida moderna é que tanto o pai como a mãe ficam muito tempo fora de casa e os filhos são incentivados a se distraírem com as mídias. O principal argumento é que “é melhor estarem em casa do que na rua”. O que não deixa de ser verdade para a maioria das famílias, mas estar em casa não pode se resumir a ver televisão, ficar na internet ou celular e jogar games. Além disso, mesmo quando estão em casa, pai e mãe preferem deixar seus filhos nas mídias eletrônicas e digitais a passar um tempo efetivo com eles, conversando, fazendo devocional, jogando um jogo de tabuleiro ou qualquer outra atividade como essas. O tempo escasso para administrar o tempo com os filhos se torna ainda menos produtivo porque os pais preferem priorizar o tempo para si do que para seu filho.

Mal uso da mídia
Um grande fator que faz que muitos jovens e crianças utilizem mal as mídias é que os próprios pais não sabem bem utilizar esta ferramenta. Se os próprios pais ficam mais tempo na tv e computador do que com outras tarefas, os filhos seguirão este modelo. Se os pais falam uma coisa e praticam outra, com o tempo, a criança vai seguir este mesmo molde. Discussões por causa de qual canal assistir, de quem é a vez de ficar no computador ou uso excessivo do celular tornam o relacionamento entre família e mídias ainda mais problemático.
Basicamente, como descrito anteriormente, a pior associação que podemos fazer entre mídia e educação é não definir tempo de uso e/ou utilizar mal este tempo. Deixar as crianças e adolescentes livres para usar as mídias é um desserviço na formação desta pessoa. Os pais precisam saber tomar as rédeas destas ferramentas em seu lar. Não apenas em relação ao tempo de uso, mas também à forma de uso. Quando definimos um tempo para as mídias, automaticamente, as crianças vão aprendendo a administrar melhor seu tempo utilizando estes recursos. Quando uma pessoa sabe que vai ter uma hora para ficar na internet, ela vai saber aproveitar melhor este tempo e não vai ficar ocioso na frente do computador. Sejam adultos ou crianças, a definição de um tempo melhor nosso foco.

Bom uso da mídia
Por outro lado, os exemplos de bom uso da mídia são incontáveis e faremos um outro texto apenas sobre o bom uso da mídia. Aqui vamos apenas apontar algumas direções para que o leitor comece a utilizar bem as mídias, tanto para si como para sua família.
Ao falarmos especificamente de mídia e educação, podemos lembrar que podemos começar a ensinar nossos filhos sobre o bom uso das mídias com alguns passos simples. Em primeiro lugar, como mencionado antes, o tempo é fundamental. Orientar e disciplinar nossa família sobre quanto tempo passaremos usando o computador, a tv ou o celular já é um bom início. Outra dica essencial é evitar o uso de celular em ambientes como escola e restaurante.
Algumas ferramentas para ensinar seu filho a começar a usar as mídias digitais com responsabilidade. Dependendo da idade de seu filho, você não precisa abordar todos os assuntos, mas algumas de nossas dicas são:
  • Como usar e-mail. O que é spam, perigos de vírus etc.
  • Fornecimento de informações. Perigos de repassar dados pessoais. Perigos de preencher formulários de sites.
  • Fóruns e comentários. Como comentar com educação e respeitosamente. Quando vale a pena fazer um comentário. Evitar discussões frívolas.
  • Diferenciar opinião e informação. Ensinar o que são blogs, portais de notícias e sites privados. Ensinar seu filho a diferença de um texto de opinião de um texto de informação.
  • Sites confiáveis. Ensinar sobre sites seguros. Sites de jornalismo que prestam informações confiáveis. Saber evitar sites com notícias sensacionalistas.
  • Sites de colaboração. Mostrar que sites como Wikipédia não são totalmente confiáveis porque todos podem mudar os textos.
  • Redes sociais. Não aceitar amizades de quem não conhecemos. Fazer publicações públicas, particular ou para grupo de amigos.
  • Pesquisas na internet. Como procurar em sites confiáveis e como fazer resumo de um texto da internet (não copiar e colar).
Como podemos ver, a mídia não precisa ser demonizada se usada com sabedoria. Para realizarmos uma correta utilização de mídia e educação basta compreendermos como essa ferramenta tem grande potencial para levar nossos filhos a conhecerem informações úteis e práticas, que lhes garantirão um desenvolvimento de vida saudável e equilibrado.

