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sexta-feira, 3 de agosto de 2018


Eunice Mendes (*)

Todo apresentador fica muito exposto. Do primeiro ao último momento, tudo nele é observado e avaliado.
Reunimos aqui as principais gafes cometidas por apresentadores. Elas acabam destruindo as apresentações, enfraquecendo o poder da mensagem e impedindo uma sintonia efetiva com o público.

Todo comunicador deve evitá-las a qualquer custo.

a) Na comunicação oral

- Falar muito baixo ou muito alto.
- Falar muito depressa ou muito devagar.
- Falar com voz estridente.
- Falar em tom monótono, sem modulação.
- Diminuir o volume da voz no final de frases.
- Falar como um ‘robô’.
- Omitir “s” e “r” finais.
- Usar muitos termos estrangeiros.
- Pronunciar incorretamente os termos estrangeiros.
- Ser repetitivo(a) ou monossilábico(a).
- Expressar-se sem objetividade e clareza.
- Usar termos técnicos para um público leigo.
- Usar argumentos inconsistentes e genéricos.
- Perder-se em detalhes.
- Abusar das citações.
- Utilizar vícios de linguagem: ‘Tá?’; ‘Né?’; ‘Ok?’; ‘Certo?’; ‘Entendeu?’; ‘Percebe?’; ‘É isso aí!’; ‘Tipo assim... ’; ‘A gente’; ‘Acho que... ’; ‘A nível de...’ - Repetir as mesmas coisas, mesmo que de formas diferentes ou usar pleonasmos tais como: ‘elo de ligação’; ‘novo lançamento’; ‘acabamento final’; ‘certeza absoluta’, ‘sintomas indicativos’; ‘detalhes minuciosos’; ‘encarar de frente’; ‘multidão de pessoas’; ‘retornar de novo’; ‘surpresa inesperada’; ‘escolha opcional’ e ‘planejar antecipadamente’.
- Usar diminutivos que reduzam a força da mensagem.

Alguns erros de pronúncia muito comuns:


CERTO
ERRADO
sobrancelha
sombrancelha
desequilíbrio
desiquilíbrio
meteorologia
metereologia
asterisco
asterístico
aura
áurea
interveio
interviu
invocar
evocar
meio cansada
meia cansada
os óculos
o óculos
beneficente
beneficiente
empecilho
impecilho
invólucro
envólucro
privilégio
previlégio
frustrado
frustado
vultoso
vultuoso
advogado
adevogado

b) Na comunicação não-verbal

- Manipular objetos (caneta, chaveiro, crachá, gravata etc.).
- Ajeitar os cabelos e os óculos.
- Coçar-se.
- Prender as mãos nas costas.
- Roer unhas.
- Cruzar os braços.
- Enfiar as mãos nos bolsos.
- Apoiar as mãos na cintura.
- Apoiar-se nos móveis.
- Olhar para o chão ou para o teto.
- Olhar muitas vezes para o relógio.

c) Na comunicação interpessoal

- Ser egocêntrico.
- Usar a comunicação como forma de poder.
- Ignorar as perguntas da platéia.
- Ser impaciente.
- Fornecer informações incorretas.
- Interromper o interlocutor, desrespeitando a sua vez de falar.
- Revelar preconceitos.
- Chegar atrasado(a) para a apresentação.
- Demonstrar preferências pessoais.
- Receber as perguntas da platéia como se fossem uma ofensa pessoal.
- Ignorar a linguagem corporal dos espectadores.

Faça, agora, sua auto-análise.

(*) Consultora Sênior do Instituto MVC em Técnicas de Apresentação, Atendimento, Comunicação Verbal e Não Verbal e Marketing Pessoal. Autora de três livros, sendo o mais recente "Falar bem é Fácil".

Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e o site www.institutojetro.com

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

O aplicativo Bíblia Kids é uma das ferramentas disponibilizadas pela AMME evangelizar para que as igrejas preguem o Evangelho às novas gerações.
Uma das utilizadoras do aplicativo é a jovem Priscila Silva. Ela participou do Encontro Missionário da Língua Portuguesa, em São Paulo, e afirmou que conheceu o ministério por causa do produto.
“O interessante é que eu conheci a AMME através do aplicativo Bíblia Kids porque eu sempre quis evangelizar crianças. Eu baixei o aplicativo e achei muito legal porque é uma ferramenta prática e de fácil utilização. Além disso, é um produto atual porque estamos em uma era tecnológica”, afirmou.
O material foi desenvolvido através de uma parceria entre a OneHope e a YouVersion. A Bíblia Kids é ilustrada em flat-design, bem colorida e adequada às telinhas, oferecendo a opção de ler ou escutar histórias. As ilustrações são interativas e estimulam a criança a descobrir as áreas sensíveis para interagir.
Para baixar o aplicativo, acesse o site bible.com/pt/kids.

Publicado em AMME


segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Excelente abordagem de Liliana Ishii publicado no site da Mackenzie, sobre a Didática Cristã de Comenius. Vale a pena baixar e ler. É só CLICAR na figura abaixo:


terça-feira, 28 de junho de 2016

Neste modelo de lição para Escola Bíblica Dominical (EBD) vamos aprender sobre a história da ressurreição de Lázaro, narrado no livro de João.
O professor deve ler este acontecimento com calma e concentração, pois o texto é cheio de detalhes, que os alunos que conhecem a história podem comentar. Recomendamos que esta aula da EBD seja direciona a alunos de nove anos para cima, pois trata-se de morte, ressurreição e sentimentos que, talvez, não seja bom comentar com crianças menores. Se ainda sim, você deseja dar esta aula para os menores, apenas tome o cuidado de não se aprofundar nos sentimentos de tristeza, foque a esperança e alegria.

Texto base: João 11:1 a 46

Objetivo: As crianças devem aprender a confiar em Deus mesmo em momentos que não há solução. O tempo de Deus é perfeito.

Introdução
Você pode começar esta aula da EBD com uma dinâmica. Escreva em um papel a frase “o pior dia da minha vida foi quando…”. Faça vários papéis iguais e distribua para todas as crianças da sala. Você pode pedir para que elas escrevam o nome delas no papel, ou não, isso fica a seu critério. Depois, recolha os papéis (ou pelo menos alguns deles) e liste algumas situações na lousa. Se sua classe não tem lousa, apenas diga alto algumas das respostas.
Nem sempre as coisas saem como a gente espera, não é mesmo? Às vezes, a gente até acha que pode melhorar, mas nada de bom acontece e ficamos muito tristes. Alguém já passou por alguma situação assim?
Na história de hoje vamos ver o que aconteceu quando algumas mulheres ficaram muito tristes porque o irmão delas morreu.

