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sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Ensinar e aprender são dois desafios e eles andam juntos. Logo, o papel do professor não é fácil de ser executado. Hoje, existe uma grande variedade de formas, nas quais diversos métodos podem ser combinados.
A escola é um dos ambientes que muitas crianças e adolescentes passam grande parte do seu dia. Porém, este lugar não é agradável para todos. Muitas vezes a sala de aula é vista como um lugar obrigatório, e poucos alunos se sentem motivados a aprender.
Mas uma coisa é certa, quando os alunos se interessam pelo conteúdo, pela forma como o professor ensina, sem dúvida, essa aula fica muito mais prazerosa. E então, fica a pergunta: como estimular a busca pelo conhecimento com criatividade e fazer da sala de aula um lugar onde os estudantes queiram ser participativos? Confira!
Não é obrigação de o professor fazer com que o aluno goste de aula, mas é a sua obrigação passar o conteúdo necessário conforme o que consta na grade curricular. Só que é importante que o professor seja paciente, inteligente, ter respostas para todas as perguntas, saber escutar e corrigir os erros dos estudantes.
Tanto quem repassa o conteúdo, precisa fazer com profissionalismo, como quem aprende que precisa estar bem disposto. Neste sentido, em sala de aula, o ensino deve ser visto como um processo dinâmico, no qual a participação do aluno nas aulas é fundamental para o seu aprendizado.
Há alunos com mais dificuldade em aprender, por isso os métodos usados em sala de aula precisam ser benéficos para todos. Logo, para auxiliar os professores nesta tarefa há uma grande variedade de formas e métodos que podem ser combinados para ensinar melhor seus alunos em sala de aula. Conheça alguns!

8 Métodos que ajudam no aprendizado dos alunos

1 – Crie associações
Este é um método muito usado por professores e que dependendo do conteúdo e da turma, o seu resultado é significativo . Sendo assim, o professor relaciona os conceitos com outros já conhecidos, criando ligações criativas que serão fáceis de lembrar.
As palavras podem ser associadas por sua fonética ou significado. Por exemplo, se o aluno precisa memorizar o nome de um historiador, faz associações com o que este historiador trabalhava ou estudava. Assim fica bem mais fácil de gravar o conteúdo e compreender.

2 – Conte histórias
Dependendo da disciplina e do conteúdo, contar histórias é relativamente bom. Isso prende os alunos e os deixam instigados. Principalmente em aula de história, o professor conta uma história sobre aquela guerra ou revolução. A aula fica mais interessante e os alunos memorizam com maior facilidade.

3 – Insira tecnologias dentro da sala de aula
Por um bom tempo alguns professores foram mais resistentes em aceitar a tecnologia em sala de aula. Só que ela pode auxiliar muito o professor.
Hoje existem jogos que facilitam este aprendizado. Sabendo o professor administrar bem o tempo e a ferramenta, ela pode ser muito útil dentro da sala de aula.

4 – Faça questionamentos
Foi-se o tempo em que o professor apenas falava e os alunos escutavam. Hoje o ensino na sala de aula é uma troca de conversa. Faça perguntas aos seus alunos, mostre-se interessado em escutar suas opinião!
Faça debate, os questione. É fundamental que o professor crie este espaço para que os alunos se sintam abertos a dialogar, questionar a opinião do colega, mas tudo com respeito! A sala de aula não pode ser uma disputa de opiniões, mas um espaço em que todos saem aprendendo de alguma forma.

5 – Fortaleça o relacionamento entre alunos
Muitas vezes ocorrem intrigas e discussões em sala de aula por questões pessoais, e até mesmo conflitos. Só que nesta hora o professor precisa fortalecer o relacionamento de todos. Uma forma é inserir atividades que ampliem o autoconhecimento dos alunos.
Muitas escolas têm buscado neste sentido as atividades extracurriculares. Seja em parceria com governo ou não, elas apresentam resultados positivos e aumentam a integração de toda a comunidade escolar.
Entre as atividades que podem ser desempenhadas estão: as artísticas, os grupos de debate, atividades culturais, cursos, oficinas e práticas esportivas são muito importantes. Esses exercícios não só proporcionam a socialização entre os alunos, como ajudam os jovens na construção do autoconhecimento! Consequentemente fortalece o relacionamento de todos.

6 – Atividades em grupo
As atividades em grupo durante as aulas podem ser uma ótima estratégia para aumentar o envolvimento dos estudantes. Isso proporciona troca de ideias e compartilhamento de ideias e informações. Logo, a aula fica mais descontraída.