Publicado e copiado de Material Gospel


quarta-feira, 14 de dezembro de 2016





terça-feira, 13 de dezembro de 2016

O aplicativo Bíblia Kids é uma das ferramentas disponibilizadas pela AMME evangelizar para que as igrejas preguem o Evangelho às novas gerações.
Uma das utilizadoras do aplicativo é a jovem Priscila Silva. Ela participou do Encontro Missionário da Língua Portuguesa, em São Paulo, e afirmou que conheceu o ministério por causa do produto.
“O interessante é que eu conheci a AMME através do aplicativo Bíblia Kids porque eu sempre quis evangelizar crianças. Eu baixei o aplicativo e achei muito legal porque é uma ferramenta prática e de fácil utilização. Além disso, é um produto atual porque estamos em uma era tecnológica”, afirmou.
O material foi desenvolvido através de uma parceria entre a OneHope e a YouVersion. A Bíblia Kids é ilustrada em flat-design, bem colorida e adequada às telinhas, oferecendo a opção de ler ou escutar histórias. As ilustrações são interativas e estimulam a criança a descobrir as áreas sensíveis para interagir.
Para baixar o aplicativo, acesse o site bible.com/pt/kids.

Publicado em AMME


segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Excelente abordagem de Liliana Ishii publicado no site da Mackenzie, sobre a Didática Cristã de Comenius. Vale a pena baixar e ler. É só CLICAR na figura abaixo:


terça-feira, 28 de junho de 2016

Neste modelo de lição para Escola Bíblica Dominical (EBD) vamos aprender sobre a história da ressurreição de Lázaro, narrado no livro de João.
O professor deve ler este acontecimento com calma e concentração, pois o texto é cheio de detalhes, que os alunos que conhecem a história podem comentar. Recomendamos que esta aula da EBD seja direciona a alunos de nove anos para cima, pois trata-se de morte, ressurreição e sentimentos que, talvez, não seja bom comentar com crianças menores. Se ainda sim, você deseja dar esta aula para os menores, apenas tome o cuidado de não se aprofundar nos sentimentos de tristeza, foque a esperança e alegria.

Texto base: João 11:1 a 46

Objetivo: As crianças devem aprender a confiar em Deus mesmo em momentos que não há solução. O tempo de Deus é perfeito.

Introdução
Você pode começar esta aula da EBD com uma dinâmica. Escreva em um papel a frase “o pior dia da minha vida foi quando…”. Faça vários papéis iguais e distribua para todas as crianças da sala. Você pode pedir para que elas escrevam o nome delas no papel, ou não, isso fica a seu critério. Depois, recolha os papéis (ou pelo menos alguns deles) e liste algumas situações na lousa. Se sua classe não tem lousa, apenas diga alto algumas das respostas.
Nem sempre as coisas saem como a gente espera, não é mesmo? Às vezes, a gente até acha que pode melhorar, mas nada de bom acontece e ficamos muito tristes. Alguém já passou por alguma situação assim?
Na história de hoje vamos ver o que aconteceu quando algumas mulheres ficaram muito tristes porque o irmão delas morreu.

História
Hoje vamos aprender sobre a história de um homem chamado Lázaro. Ele tinha duas irmãs, Marta e Maria. Certo dia, este homem estava muito doente e suas irmãs ficaram tristes. Para tentar alguma ajuda, as irmãs de Lázaro foram procurar Jesus.

Professor, se você dá aula na EBD para os juniores ou primários, você pode comentar sobre os costumes daquela época, quando os homens sustentavam a casa e quando as mulheres ficavam só passavam por dificuldades.