História
Hoje vamos aprender sobre a história de um homem chamado Lázaro. Ele tinha duas irmãs, Marta e Maria. Certo dia, este homem estava muito doente e suas irmãs ficaram tristes. Para tentar alguma ajuda, as irmãs de Lázaro foram procurar Jesus.

Professor, se você dá aula na EBD para os juniores ou primários, você pode comentar sobre os costumes daquela época, quando os homens sustentavam a casa e quando as mulheres ficavam só passavam por dificuldades.

Ao receberem, a notícia os discípulos de Jesus também ficaram tristes, mas Jesus logo consolou aquelas pessoas explicando que aquela enfermidade de Lázaro não estava acontecendo para tristeza, mas para que todos pudessem ver o poder de Deus. Jesus ficou mais dois dias junto àquelas pessoas.
O curioso é que Jesus não saiu correndo para ajudar Lázaro. Por que será que Jesus não se apressou. Ele ainda ficou mais dois dias no local que estava antes de ir ver Lázaro. Será que ele não estava com vontade de viajar até a casa de Lázaro?
Deus é perfeito e tudo o que Ele faz é perfeito. Muitas vezes em nossas vidas ficamos desanimados e parece que nada de bom vai acontecer, mas Deus quer que possamos confiar nele e que a gente não coloque nossas emoções acima da nossa fé. O fato de ficarmos tristes não significa que Deus não gosta de nós, ou que Ele não liga pra gente. É nos momentos de tristeza que devemos ter fé em Deus, para que possamos superar as dificuldades. A bíblia nos diz que feliz é aquele que espera em Deus

(Isaías 30:18 – professor, leia o versículo em sua bíblia, se for mencioná-lo, pois colocamos apenas uma parte).

Passado os dois dias, Jesus resolveu ir visitar Lázaro. Os discípulos ficaram preocupados porque Lázaro morava em uma cidade que as pessoas não gostavam de Jesus, e achavam que ir até lá poderia ser perigoso. Jesus disse que precisava ir até lá porque Lázaro estava morto. Os discípulos, então resolveram ir junto com Jesus.

Professor, como dito antes, ao dar esta aula em sua classe da EBD, alguns detalhes como o trecho acima podem ser pulados, se suas crianças forem muito pequenas.

Eles levaram alguns dias para chegar até onde estava Lázaro, e quando chegaram lá, avisaram que Lázaro já tinha morrido há quatro dias. Vários amigos estavam consolando Maria e Marta, irmãs de Lázaro.
Ao verem que Jesus tinha chegado, Marta comentou com Jesus que acreditava que seu irmão estaria no Reino dos Céus.
Lázaro era amigo de Jesus e cria em tudo o que Jesus ensinava. Quando cremos que Jesus é realmente o filho de Deus, também temos a certeza que, ao morrermos, iremos para o Reino dos Céus, onde viveremos para sempre.

Se você dá aula na EBD para os juniores, ou pré-adolescentes, mencione João 10:17 e 18, que mostra que Jesus tem poder total sobre a vida e a morte.

Marta chamou sua irmã Maria para ver Jesus, e quando algumas pessoas viram que Jesus estava por ali, foram ouvir o que ele tinha para falar.
Ao ver que todos estavam tristes, Jesus perguntou se já tinha sepultado Lázaro. Estavam todos tão tristes que até Jesus chorou. Aquelas pessoas, levaram Jesus até o túmulo de Lázaro. Naquela época as pessoas não eram enterradas em cemitérios. Os corpos eram levados para cavernas, e depois colocavam uma pedra grande para ninguém mais entrar.
Chegando no túmulo, Jesus pediu para removerem a pedra, mas Maria avisou que Lázaro já estava morto há quatro dias, por isso, a caverna estaria fedida, era melhor não tirar a pedra; no entanto, Jesus respondeu “se você crer, você verá a glória de Deus”.
Em alguns problemas que enfrentamos devemos confiar em Deus, talvez seja a oportunidade de termos uma experiência maravilhosa que nos fará ver a glória e o poder de Deus.

Ao falar do poder de Deus, e de que devemos confiar nele, você pode mencionar os frutos do espírito em sua aula da EBD. Outro versículo interessante é Salmo 27:14.

Jesus orou em alta voz, mandando que Lázaro saísse do túmulo. Foi quando aconteceu o que ninguém esperava. Lázaro saiu do túmulo.
Algumas pessoas entenderam que Jesus fez aquilo para mostrar o poder de Deus, mas algumas pessoas acharam que era algum truque. Em seguida, saíram para falarem sobre aquilo para as pessoas que não gostavam de Jesus (lembram que nesta cidade muitas pessoas não gostavam de Jesus?).

Conclusão
Depois que Jesus ressuscitou Lázaro, mal podia andar em público naquela cidade e nas cidades vizinhas porque muitos queriam matá-lo. Jesus teve que fugir para uma região mais distante.
Depois daquele dia, alguns creram que Jesus era o filho de Deus e outros achavam que ele só fazia truques. E você o que você acha?

Oração final
Se você acredita que Jesus realmente é o filho de Deus e que tem poder para te dar a vida eterna no Reino dos Céus, ore comigo pedindo para que ele seja o salvador de sua vida (ORE).

Se você já acredita que Jesus é o filho de Deus e quer orar para que ele te ajude nos momentos de dificuldades, ore comigo (ORE).

Publicado em Material Gospel

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Educar e dar educação são tarefas opostas: educar é ensinar como encontrar a verdade; dar educação, como escondê-la. Mas como lidamos com essa contraditória tarefa diariamente imposta de educar e dar educação?

Daniel Martins de Barros(*)