7 – Mostre a importância do conteúdo
Algo muito comum entre estudantes é considerarem que inúmeras disciplinas estudadas em sala de aula, não são significativas fora das salas. Sendo assim, cabe ao professor não apenas repassar de forma obrigatória este conteúdo, mas deixar claro para o aluno como eles podem aplicar o conhecimento no cotidiano.
Se você ministra matemática, mostre a eles que dominando essa disciplina, pelo menos o básico, essa matéria pode ser útil para ter um controle da sua vida financeira. Já na disciplina de história, como pode compreender os fatos atuais, a partir de acontecimentos que ocorreram há muito tempo. E assim por diante.

8 – Promova momentos de descontração
O professor sabendo conduzir os seus alunos pode “quebrar” a rotina com assuntos interdisciplinares. E não apenas isso, pode promover, por exemplo, uma aula ao ar livre dependendo do conteúdo e comportamento dos alunos. Tudo é válido e torna o processo de aprendizado mais interessante.

Dicas para envolver os alunos em sala de aula

Hoje com a tecnologia fica mais difícil envolver os alunos. Muitas escolas limitam o uso do celular na sala de aula para o aluno não se distrair e conseguir prestar mais atenção na fala do professor.
A seguir, apresentamos algumas dicas para os professores envolverem os alunos. O mais importante é não dar a eles a oportunidade de ficarem entediados, nem períodos de tempos ociosos.

Faça resumos: você pode até desafiar os alunos com perguntas, mas é importante que no final das aulas você faça resumos. Sendo assim, toda aula deve trazer uma lição ativa.
Opte por maneiras criativas de passar o conteúdo. Se conseguir, o importante é que toda aula tenha uma lição nova.
Movimente os alunos: para que saiam da inércia de conteúdo repetido, faça até dinâmicas em sala de aula se conseguir. Movimente os alunos para que eles não se sintam desmotivados e cansados. Coloque-os em ação, assim terão mais energia para participar da aula.
Faça perguntas desafiadoras: desafiadora não quer dizer difícil, mas sim perguntas que os desafiem. Para que assim, eles se sintam com vontade de responder essas perguntas, pesquisar, discutir em grupo.
Tente fazer com que saiam da zona de conforto achando que nem todas as respostas estão no Google. Isso vai desafiar os alunos. Eles se sentirão mais motivados a buscar respostas.

Alguns recursos didáticos que podem ser usados em sala de aula

Segue exemplos de recursos didáticos que o professor pode utilizar em sala de aula:
- Álbum seriado;
- Gráficos;
- Cartazes;
- Computador;
- Datashow;
- Folders;
- Gravuras;
- Retroprojetor;
- Revistas;
- Slides;
- Jornais;
- Gravuras;
- Flanelógrafo;
- Televisão;
- Desenhos;
- Histórias em quadrinhos, entre outras.

O que levar em conta na hora de ensinar os alunos?
Vale lembrar, no entanto, que o professor deverá analisá-los conforme as características da turma. Nem sempre um método pode ser o melhor para uma turma. Então ele precisa analisar levando em consideração alguns critérios:

Adequação do recurso aos objetivos da aula: os recursos e métodos usados em sala de aula devem estar adequados ao conteúdo proposto, ao grau de desenvolvimento cognitivo dos alunos, seus interesses e necessidades;
Adequação à função que o professor pretende desenvolver: neste sentido, leva em conta ações de nível cognitivo, afetivo ou psicomotor;
Simplicidade e facilidade de operação e manejo: o professor precisa saber lidar com os recursos disponíveis. Ou seja, de baixo custo de aquisição e manutenção. Não adianta investir dinheiro em uma atividade que vai durar apenas uma hora. A criatividade neste momento é importante;
Qualidade e exatidão na apresentação das informações: deixe bem claro para os alunos, o método da aula e os recursos utilizados;
Que seja atraente: às vezes pode parecer um recurso maravilhoso para ser usado, mas quando posto em prática ele acaba não despertando a curiosidade dos alunos;
Lembre-se sempre que quando tiver dificuldades em sala de aula, converse abertamente com a turma e exponha a situação para a diretoria e coordenação.

Não fique desanimado se sentir essa dificuldade. É muito comum professores relatarem a falta de interesse de alguns estudantes em sala de aula. Não cabe a você forçar esse interesse, apenas faça o seu papel de ensinar! A rotina vai lhe fornecer mais experiência, e com cada turma você vai compreender aquilo que funciona e o que não funciona!