Ao receberem, a notícia os discípulos de Jesus também ficaram tristes, mas Jesus logo consolou aquelas pessoas explicando que aquela enfermidade de Lázaro não estava acontecendo para tristeza, mas para que todos pudessem ver o poder de Deus. Jesus ficou mais dois dias junto àquelas pessoas.
O curioso é que Jesus não saiu correndo para ajudar Lázaro. Por que será que Jesus não se apressou. Ele ainda ficou mais dois dias no local que estava antes de ir ver Lázaro. Será que ele não estava com vontade de viajar até a casa de Lázaro?
Deus é perfeito e tudo o que Ele faz é perfeito. Muitas vezes em nossas vidas ficamos desanimados e parece que nada de bom vai acontecer, mas Deus quer que possamos confiar nele e que a gente não coloque nossas emoções acima da nossa fé. O fato de ficarmos tristes não significa que Deus não gosta de nós, ou que Ele não liga pra gente. É nos momentos de tristeza que devemos ter fé em Deus, para que possamos superar as dificuldades. A bíblia nos diz que feliz é aquele que espera em Deus

(Isaías 30:18 – professor, leia o versículo em sua bíblia, se for mencioná-lo, pois colocamos apenas uma parte).

Passado os dois dias, Jesus resolveu ir visitar Lázaro. Os discípulos ficaram preocupados porque Lázaro morava em uma cidade que as pessoas não gostavam de Jesus, e achavam que ir até lá poderia ser perigoso. Jesus disse que precisava ir até lá porque Lázaro estava morto. Os discípulos, então resolveram ir junto com Jesus.

Professor, como dito antes, ao dar esta aula em sua classe da EBD, alguns detalhes como o trecho acima podem ser pulados, se suas crianças forem muito pequenas.

Eles levaram alguns dias para chegar até onde estava Lázaro, e quando chegaram lá, avisaram que Lázaro já tinha morrido há quatro dias. Vários amigos estavam consolando Maria e Marta, irmãs de Lázaro.
Ao verem que Jesus tinha chegado, Marta comentou com Jesus que acreditava que seu irmão estaria no Reino dos Céus.
Lázaro era amigo de Jesus e cria em tudo o que Jesus ensinava. Quando cremos que Jesus é realmente o filho de Deus, também temos a certeza que, ao morrermos, iremos para o Reino dos Céus, onde viveremos para sempre.

Se você dá aula na EBD para os juniores, ou pré-adolescentes, mencione João 10:17 e 18, que mostra que Jesus tem poder total sobre a vida e a morte.

Marta chamou sua irmã Maria para ver Jesus, e quando algumas pessoas viram que Jesus estava por ali, foram ouvir o que ele tinha para falar.
Ao ver que todos estavam tristes, Jesus perguntou se já tinha sepultado Lázaro. Estavam todos tão tristes que até Jesus chorou. Aquelas pessoas, levaram Jesus até o túmulo de Lázaro. Naquela época as pessoas não eram enterradas em cemitérios. Os corpos eram levados para cavernas, e depois colocavam uma pedra grande para ninguém mais entrar.
Chegando no túmulo, Jesus pediu para removerem a pedra, mas Maria avisou que Lázaro já estava morto há quatro dias, por isso, a caverna estaria fedida, era melhor não tirar a pedra; no entanto, Jesus respondeu “se você crer, você verá a glória de Deus”.
Em alguns problemas que enfrentamos devemos confiar em Deus, talvez seja a oportunidade de termos uma experiência maravilhosa que nos fará ver a glória e o poder de Deus.

Ao falar do poder de Deus, e de que devemos confiar nele, você pode mencionar os frutos do espírito em sua aula da EBD. Outro versículo interessante é Salmo 27:14.

Jesus orou em alta voz, mandando que Lázaro saísse do túmulo. Foi quando aconteceu o que ninguém esperava. Lázaro saiu do túmulo.
Algumas pessoas entenderam que Jesus fez aquilo para mostrar o poder de Deus, mas algumas pessoas acharam que era algum truque. Em seguida, saíram para falarem sobre aquilo para as pessoas que não gostavam de Jesus (lembram que nesta cidade muitas pessoas não gostavam de Jesus?).

Conclusão
Depois que Jesus ressuscitou Lázaro, mal podia andar em público naquela cidade e nas cidades vizinhas porque muitos queriam matá-lo. Jesus teve que fugir para uma região mais distante.
Depois daquele dia, alguns creram que Jesus era o filho de Deus e outros achavam que ele só fazia truques. E você o que você acha?

Oração final
Se você acredita que Jesus realmente é o filho de Deus e que tem poder para te dar a vida eterna no Reino dos Céus, ore comigo pedindo para que ele seja o salvador de sua vida (ORE).