Dar educação é algo muito diferente de educar. Na verdade, é o oposto. Educar é ensinar como encontrar a verdade; dar educação é ensinar como escondê-la. Educar é promover o desenvolvimento do raciocínio, estimular a capacidade crítica, encorajar o aprofundamento nas questões. Dar educação é ensinar a não falar o que se está pensando, não apontar o que se está vendo, não se alongar em assuntos impertinentes. Educar cria gente incômoda. Dar educação cria gente acomodada. Mas ambos são necessários.
Não seria possível – ou de meu ponto de vista, desejável – criarmos uma sociedade de gente “sem educação”. Não gosto que soltem pum na minha frente, mas se acontecer de eu soltar, não quero que comentem. Nem todas as verdades podem ser ditas para o bem da harmonia entre as pessoas. Não é prudente andarmos desafiando as leis de trânsito. Mas paradoxalmente, um bando de gente absolutamente educada teria dificuldade de promover avanços na sociedade. A lei, a ordem, as regras, são essencialmente conservadoras: por definição, elas existem para manter as coisas como estão. A obediência total seria paralisante. E perigosa: é famoso o exemplo dos carrascos nazistas levados a julgamento que se defendiam dizendo que estavam apenas cumprindo ordens, sendo obedientes. Mesmo os juízes alemães que condenaram judeus baseados em leis que hoje nos parecem absurdas alegavam, posteriormente, que só estavam cumprindo a lei – não para isso que serve um juiz? – perguntavam. Veja como também é preciso saber desobedecer.
Os pais e professores sabemos muito bem disso tudo. Mas como lidamos com a contraditória tarefa diariamente imposta de educar e dar educação ao mesmo tempo? Tentamos desesperadamente desviar o olhar dos nossos filhos e alunos do ponto essencial – a possibilidade de questionamento – para a questão colateral de qual é a fonte das regras. Mais ou menos assim: se sou “eu” ou alguma “autoridade” que está falando, obedeça; se são as “suas companhias”, questione. Claro que isso se sustenta por pouco tempo. Uma vez que a objeção se torna uma ferramenta, seu alcance deixa de ser controlável.
Existe uma solução, mas ela é trabalhosa. Em primeiro lugar poderíamos aceitar a realidade desse paradoxo, ensinando aos jovens desde logo que tudo pode ser questionado. O medo que nos assola nesse momento é o da perda de poder: e se eles resolverem questionar tudo? Seremos capazes de justificar todas as regras? Será a anarquia? Não necessariamente, se também transmitirmos os fundamentos da vida em sociedade: a dignidade absoluta da vida humana, o exercício da empatia, o consequente respeito ao próximo. Esses aspectos, contudo, não são simplesmente “ensináveis”; antes, são assimilados pela observação. Então, só mesmo construindo esse “ethos educado” é que podemos “dar educação”. O escritor americano Alfie Kohn chama essa postura de “rebeldia reflexiva” – quer se rebelar? Tudo bem, mas justifique racionalmente o porquê.
Difícil, não é? Tão mais fácil dizer “Porque eu estou mandando”, ou “Porque senão a polícia prende”. Tão mais complicado buscar o discernimento do certo e do errado, para além das normas, mantendo o foco no outro. Mas não vejo outra saída. Pois como disse Jean Jaurès: “Ninguém ensina o que sabe. Ninguém ensina o que quer. Só se ensina o que se é”.

(*) é psiquiatra do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas (IPq-HC), onde atua como coordenador médico do Núcleo de Psiquiatria Forense e Psicologia Jurídica (Nufor). Doutor em Ciências e bacharel em Filosofia, ambos pela Universidade de São Paulo (USP).

Publicado em Estadão

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Algumas técnicas podem aumentar a sua compreensão de texto, tornando os estudos mais produtivos e eficientes; confira quais são elas.

A leitura é um hábito indispensável na rotina de qualquer pessoa, sobretudo na dos estudantes. Seja na escola ou na universidade, os livros estão sempre presentes, e uma boa interpretação de textos é essencial para compreender o conteúdo estudado. Quando o aluno entende o que lê, ele torna a assimilação da matéria muito mais fácil, e, consequentemente, ele irá garantir um bom desempenho nas provas.

Confira a seguir 4 atitudes fundamentais para facilitar a sua leitura:

1 - Mantenha o foco nas partes mais importantes do texto
Ao ler um texto, priorize as partes mais relevantes e, em seguida, destaque-as.

2 - Faça um resumo
Durante a leitura, procure escrever um breve resumo para que você possa identificar quais são os principais argumentos do autor, o contexto e a descrição do texto (nomes e datas importantes, por exemplo).

3 - Reserve um tempo suficiente para a leitura
Não leia com pressa. Procure reservar pelo menos uma hora para a leitura, de modo que você possa tirar um bom aproveitamento da leitura, compreendendo os principais assuntos abordados ao longo do texto.

4 - Pesquise informações complementares relacionadas ao texto
Procure realizar pesquisas paralelas que estejam relacionadas com a sua leitura. Busque informações relevantes, identificando as principais características do autor: quais são as suas principais ideias, qual é o contexto abordado por ele, seus argumentos, entre outras.

Aplique essas dicas em 2015 e torne a sua leitura muito mais eficiente!

Publicado no Universia Brasil

terça-feira, 25 de novembro de 2014

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Fazer uma boa apresentação no Microsoft PowerPoint pode não ser uma tarefa trivial, pois para projetar e preparar uma apresentação que seja eficaz, se requer algum esforço e prática para aqueles que não costumam criar apresentações, e até para um apresentador mais experiente, que necessite fazer uma apresentação mais destacada.
Aqui vamos dar algumas dicas para conseguir fazer uma boa apresentação em PowerPoint.

Primeiro de tudo, a apresentação deve contar uma história, transmitir uma mensagem e ter um objetivo.
Se for uma apresentação sobre vendas, então devemos demonstrar aos interessados "vendendo" alguma coisa, um serviço, um produto ou uma ideia.
Se for uma apresentação de negócios para demonstrar o equilíbrio e desempenho dos gerentes de negócios da empresa, devemos tentar transmitir como foi o desempenho do último período.
Se se trata de uma apresentação de tese final na Universidade, então, provavelmente, temos que traduzir para uma mesa acadêmica, conceitos aprendidos, o resultado da pesquisa e a defesa da tese.

Então vamos conversar.
Para criar uma boa apresentação em PowerPoint é preciso criar um segmento.
Por isso é ideal ficar claro qual a duração total que você tem para a apresentação e diagramar a mesma com base no tempo disponível.
Se for uma apresentação de 20 minutos, se for de 1 hora, deve-se levar em conta o período de tempo para uma introdução e conclusão. e muitas vezes é preciso deixar um tempo para perguntas.

O design desempenha um papel importante, mas não é tudo.
Mais importante é o conteúdo da apresentação. Preste atenção para não usar modelos padrão que podem tornar a apresentação muito chata.
Para resolver isto, existem sites que oferecem modelos originais com com design atraente para um tema específico e que podem ser baixados gratuitamente.

Use diagramas, auxílios visuais, imagens
Eles podem ajudar a compreender a mensagem que queremos transmitir.
Por exemplo, em vez de apresentar tabelas com dados em um slide, podemos usar gráficos atraentes ou quadros que resumem as informações e tornam mais fácil a compreensão à primeira vista.
Um gráfico tipo "torta" ajuda a compreender como os conceitos foram alocados.
Isto é ideal, por exemplo, para exibir as vendas por categoria em uma empresa, bem como outros dados por item.
Você pode baixar gráficos e diagramas para apresentações em PowerPoint gratuitamente como este excelente diagrama de funil abaixo:



Pesquisando, você pode encontrar gráficos diferente e atraentes, como gráficos de pizza, gráficos 2D e 3D para uso em suas apresentações. Por exemplo, este atraente torta é ideal para mostrar uma linha do tempo. Veja como é graficamente atraente.


Finalmente, os slides do final da apresentação devem ser cuidadosamente projetados para completar com sucesso a apresentação, levantar questões se necessário ou para exibir informações de contato, bem como do apresentador.