Se você já acredita que Jesus é o filho de Deus e quer orar para que ele te ajude nos momentos de dificuldades, ore comigo (ORE).

Publicado em Material Gospel

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Para preparar uma boa aula e extrair o melhor de seus alunos, o professor da igreja infantil precisa de preparar adequadamente, com cursos, informações e treinamento. Por isso, estamos estudando um pouco sobre o comportamento infantil. Sem o devido preparo, a igreja pode estar desperdiçando uma grande oportunidade de ganhar almas e formar cristãos preparados para viver uma vida cristã plena. Infelizmente, muitas igrejas não preparam seus professores e acabam criando “classinhas” sem estímulos para as crianças, o que tornam o tempo na igreja desagradável para os pequeninos. As crianças vão crescendo com uma visão de que a igreja é chata e desestimulante. Tudo isso porque a igreja preferiu não investir em professores, não adequando seu espaço para atender o comportamento infantil em cada faixa etária.
A preparação de professores deve ser levada a séria como é feita a formação de evangelizadores, missionários ou pregadores, mas muitas vezes é considerada um apêndice da igreja, no sentido literal, o apêndice no corpo humano não serve para nada a não ser causar problemas. Infelizmente, alguns líderes de igrejas acham que o departamento infantil não serve para nada e ainda causa problemas.
Conhecer o comportamento infantil é fundamental para que o professor possa criar uma aula estimulante e proveitosa. As crianças de seis a oito anos de idade são mais perceptivas e observadoras que as mais novas, no entanto continuam ativos, o que nos leva a crer que prepara atividades de movimento pode ser melhor para aproveitarem melhor a aula. A maioria das igrejas classifica esta faixa etária como primários.

Características físicas
Assim como as crianças de quatro ou cinco anos, esta faixa etária ainda abrange crianças ativas, que gostam de atividades como correr, pular ou andar por algum tempo. No entanto, elas logo se cansam, portanto, uma dica é o professor realizar estes tipos de atividades antes de um momento que precise de silêncio ou concentração.
Como elas se cansam fisicamente, também, da mesma forma, ficam entediados com certa rapidez. Realizar atividades longas ou preparar sempre as mesmas coisas não é uma boa ideia. A ordem é não ter rotina para atividades para crianças de seis a oito anos.
Um ponto importante é que muitas deles ficam constantemente doentes. É importante o professor saber lidar com crianças gripadas, com tosse, ou alergia. A igreja precisa estar preparada para atender às necessidades médicas de uma ou outra criança nesta situação, evitando classes sem acabamento, piso de cimento ou locais sem ventilação, por exemplo.
O comportamento infantil nesta faixa etária exige professores animados e dispostos, pois lidar com crianças de seis a oito anos pode ser cansativo para algumas pessoas.

Características mentais
Como a maioria nesta idade está aprendendo a ler, a leitura oferece um mundo novo para crianças de seis a oito anos de idade. O professor do primário deve demonstrar gosto pela leitura e estimular seus alunos a lerem. Eles vão adorar.
A mente ainda é bem literal e precisam de exemplos concretos para entenderem alguma coisa. Ao dar aulas de assuntos antigos, o professor deve se preparar para perguntas. É indispensável o uso de material gráfico no primário. Mapas, cartazes, slides…
Uma oportunidade a ser explorada é que eles já aprendem novas palavras com facilidade. Diferente do pré-primário, nesta faixa etária não há tanta necessidade de repetição.

Características sociais
Talvez a classe dos primários da igreja infantil seja onde o professor possa explorar melhor a imaginação das crianças. Além disso, o conceito de turma, amigos e equipes já é compreendido por elas, o que permite atividades em grupos com resultados melhores do que na classe dos pré-primários. O comportamento infantil desta faixa etária é ideal para a formação de vínculos de amizade.
As crianças de seis a oito anos de idade gostam de crianças da mesma idade e têm facilidade em criar amizades com um amigo especial. Costuma ser nesta faixa etária que aparecem pela primeira vez o “melhor amigo”.
Nesta idade, elas já não têm medo de bichos de estimação. Um cachorro, um gato ou passarinho prendem a atenção das crianças de seis a oito anos por muito tempo e desperta muita curiosidade.
Uma boa notícia para o professor da igreja infantil que vá dar aulas no primário, é que as crianças do primário buscam aprovação do professor. Elogios e incentivos funcionam bem nesta classe.
Uma dica para o professor é realizar tarefas não competitivas. As crianças de seis a oito anos preferem se ajudar do que competir entre si, é uma característica forte de seu comportamento infantil.

Características espirituais
O conceito de certo e errado já está melhor trabalhado e o professor pode, facilmente, explicar o que é certo e o que é errado. As crianças de seis a oito anos confiam nos adultos.
Como elas gostam de atividades físicas, elas começam a demonstrar mais gosto por histórias de ação e aventura. Este estímulo condiz com o comportamento infantil delas.
Entre seis e oito anos, as crianças já entendem bem o que significa que Jesus é o salvador, filho de Deus. Alguns conceitos espirituais básicos já podem ser apresentados. Uma ótima ideia é deixa-las orar. Elas já podem muito bem orar sozinhas.
As lições podem apresentar exemplos espirituais mais sérios, mais maduros. O conceito de viver para Deus já pode ser desenvolvido nesta idade.

Dicas para o professor
O comportamento infantil das crianças de seis a oito anos de idade é bem ativo, o professor pode desenvolver atividades de movimento. Mesmo que o professor não queira que as crianças corram ou pulem, somente o fato de andarem, sair do lugar, já é proveitoso e traz uma dinâmica para a classe.
A programação deve conter atividades variadas a cada 10 ou 15 minutos. Uma história que dure mais que este tempo já vai parecer chata e as crianças vão ficar entediadas. Exemplos de outras crianças é um estímulo para que copiem. Outro exemplo que compreendem fácil é a família. Falar de pai, irmãos e mãe é uma forma de fazer com que compreendam melhor a lição.
Nesta faixa etária elas já podem começar a procurar na bíblia por versículos e livros específicos.

Publicado em Material Gospel


O professor da Escola Bíblia Dominical – EBD – deve estar preparado para lidar com crianças de todas as idades. Um erro comum nas escolas dominicais é o professor dar aula para crianças de 4 e 5 anos da mesma forma que faz para crianças de 7 e 8. Não apenas a história, mas toda a aula tem de ser preparada conforme a faixa etária das crianças. A liderança da EBD deve formar professores capazes de entender como cada criança se comporta de acordo com sua idade, isso irá proporcionar uma aula melhor e ainda vai ajudar o professor a não se frustrar, pois preparar uma aula que não seja de acordo com a idade dos alunos pode gerar uma aula desinteressante ou complexa demais.
Um professor que não sabe o tempo de concentração das crianças pode achar que ele, professor, está errado, quando na verdade é natural que as crianças da faixa etária de sua sala não se concentre mais de dez minutos, por exemplo.
É fundamental que os professores conheçam as características das crianças que está trabalhando para elaborar sua aula da EBD. Escolher os cânticos, preparar a lição, as palavras, tudo deve estar de acordo com esta faixa etária. Neste tópico, vamos apresentar as características das crianças do pré-primário, ou seja, de 4 e 5 anos de idade.

Características físicas
As crianças de 4 e 5 anos são bem ativas, gostam de atividades e até parecem que não vão parar nunca, mas na verdade, esta explosão física tende a ser por pouco tempo. Elas se cansam facilmente. Sabendo disso, o professor da igreja infantil deve estar preparado para enfrentar situações nas quais as crianças queiram falar, correr ou brincar, sem dar a menor atenção ao que está em sua volta. A boa notícia é que elas se cansam facilmente. Tendo um pouco de sabedoria e paciência, o professor pode usar isso a seu favor, dando às crianças um tempo para se cansarem.

Características mentais
As crianças de 4 e 5 anos tem uma tempo de atenção aproximado de 10 minutos, por isso, a preparação da aula da EBD deve ser segmentada. Podemos dizer que as perguntas mais frequentes das crianças de 4 e 5 anos são “como?” e “por quê?”. Praticamente tudo o que elas ouvem e veem é novidade para elas, por isso, o professor nunca deve achar que a criança já conheça alguma coisa. Ao montar a lição, o professor deve se preparar para explicar alguns detalhes, como o que é Israel, como as pessoas faziam antigamente para beber água, lavar roupa ou preparar a comida.
Nesta faixa etária, as crianças tem uma imaginação fértil e tomam quase tudo de forma literal. O professor da EBD deve tomar cuidado com algumas expressões. A memorização dos versículos deve incluir apenas versículos curtos.