Liz Evans, no Brasil Post

Esse ano, Simon está na quarta série e Grace na primeira, e me pego fazendo a mesma pergunta todo dia quando chegam da escola: “Então, como foi a escola hoje?”
E todo dia eu recebo uma resposta tipo “legal” ou “tudo bem”, que não me diz muita coisa.

E EU QUERO SABER BASTANTE COISA!!!

Ou pelo menos ouvir uma frase completa. Então a outra noite, eu sentei e fiz uma lista de perguntas mais estimulantes para fazer aos meus filhos sobre a escola. As perguntas não são perfeitas, mas pelo menos meus filhos respondem com frases completas e algumas até renderam boas conversas… e respostas hilárias… e me fizeram entender melhor como os meus filhos pensam e sentem sobre a escola.
1. Qual foi a melhor coisa que aconteceu na escola hoje? (Qual foi a pior coisa que aconteceu na escola hoje?)
2. Me conte sobre alguma coisa que te fez rir hoje.
3. Se pudesse escolher, do lado de quem gostaria de sentar na classe? (Ao lado de quem NÃO gostaria de sentar? Por quê?
4. Qual é o lugar mais legal na escola?
5. Me diga uma palavra esquisita que você ouviu hoje. (Ou uma coisa estranha que alguém disse hoje.)
6. Se eu ligasse para a sua professora hoje a noite, o que ela me diria sobre você?
7. Como você ajudou alguém hoje?
8. Como alguém lhe ajudou hoje?
9. Me diga uma coisa que você aprendeu hoje.
10. Em que momento você se sentiu mais feliz hoje?
11. Quando ficou com tédio hoje?
12. Se uma espaçonave alienígena chegasse para abduzir alguém da sua sala, quem você gostaria que eles levassem?
13. Com quem você gostaria de brincar no recreio e nunca brincou antes?
14. Conte uma coisa boa que aconteceu hoje.
15. Que palavra a professora mais falou hoje?
16. O que você acha que deveria fazer/aprender mais na escola?
17. O que você acha que deveria fazer/aprender menos na escola?
18. Com quem você poderia ser mais legal na sua classe?
19. Onde você mais gosta de brincar no recreio?
20. Quem é a pessoa mais engraçada na sua classe? E porque ele/ela é tão engraçado(a)?
21. Do que você mais gostou na hora do almoço (ou lanche)?
22. Se você fosse o professor/professora amanhã, o que você faria?
23. Tem alguém na sua classe que precisa ficar de castigo?
24. Se você pudesse trocar de lugar com alguém na classe, com quem trocaria? Por quê?
25. Me conte sobre três vezes diferentes em que você usou o seu lápis hoje na escola.

Até agora, as minhas respostas favoritas foram as das perguntas 12, 15 e 21. Perguntas como a do “alienígena” deixa a criança expressar de forma não-ameaçadora quem eles preferiam não ter na classe e abre o caminho para um diálogo sobre o por quê desse sentimento, possivelmente revelando questões das quais você não fazia ideia antes.
E as respostas que ouvimos são realmente surpreendentes, as vezes. Quando eu fiz a pergunta 3, eu descobri que um dos meus filhos não queria mais sentar do lado de um melhor amigo na classe – não por um desejo de ser maldoso ou chato, mas pela vontade de ter a chance de interagir com outras pessoas.
À medida que os meus filhos ficarem mais velhos, eu sei que vou ter que me esforçar cada vez mais para manter a conexão com eles – mas sei que o meu empenho vai valer a pena.

BrasilPost via Livros só mudam as pessoas (altamente recomendado)

terça-feira, 22 de novembro de 2011

“E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes”. Tiago 1.22b

Lecionar no ensino bíblico é um verdadeiro desafio para qualquer professor que deseja ver em seus alunos transformações significante, geradas pelo poder da palavra de Deus, entretanto para que isso ocorra e propicie resultados espirituais, o professor deve preparar bem a sua aula, do começo ao fim.
Analisaremos 10 itens relevantes para que o professor possa se basear durante á preparação de sua aula, tais como:

1. Preparo espiritual: É de sua importância o professor separar um tempo no decorrer da semana para oração e consagração, no intuído de Deus lhe conduzir com sabedoria e discernimento bíblico durante o preparo da aula.

2. Interseção: É fundamental o professor interceder pelo pastor, o Gestor da EB, e principalmente pelos seus alunos e seus familiares, para que todo impedimentos e ciladas satânicas sejam aniquilados pelo poder de Deus.

3. Leia o material: O professor deve ler toda revista todos os dias, em sintonia com as passagens bíblicas, em prol de obter uma dimensão da temática da aula, e possíveis formas para ministra - lá.

4. Material de apoio: Durante o processo de elaboração da aula, o professor se depara com muitos termos bíblicos e passagens geográficas desconhecidas, por isso é de grande valia o professor consultar um bom dicionário bíblico e secular, mapas geográficos e bíblias com outras traduções, para sanar possíveis objeções.

5. Objetivos: O professor após estudar a matéria deve determinar quais os objetivos e resultados que pretende transmitir e alcançar na vida do aluno, e a partir dessa meta, conduzir toda sua aula para o atingimento desse propósito.

6. Recursos: O professor deve separar todo recurso didático e pedagógico que pretende utilizar em aula como: jornais, mapas, dicionários, dinâmicas, flip chart, projetor de imagem, vídeo, livros, entre outros.

7. Durabilidade: O professor deve separar no mínimo 2 horas por dia dedicadas exclusivamente ao estudo sistemático da palavra, para consagração e escolha dos recursos didáticos e pedagógicos que serão utilizados em sua aula.

8. Aplicabilidade: o professor deve escolher o método de aula que mais se encaixe no contexto da lição, e, por conseguinte, determinar o momento adequado que  os recursos didático-pedagógico serão aplicados na aula.

9. Revisão: o professor deve revisar toda sua lição, verificando possíveis informações não vistas, adequando métodos ou alterando recursos.

10. Direcionamento: a sintonia com Deus deve ser meta constante do professor, ele deve depender exclusivamente da sabedoria e discernimento de Deus, para que por intermédio da sua grandeza conduzir a sua aula com eficácia.

Estas são algumas dicas dentre centenas que existe, entretanto destacamos aquelas cuja importância é fundamental, portanto professor se você deseja ter crescimento e maturidade espiritual na vida de seus alunos, deve seguir com disciplinas estas recomendações, e acima de tudo ter a direção de Deus.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

(autor desconhecido)

Suas atitudes, decisões e ações em sala de aula são essenciais para criar um ambiente motivador. Ao responder com a máxima honestidade esse teste, da pedagoga Madza Edmir você vai descobrir se está pondo lenha na fogueira da motivação dos alunos ou despejando nela baldes de água fria.

ATENÇÃO: Selecione, no máximo, duas alternativas em cada item, com exceção do item 4, no qual você poderá escolher todas as alternativas verdadeiras para o seu caso. Ao final, consulte o gabarito, some os pontos que você fez e veja em qual faixa você se encontra.

1 - A aula vai começar. Assinale a frase que melhor traduz o seu estado de espírito.
a -"Será que vou ter forças para sobreviver?"
b - "O primeiro aluno que bancar o engraçadinho na sala de aula vai se ver comigo. Eles querem guerra? Pois vão ter!"
c - "Tomara que seja bem melhor que a anterior."
d - "Preparei um monte de desafios interessantes.. Estou louco(a) para ver como eles vão reagir".

2 - Marque os comentários que mais correspondem ao que você, em geral, sente por seus alunos.
a - "Adoraria se fossem raptados coletivamente por um disco voador."
b - "A maioria é boa, mas alguns não querem nada com nada."
c - "São muito diferentes, fazem coisas que às vezes me emocionam e outras me deixam de cabelos em pé, mas gosto muito de todos eles".
d - "Procuro compreendê-los."

3 - Assinale as afirmações que você poderia fazer , em relação à(s) disciplinas(s) que ensina.
a - "Domino completamente o conteúdo e a metodologia e não preciso aprender mais.
b - " Interesso-me bastante e procuro, no dia a dia, aperfeiçoar o domínio do conteúdo e da metodologia.
c - "Muitas vezes preciso ensinar coisas que estão no livro, mas não me interessam e não sei ao certo para que servem na vida real ."

4 - Assinale todas as afirmações que você poderia fazer em relação às suas atitudes durante as aulas.
a - Procuro estimular os alunos a questionar as minhas idéias.
b - Estou sempre disposto(a) a ajudar.
c - Tenho dificuldades em criar um ambiente descontraído.
d - Faço com que os alunos compreendam que errar faz parte da aprendizagem.
e - Não costumo aceitar decisões da classe.
f - Antes de dar a minha opinião, escuto as dos alunos.
g - Na maior parte do tempo, a palavra está comigo. Raramente faço perguntas, desafio os alunos com problemas ou os estimulo a agir.

5 - O que você sabe sobre os seus alunos ?
a - O nome dos que mais se destacam.
b - Características gerais, como nível sócio-econômico e cultural das famílias.
c - Seus principais interesses, sonhos e preocupações.

6 - Um(a) colega conta que, antes de iniciar a aula, reserva alguns minutos para uma "roda da conversa", para que os alunos tenham a oportunidade de contar alguma novidade, comentar uma notícia, dizer como estão se sentindo e planejar com o(a) professor(a ) o que vão fazer . Você...
a - …pensa : "Quanta perda de tempo! Desse jeito ele(a) nunca vai vencer o conteúdo".
b - ...pergunta: "E como você utiliza, na sua aula, as informações que os alunos trazem para essa roda da conversa?".
c - ...avalia os resultados obtidos pelo colega e pensa se pode aplicar a idéia também.

7 - Você vai começar a trabalhar um novo tema com os alunos. Como procede?
a - Explico o assunto da forma mais clara possível.
b - Faço perguntas para descobrir o que os alunos já sabem sobre o assunto.
c - Procuro relacionar o assunto com a vida cotidiana e com os interesses da turma.

8 - Assinale o tipo de estratégia que você usa mais freqüentemente em sala de aula.
a - Exposições orais, cópias e ditados.
b - Trabalhos em grupo e estudos do meio.
c - Projetos que encorajam os alunos a resolver problemas reais, a fazer algo que seja interessante para eles, utilizando os conhecimentos adquiridos.

9 - Ao entrar na sala, você percebe que o ambiente está sujo e muito bagunçado. Que atitude toma?
a - Nenhuma. O importante é começar a aula o quanto antes.
b - Chama alguém da diretoria para ver o estado deplorável da sala e tomar providências.
c - Pergunta aos alunos o que aconteceu e, depois de ouvi-los, convida-os a, junto com você, rapidamente organizar o espaço antes de iniciar a aula.

10 - Assinale os recursos que estão à disposição dos alunos e que você utiliza regularmente.
a - Quadro negro e giz.
b - "Cantinhos" com materiais relativos a diferentes áreas do conhecimento, computador, oportunidades de participar de excursões, visitas a museus, teatros…
c - Livros, dicionários, jornais e revistas.

11 - Você utiliza os resultados das avaliações
a - …verificando quais alunos estão com desempenho abaixo da média e providenciando medidas de recuperação.
b - …elogiando os melhores alunos e deixando bem claro aos demais o quanto são incapazes.
c - …mostrando o quanto os alunos avançaram e convidando cada um a comparar os resultados que obteve com as metas que havia estabelecido para si mesmo.

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RESPOSTAS:
1) a-0 b-0 c-1 d-2
2) a-0 b-0 c-2 d-1
3) a-0 b-1 c-0
4) a-1 b-1 c-0 d-1 e-0 f-1 g-0
5) a-0 b-1 c-2
6) a-0 b-1 c-2
7) a-0 b-1 c-2
8) a-0 b-1 c-2
9) a-0 b-1 c-2
10) a-0 b-2 c-1
11) a-1 b-0 c-2

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Menos de 13 pontos
Água Gelada: Alerta vermelho! A desmotivação está colocando em perigo sua realização pessoal e a aprendizagem dos alunos

Entre 14 e 21 pontos
Vento na Fogueira: Você faz o possível para estar atento(a) às necessidades dos alunos e apresentar a eles objetivos e tarefas que lhes permitam satisfazê-las.

Mais de 21 pontos
Gasolina Pura: Parabéns! Você adora o que faz, e seus alunos estão descobrindo o prazer de nunca perder a motivação de aprender.


Motivação é a chave para ensinar a importância do estudo na vida de cada um de nós. (por Luciana Zenti)

(...) Embora todos os educadores saibam a importância da educação para o desenvolvimento do ser humano, fazer com que crianças e adolescentes compreendam isso é certamente mais difícil. Mas está longe de ser impossível. Ao contrário. Experiências de sucesso têm como base uma palavra-chave: motivação.

"Não se pode esperar que todos os alunos queiram estudar e se interessem, pois muitos acham a escola chata e a freqüentam por obrigação", afirma Antonio Santos, professor de Psicologia Educacional da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (USP).

A indisciplina excessiva, a falta de interesse constante e a apatia dos estudantes são, sim, um problema enorme. E é preciso muita disposição para superá-las. Infelizmente, não existe uma receita mágica para transformar as aulas em foco de atração, mas com sensibilidade e energia para enfrentar o desafio você pode conquistar seus alunos, ganhar tempo e, o que é melhor, trabalhar com mais prazer.