Características sociais
Ao lidar com crianças de 4 e 5 anos o professor deve estar preparado para lidar com algum tipo de egoísmo, pois as crianças de 4 e 5 anos são egocêntricas. Não tão extremas como as mais novas, mas ainda apresentam alguma dificuldade em dividir. Nesta idade eles ainda estão aprendendo a dividir, compartilhar, por isso, o professor não deve se irritar quando alguma criança demonstrar mais dificuldade neste aspecto.
Além disso, eles adoram alguns jogos domésticos e brincadeiras simples, como de perguntas, carrinho e boneca.
Apesar da personalidade egoísta, as crianças de 4 e 5 anos gostam de agradar. Uma boa forma de o professor conquistar a criança é elogiá-las quando fizeram algo bom ou correto.


Características espirituais
Esta é uma ótima faixa etária para o professor da EBD ensinar sobre o Senhor, pois elas gostam de aprender e são curiosas. Como elas gostam de agradar, são mais fáceis de serem guiadas. Elas pensam em Deus de uma forma pessoal, e levam tudo para este lado, por isso, é a idade ideal para começarem a aprender a orar. Elas vão pedir sempre para Deus o que precisam e estão dispostas a agradecer, pois querem agradar ao Senhor. São facilmente ensinadas a falarem de Deus para os colegas,
Já podem compreender que errar por querer é pecado e podem ser ensinadas sobre isso.
Se você não sabe a partir de qual idade uma criança pode aceitar Jesus, é exatamente nesta faixa etária, 4 e 5 anos.

Dicas gerais
Ao responder as perguntas seja direto e curto. Evite respostas longas pois elas não vão entender, e vão facilmente perder o interesse pelo assunto.
Ao escolher os cânticos da EBD, escolha os que podem ser feitos gestos.
Você pode desenvolver trabalhos manuais.
Crie oportunidades para que eles tocam e examine as coisas. Como estão descobrindo o mundo, as crianças de 4 e 5 anos são bem curiosas. Enfatize que Deus é nosso Pai. Essa relação é mais fácil deles aprenderem.
Já é possível ensinar versículos bíblicos, mas que seja curtos e explique sempre o o significado das palavras, assim como o que o versículo ensina.
Nesta faixa etária já podem aceitar a Jesus como salvador.
Mude as atividades a cada 5 ou 10 minutos, nas aulas da EBD. Se necessário faça pausas.
Utilize material gráfico simples, visuais coloridos.
Uma ótima dica é usar jogos em grupo.
Com essas dicas simples, o professor da EBD consegue desenvolver melhor suas atividades.

Publicado em Material Gospel


terça-feira, 24 de maio de 2016

Para a maioria das igrejas evangélicas do Brasil, a classe dos Juniores reúne alunos de nove a onze anos de idade. Quando falamos sobre o desenvolvimento infantil entre nove e onze anos de idade, estamos lidando com crianças que já passaram pela idade das perguntas, pré-primário, e da ação, primário, e estão na chamada idade da energia. Os professores que lidam com os juniores devem estar preparados para lidarem com crianças que já podem desafiar o professor com perguntas mais elaboradas e exigem um pouco mais de profundidade no aprendizado, principalmente, quando falamos de crianças que já estão na igreja há anos e conhecem as históricas bíblicas de uma forma mais geral. Não adianta contar histórias superficialmente ou elaborar um plano de ação sem tanto esforço. Por outro lado, agora elas já conseguem se concentrar por mais de 15 minutos e as atividades podem demorar um pouco mais.
Vale ressaltar que toda igreja infantil deve ter apoio de seus líderes, pastores, para que exista material didático suficiente e espaço adequado de acordo com cada idade. Se, por um lado, a preparação do professor é fundamental para que as aulas sejam proveitosas, por outro lado, as igrejas devem fornecer o amparo necessário para que os professores consigam otimizar seu tempo em sala de aula.

Características físicas
Ao falarmos dos primários, crianças de seis a oito anos, vimos que eles gostam de atividades mais vigorosas, porém se cansam rapidamente; agora, ao falarmos do desenvolvimento infantil dos juniores, estamos lidando com uma faixa etária que exige constantes mudanças, novidades. De uma forma geral, são crianças mais saudáveis, permitindo que o professor realize atividades variadas, como correr, pular, sem ter que ficar se preocupando tanto com cada indivíduo, como tem que ser no pré-primário e primário. Também é interessante realizar atividades ao ar livre.
Elas gostam de passatempo e atividades fora de rotina, em locais diferentes. Se interessam por aventuras e já começam a ser independentes.
O professor deve compreender que nesta idade as crianças ainda são desordeiros, por isso, é preciso paciência. Esta característica faz parte do desenvolvimento infantil desta faixa etária.

Características mentais
Nesta idade, as crianças estão prontas para receber novos conhecimentos. O desenvolvimento infantil de 9 a 11 anos é favorável à memorização. Ao trabalhar na igreja infantil, com a classe dos juniores, o professor deve explorar ao máximo esta capacidade de memorização para ensinar assuntos novos e introduzir um conhecimento bíblico mais aprofundado.
Com a concentração mais apurada, crianças de nove a onze anos tendem a ser mais interessadas aos problemas da rotina. Gostam de piadas e truques, além de serem muito criativos.
Estas crianças também gostam de colecionar coisas. É um bom motivo para o professor se empenhar em criar lembranças e brindes.

Características sociais
Estão na melhor idade para participarem de competições, pois tendem a ser leais e justos nas brincadeiras. Além disso, já começam a ter uma percepção social mais parecida com a dos adolescentes, por isso, gostam de ser reconhecidos pelos amigos e de participar de atividades com a turma. Eles já estão desenvolvendo o conceito de imparcialidade, por isso, os jogos podem ser muito bem explorados nesta faixa etária, evidenciando o papel do árbitro, para que aprendam a tomar decisões imparciais.
Outro fator importante do desenvolvimento infantil que o professor da igreja infantil precisa saber, é que eles gostam de heróis nesta idade.

Características espirituais
Os conceitos básicos do cristianismo e as doutrinas da igreja já podem ser ensinadas a estes pequeninos. Aqui já começam a fazer perguntas mais simples sobre o cristianismo. Aqueles que já estão a algum tempo na igreja irão fazer perguntas baseadas no que viram ou ouviram na igreja.
As crianças de nove a onze anos de idade já apresentam desejo de crescimento espiritual. Orar, ler ou adorar são assuntos que já podem ser ensinado, eles vão entender sem muita dificuldade.
Em relação às pessoas, os juniores estão dispostos a ajudá-las, e podem ser testemunhas, pois desejam fazer o que é certo e sente empatia pelos demais.
A comparação das histórias e curiosidades podem ser bem exploradas, pois o desenvolvimento infantil das crianças de nove a onze anos permite este tipo de informação.

Dicas
Com uma mentalidade mais amadurecida, já podem procurar na bíblia algumas respostas para suas dúvidas. Se o professor quiser, podem dar algumas lições que exijam uma resposta baseada na bíblia. Logicamente, o professor deve indicar onde encontrar a resposta, mas o aluno dos juniores já são capazes de interpretar os textos mais simples.
Uma dica para o professor que vai lidar com esta faixa etária é a realização de jogo de perguntas e respostas, preferencialmente, que o aluno precise manusear a bíblia para saber responder.
Já conseguem realizar devocionais. O professor pode explicar, de forma clara e simples, os objetivos do devocional e já pode mostrar com fazer.
Nesta faixa etária, os líderes da igreja infantil também já podem planejar atividades fora da igreja.
Conhecendo bem as principais características do desenvolvimento infantil das crianças de nove a onze anos o professor pode explorar bem atividades físicas, lúdicas e jogos e competições de forma adequada para esta faixa etária.

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Jan Amos Komenský

Jan Amos Komenský
Comenius
  1. Jan Amos Komenský, foi um bispo protestante da Igreja Moraviana, educador, cientista e escritor checo. Como pedagogo, é considerado o fundador da didática moderna. Wikipédia