Nesse aspecto, os especialistas são unânimes: é fundamental mostrar que estudar também é divertido. "Não existe aluno sem solução. De um jeito ou de outro se descobre algo de que ele goste", diz Olgair Gomes Garcia, professora de Didática da PUC-SP e coordenadora pedagógica da rede municipal de ensino de São Paulo. "O profissional atento valoriza o estudante quando ele participa e, assim, consegue trazê-lo para o grupo."

Como explica Olgair, a maior dificuldade é planejar a aula de forma a interessar a todos. "Cada jovem traz em si características muito diferentes. Por isso é tão complicado criar um clima de aprendizagem", destaca. Isso acontece porque a motivação não é apenas algo natural, mas depende de fatores externos.

Na linguagem dos especialistas, há uma divisão entre a motivação intrínseca — quando o próprio conteúdo basta para gerar um interesse — e a extrínseca — quando se recorre a elogios, notas ou prêmios. "As pesquisas mostram que quanto mais idade o aluno tem mais se torna imprescindível a motivação intrínseca", explica Antonio Santos. Para trabalhar essa motivação, o mais importante é estimular o progresso do grupo e criar um ambiente agradável em sala. "O estudante precisa perceber que o que ele faz é valorizado. Para a sua auto-estima isso é essencial."

Segundo Santos, o aluno é naturalmente motivado para tudo aquilo que esteja ligado ao momento de vida pelo qual está passando. Ocorre que muitos professores planejam as atividades apenas de acordo com seu ponto de vista, sem definir os desafios a partir da perspectiva da classe. "Uma boa dica é inverter os papéis. Se o educador descobrir o que a classe quer, com certeza vai atrair sua atenção", ensina.

Dicas:

Estabeleça metas individuais. Isso permite que os alunos desenvolvam seu próprio critério de sucesso.
Emoções positivas melhoram a motivação. Se você pode tornar alguma coisa engraçada ou emocionante, sua turma tende a aprender muito mais.
Demonstre por meio de suas ações que o aprendizado pode ser agradável.
Desperte na criança o desejo de aprender.
Dê atenção. Mostre ao aluno que você se importa com o progresso dele. Ser indiferente a uma criança é um poderoso desmotivador.
Negocie regras para o desenvolvimento do trabalho.
Mostre como o conteúdo pode ser aplicado na vida real.
Explique sempre os objetivos da atividade.
Em vez de recriminar respostas ou atitudes erradas, reconheça o trabalho bem-feito.
Sempre que possível ofereça opções de atividades.
Seja flexível ao ensinar. Apresente exemplos para estimular a reflexão.
Use recursos visuais, como desenhos, fotos, gráficos, objetos.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

sábado, 8 de agosto de 2009




· Tamanho do texto grande e visível a uma boa distância da tela (2 metros).
· O texto deve ser escrito a tamanho 24 e o título a 44 (aproximadamente).
· O tipo de letra adequado para ser visto com nitidez é o Arial ou Verdana.
· Deve-se utilizar poucas cores e não demasiados tipos de letra.
· Utilizar a regra de 6 x 7, ou seja até 6 linhas por diapositivo e 7 palavras por linhas.
· O texto não deve ser muito comprido, ou seja, não deve ter nem muitos detalhes, mas sim simples e curto.
· O espaçamento entre linhas deve ser de 1,5 cm.
· As tabelas e os gráficos devem ter espaço com tamanho adequado e com fundos simples.
· Não se devem usar muitas imagens no mesmo slide, pois pode distrair.
· Deve-se usar efeitos sonoros apenas para quando é necessário
· Não usar o excesso de maiúsculas e de itálico e sublinhados
· Cor para chamar a atenção mas só uma!
· E espaçamento é importante, não muito pequeno!
· Utilizar numeração para listas ordenadas
· Se não for uma lista ordenada deve-se utilizar marcas
· Utilizar cores de letras claras e fundo escuro e vice-versa
· Cor com muito contraste!!!!!
· Tamanho de imagem conforme a sua capacidade de tamanho.
· Os conteúdos deve aparecer a medida que vamos falando
· Evitar demasiada informação num só click – chamada uma apresentação progressiva.

quinta-feira, 2 de julho de 2009


Fazer (ou mandar fazer) apresentações usando slides eletrônicos é uma realidade do dia-a-dia das organizações. Alguma vez você já terminou uma apresentação com a sensação de que:

- as pessoas nada entenderam?
- as pessoas dormiram?
- as pessoas não conseguiam acompanhar sua mensagem pela rapidez na apresentação dos slides?
- os slides não refletiam o que você estava querendo comunicar?

Você tem idéia de quantos slides deveria mostrar em uma apresentação de 30 minutos? Normalmente slides em apresentações representam um grande desperdício:

- Desperdício de tempo porque as apresentações são muito longas e as pessoas prefeririam estar trabalhando. Ou estar em qualquer outro lugar, menos ali na frente daquele telão.
- Desperdício de oportunidades porque um slide bem feito deveria ser uma ótima ferramenta de argumentação e exposição de idéias, mas poucos aproveitam a chance.
- Desperdício de motivação, já que uma boa apresentação, uma apresentação de fato EFICAZ, deveria fazer as pessoas AGIREM! E o máximo de reação normalmente é uma consulta ao relógio. Uma não, várias!

Então, o que é uma boa apresentação? Ao criar slides eletrônicos é preciso levar em conta três pontos igualmente importantes: conteúdo, layout e apresentação.

1) O conteúdo

Menos é mais! Quando for produzir um slide, considere:

* Uma boa apresentação deve ter pouquíssimos slides. Quanto menos, melhor! 10 slides é um bom número, QUALQUER QUE SEJA A DURAÇÃO DA APRESENTAÇÃO! Ninguém agüenta ficar olhando muito tempo para um telão. Se sua apresentação durar muito tempo, digamos 4 ou 8 horas, poupe os olhos da platéia. Crie dinâmicas, converse, debata, mas TIRE A IMAGEM DA TELA!
* O primeiro slide deve ser impactante. O último, inesquecível.
* Você quer estruturar bem sua apresentação? Não comece pelos slides, rascunhe em papel ou digite no Word os tópicos principais que você precisa abordar. E também os objetivos que você precisa atingir. Só aí pense em criar seu primeiro slide. Ah, se você usar o Word para estruturar sua apresentação, ele próprio pode depois criar – sozinho – seus slides PowerPoint. Mas este é assunto para outro artigo.
* Um bom slide deve exibir no máximo 6 informações. Um bom slide deve ser lido em até 9 segundos. É como se fosse um outdoor, você precisa ler tudo rapidamente enquanto passa de carro por ele.
* Em vez de frases, use palavras-chave. Elas auxiliam o apresentador a se lembrar do que falar e – mais importante – facilitam a memorização, pela platéia, dos conceitos mais importantes.
* Não corra o risco de ser insistente e chato: para que ficar repetindo o título da apresentação em TODOS os slides? Ora, se ali pelo terceiro ou quarto slide ninguém souber o assunto de sua apresentação, tem algo errado, concorda? Título deve aparecer só no primeiro slide, o de abertura. E talvez no último! Além do mais, sem o título, seu slide fica mais perto do limite recomendado de seis informações por slide.

2) O layout

Slide não foi feito para ser lido, slide foi feito para ser VISTO:

* Prefira figuras ou gráficos, EVITE TABELAS OU PLANILHAS! Ninguém consegue ler aqueles números minúsculos que muitos insistem em exibir!
* Não use marcadores (bullets), experimente colocar as informações em AutoFormas.
* Não use letras maiúsculas. Nem em títulos! A não ser quando você quer mesmo CHAMAR A ATENÇÃO sobre um assunto muito importante.
* Prefira fontes redondas, como Verdana, Arial ou Tahoma. Esqueça o Times New Roman, que dificulta a leitura em telão. Você sabia que o Verdana foi criado especialmente para telas e telões?
* Letras pequenas? Jamais! A fonte em um slide deve ter no mínimo 18pt. Mas este é um tamanho que você deveria usar uma única vez por ano. Ano bissexto! Que tal usar fonte 30 ou 40? Muito grande? Na verdade não, experimente! Até porque seus slides daqui para frente terão pouco texto, não é mesmo?
* Use e abuse de espaços em branco. Slides limpos proporcionam excelentes resultados.
* Deixe o layout falar. Em vez de tradicionais aspas, experimente negritos e tamanhos diferentes de palavras para separar título e detalhes, por exemplo.
* A TV tem horário nobre? O slide também tem! Não horário propriamente dito, claro, mas o local que todos enxergam primeiro: O canto superior esquerdo. É lá que devem ficar as informações mais importantes!

3) A apresentação

Anime a platéia, ANIME os slides! Mas, cuidado, ninguém agüenta mais aquelas animações primárias do tipo título que entra correndo ao som de um carro freando. Ou uma palavra entrando com piruetas no slide. Em vez disso, use animações de contexto, que ajudam na exposição de idéias:

* Exiba os elementos do slide por partes.
* Considere ocultar, e não esmaecer, os elementos já abordados, assim a platéia fica focada só naquilo que você está falando no momento.
* Estimule a participação das pessoas. Prepare slides que criem oportunidades de interação.
* Nunca, JAMAIS, leia o que está escrito no slide. A platéia sabe ler! Dê um tempo para que ela leia tudo antes e só depois converse sobre o que foi lido. Apresentadores que insistem em ler slides estão sublinarmente dizendo que a platéia não sabe ler. E você não vai querer passar esta mensagem, vai?
* Fique sempre atento ao tempo da apresentação: nem mais nem menos do que o planejado. Nada mais ineficaz do que correr no final só para exibir os slides restantes. Ou acabarem os slides e você ficar sem assunto...

Fazer apresentações é um desafio! E muito estimulante! Experimente colocar em prática estas sugestões. Você certamente colherá excelentes resultados!

Lembre-se de que tudo o que foi dito vale para quem vai fazer o slide, bem como para quem vai mandar fazer um slide.

Original em Instituto Jetro

quarta-feira, 18 de março de 2009


Bexiga Quente

Participantes: Recomendável menos de 20 participantes.
Duração: Até o fim da lista de perguntas.
Material: 4 bexigas, 2 de cadas cor, música, prêmios para os ganhadores.
Realização:
Realizar após a aula.

1 - Preparar uma lista de perguntas sobre a lição.
2 - Dispor as pessoas em um circulo fechado.
3 - Fornecer as bexigas de forma intercala, ou seja, Ex: Preta, pula algumas pessoa e fornece uma bexiga branca, depois pula algumas pessoa e fornece uma bexiga preta...
4 - Usar a música para iniciar e parar a brincadeira de passar bexiga um para o outro no sentido horário ou anti-horário.

Os pares de bexiga de cores diferente servem para que uma cor dê o direito da pessoa consultar o material que tenha disponivel ou não.
Por exemplo: A pessoa que ficou com a bexiga branca tem o direito de consultar o material para responder, a pessoa que ficou com a bexiga preta não tem o direito de consultar o material.
Inicia-se a brincadeira com a música, as bexigas são passadas de mãos em mãos, se uma bexiga branca se chocar uma preta a pessoa que recebeu as duas bexigas é retirada da brincadeira.
Pare-se a música e as pessoa que ficaram com as bexigas nas mãos tem responder as perguntas: Com bexiga branca pode-se consultar, com bexiga reta não pode-se consultar.
Segue-se na brincadeira até que todas as perguntas tenham sido feitas.
Em parelelo se faz a soma dos pontos de cada participante e no final os que obtiveram mais pontos tem o direito de escolher o prêmio primeiro.
Você pode colocar como prêmios: Bombons de vários tipos, chicletes, balas e etc...
Está dinâmica é ótima para ser realizada em uma aula de EBD e sair da rotina...

sexta-feira, 6 de março de 2009


O presente texto é um resumo do capítulo 19, da obra "Psicologia do Ensino", de César Coll Salvador e Outros.

A escola é um espaço que contribui eficazmente como agente de socialização, promovendo a aquisição de valores, de comportamentos e de normas em seus discentes.
Os valores dão sentido, orienta e possibilita a tomada de decisões. Valores falam de referenciais, que norteiam padrões de conduta desejáveis para a manutenção da paz e bem estar social.
Os valores são representações construídas socialmente, condicionantes da percepção e representação subjetiva de mundo. São mutáveis, dependo do contexto cultural e pessoal dos sujeitos.
Nos objetivos da etapa do ensino fundamental, alguns valores podem ser encontrados. São eles: A autonomia e a iniciativa, a saúde e a higiene, a participação e a solidariedade, o respeito aos valores dos outros (tolerância), a responsabilidade, a convivência e a estima pela paz, a tradição histórica e cultural, a conservação e a melhoria do meio físico e natural, a identidade nacional e pessoal, o uso correto dos recursos materiais, técnicos e naturais, a sensibilidade estética, a criatividade, a conservação do patrimônio cultural, o respeito à diversidade lingüística e cultural dos povos e das pessoas. (Generalitat de Catalnya. Departamento de Ensino, 1992. Currículum. Educació primária p. 25.)
As atitudes fazem parte das características diferenciais da personalidade. Falam de ação do sujeito em relação a um objeto, situação, fato, pessoa ou conjunto de pessoas ou idéias. Formam-se a partir da experiência e ativam-se na presença do objeto.
As normas, sendo prescrições para ação de determinadas maneiras em situações específicas, regulam o comportamento individual e o coletivo, tornando as condutas previsíveis. As normas podem ser sociais (interiorizáveis) ou próprias (subjetivas).
Valores, atitudes e normas estão inter-relacionados. Dentro de um sistema cognoscitivo, evoluem e são sensíveis à influência externa, como também ao próprio desenvolvimento integral da pessoa. O sistema de valores pode ser social ou pessoal.

Desenvolvimento moral e aprendizagem de valores e de atitudes
Educação em valores éticos pode ser designada também de educação moral. Quando se fala de educação moral refere-se ao processo que caminha em direção a autonomia crescente, de crianças e jovens, de ação e de pensamento, de acordo com critérios morais pessoalmente configurados. A aprendizagem e o desenvolvimento moral são visto por diferentes perspectivas na psicologia. São elas: conformidade com as normas do grupo, regulação interna da conduta na ausência de sanções externas, conduta próssocial ou de ajuda, juízo e raciocínio moral.

A Aprendizagem e o ensino de atitudes, de valores e de normas
Destacam-se como estratégias de ensino mais adequadas para a aprendizagem das atitudes, dos valores e das normas, as seguintes: mostrar, explicitar e explicar as normas que regulam a vida coletiva para facilitar o conhecimento; Explicitar e fazer com que os critérios de determinadas decisões e a atuações sejam explicados, colocando em situações de decidir, de julgar e de atuar; Valorizar os comportamentos e as atitudes desejadas ou esperadas; Promover a contrastação de critérios e de opiniões; Planejar diferentes possibilidades e alternativas, valorizar para ajudar a valorizar os prós e os contra, ajudar a analisar os valores subjacentes com o objetivo de facilitar a assunção de valores, a construção de critérios próprios e a tomada de decisões por consenso; Criar espaços e momentos para falar, para intercambiar ou obter informação sobre como funcionam o mundo natural e o social, requisito prévio para compreender e valorizar atuações.
Técnicas concretas inspiradas nesses princípios podem ser utilizadas: o jogo de simulação, o jogo cooperativo, o estudo de casos, a discussão de dilemas, o esclarecimento de valores, o comentário de textos, etc. O ensino dos conteúdos pode ser via curricular (extrínseca e integrada) e institucional. Estas vias se complementam.
No conteúdo curricular variado, devem ser considerados: Valores e atitudes morais e globais (metas valiosas por si mesmas); Valores e atitudes subjetivos (que correspondem às valorizações, ao gosto e ao interesse individuais); Valores e atitudes implícitos nos eixos transversais do currículo; valores e atitudes relacionadas com a convivência realizada no centro educativo e na sala de aula; Valores e atitudes relacionados com o trabalho (ordem, rigor, representação, pontualidade, etc.) e atitudes que predispõem ao processo de aprendizagem; Valores e atitudes específicos das áreas de conhecimento.
Além da programação sistemática de conteúdos atitudinais, um clima de comunicação e a gestão cooperativa da aprendizagem são condições relevantes na aprendizagem de atitudes e valores. O papel do professor no desenvolvimento deste processo é fundamental. Concluo neste resumo, que em meio a uma sociedade pós-cristã e pós-moderna, onde a relativização, o hedonismo, a competitividade egoísta e o antinomismo imperam, o papel da escola é fundamental no processo de formação e desenvolvimento de valores. Penso também, que sem a participação efetiva dos pais na vida escolar dos seus filhos, e na consolidação dos valores que promovem o maior e melhor bem estar pessoal e social, iremos de mal a pior. É preciso que todos se mobilizem neste sentido, nesse momento de profunda crise ética e moral na história da humanidade. "E, por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes, cheios de toda injustiça, malícia, avareza e maldade; possuídos de inveja, homicídio, contenda, dolo e malignidade; sendo difamadores, caluniadores, aborrecidos de Deus, insolentes, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais, insensatos, pérfidos, sem afeição natural e sem misericórdia. Ora, conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que assim procedem." (Rm 1.28-32)

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA


SALVADOR, César Coll et all. Psicologia do Ensino. São Paulo: Artmed, 2000. p. 322-329 

Blog do Pastor Altair Germano

terça-feira, 11 de março de 2008



É só clicar na figura ou AQUI para baixar!

sábado, 23 de fevereiro de 2008


Excelente Material para uso em sala de aula.
Baixe Aqui



quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008



Para baixar clique AQUI ou na figura acima.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

O cristão precisa ter sua biblioteca particular. O professor e líder muito mais.
O grande apóstolo Paulo tinha suas fontes de consulta, 2 Tm 4.13. Sempre houve muitos livros no mundo. Salomão no seu tempo já dizia: "Não há limite para fazer livros", Ec 12.12.
Não se trata de ter muitos livros, mas tê-los bons, sadios, abrangendo cultura secular e cultura Bíblica em geral. Livros há que só servem para alimentar o fogo, At 19.19. Aqui estão algumas boas fontes de consulta:
A Bíblia - Se possível, todas as versões em português e versões em outras línguas.
Dicionário de Português - E em outras línguas também, principalmente grego e hebraico se conhecer os idiomas, claro.
Dicionário Bíblico - Dicionário Bíblico On line: Dicionário Bíblico Online; Também sugiro o Dicionário Bíblico que se encontra AQUI NO BLOG para download
Gramática da Língua Portuguesa
Concordância Bíblica
Chave Bíblica
Comentários Bíblicos
Manuais de Doutrina
Atlas Bíblico - No portal http://www.biblemap.org/, temos uma excelente ferramenta.
Didática Aplicada - O tratado de Comenius, Didática Magna, pode ser baixado AQUI no Blog
Apontamentos individuais (caderno ou fichário) ou ainda em meio digital: Computador, CDs, DVDs, etc.


Observações sobre fontes de consulta:
• Os livros são bons, mas não substitutos da Bíblia.
• Há pessoas que após lerem determinado livro, passam a ser um mero eco ou reflexo dele. Devemos ser cautelosos nisso.
• Há divergência entre autores de livros, dado as diferentes escolas e correntes teológicas; mas na Bíblia não há divergência! Portanto Ela é sempre a autoridade suprema e principal; a pedra de toque.
• Devemos estudar a Bíblia não pela luz deste ou daquele teólogo, mas pela Luz do Espírito de Deus, sentindo sempre Seu toque, direção e prumo.
• Não devemos levar mais tempo com os livros do que com a Bíblia mesma.
• É notável que o Novo Testamento inicia com o vocábulo livro, Mt 1.1. Os que não gostam de livros como se situarão aqui?!

Fonte: Manual da Escola Dominical / CPAD
Autor: Antonio Gilberto, com alterações e sugestões de Márcio Melânia

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Jan Amos Komenský

Jan Amos Komenský
Comenius
  1. Jan Amos Komenský, foi um bispo protestante da Igreja Moraviana, educador, cientista e escritor checo. Como pedagogo, é considerado o fundador da didática moderna. Wikipédia