Publicado originalmente em Canal do Ensino

Daniel Zemuner Barbosa (*)

"Eu te encorajo solenemente, na presença de Deus e de Cristo Jesus, que há de julgar os vivos e os mortos, por ocasião da sua manifestação pessoal mediante o seu Reino: Prega a Palavra, insiste a tempo e fora de tempo, aconselha, repreende e encoraja com toda paciência e sã doutrina." (2 Timóteo 4.1-2 KJ)

Um dos pilares da Reforma Protestante é resumido pela expressão "Somente a Escritura". Os reformadores entenderam que somente as Escrituras Sagradas têm livros inspirados por Deus para serem a regra de fé e prática do cristão (2 Tm 3.16-17). Esse registro escrito é capaz de acender e reacender o coração para perceber a obra de Cristo e seu poder regenerador pela ação do Espírito Santo. Todo avivamento registrado na história passa pelo anúncio fiel e corajoso da Palavra de Deus. Lutero estudou, ensinou e colocou as Escrituras na mão do povo ao traduzir a Bíblia para o alemão. A popularização da leitura da Bíblia trouxe avivamento e esperança ao povo naqueles dias e isso nos desafia a continuarmos sendo claros e ousados no ensino bíblico.
No texto lido, o apóstolo Paulo encontrava-se preso e orientou seu discípulo Timóteo a perseverar no anúncio da sã doutrina. Esta carta de incentivo ecoa até os nossos dias, pois estamos, mais uma vez, sendo fortemente bombardeados com questionamentos acerca da relevância e da veracidade da Bíblia. Diante dessa realidade surgem-nos algumas perguntas:
Por que ensinar? Porque é mandamento. Paulo disse a Timóteo: Pregue com insistência (2 Tm 4.2). Esse mesmo mandamento foi deixado também por Jesus: Ide e pregai (Mc 16.15). Paulo aos Romanos escreve: Como crerão se não há quem pregue? (Rm 10.14). Assim, pregamos e ensinamos por obediência.

O que devemos ensinar? A Palavra! Todos estes mandamentos nos mostram isso claramente. Prega a palavra (2 Tm 4.2). Ide e pregai o evangelho (Mc 16.15). Paulo adverte, ainda, que haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas (2 Tm 4.3-4).

A quem ensinar? A todas as pessoas. Ide e pregai a toda criatura (Mc 16.15); Fazei discípulos de todas as nações (Mt 28.19). Paulo aos Romanos escreve: Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego (Rm 1.16). Havia uma expectativa de que o Messias viria salvar apenas os judeus, mas Cristo nos legou o anúncio a todas as pessoas.

Como ensinar? Corrigindo, repreendendo e exortando com toda a longanimidade e doutrina (2 Tm 4.2). Paulo insiste: Tu, porém, sê sóbrio em todas as coisas, suporta as aflições, faze o trabalho de um evangelista, cumpre cabalmente o teu ministério (2 Tm 4.5). Toda a Escritura é inspirada e útil, e devemos ensiná-la com clareza e insistência, corrigindo, repreendendo e exortando para que todas as pessoas sejam amadurecidas e perfeitamente habilitadas para toda a boa obra (2 Tm 3.16-17).

Quando ensinar? O tempo todo (2 Tm 4.2). Paulo não se preocupou com o fato de Timóteo ser inconveniente e inoportuno. Essa orientação mexe conosco, pois, muitas vezes, temos nos calado diante das oportunidades. Os incrédulos necessitam de salvação (kerigma) e os crentes de amadurecimento (didaquê). O anjo, assentado na pedra removida do sepulcro vazio, disse: Ele não está aqui; ressuscitou... Ide, pois, depressa e dizei aos seus discípulos que ele ressuscitou dos mortos e vai adiante de vós (Mt 28.6-7).

Não há tempo a perder. Somos os responsáveis por ensinar com amor, clareza e insistência que há salvação em Cristo Jesus. Que grande privilégio! Aleluia!

(*) Graduado em Teologia pelo Seminário Teológico Rev. Antônio de Godoy Sobrinho e em Administração pela Universidade Estadual de Londrina. Trabalhou 6 anos na 9ª IPI de Londrina e 6 anos na 1ª IPI de Sorocaba. É pastor na Primeira Igreja Presbiteriana Independente de Londrina.

Publicado originalmente no site da www.ipilon.org.br

Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e o site www.institutojetro.com

terça-feira, 28 de junho de 2016

Neste modelo de lição para Escola Bíblica Dominical (EBD) vamos aprender sobre a história da ressurreição de Lázaro, narrado no livro de João.
O professor deve ler este acontecimento com calma e concentração, pois o texto é cheio de detalhes, que os alunos que conhecem a história podem comentar. Recomendamos que esta aula da EBD seja direciona a alunos de nove anos para cima, pois trata-se de morte, ressurreição e sentimentos que, talvez, não seja bom comentar com crianças menores. Se ainda sim, você deseja dar esta aula para os menores, apenas tome o cuidado de não se aprofundar nos sentimentos de tristeza, foque a esperança e alegria.

Texto base: João 11:1 a 46

Objetivo: As crianças devem aprender a confiar em Deus mesmo em momentos que não há solução. O tempo de Deus é perfeito.

Introdução
Você pode começar esta aula da EBD com uma dinâmica. Escreva em um papel a frase “o pior dia da minha vida foi quando…”. Faça vários papéis iguais e distribua para todas as crianças da sala. Você pode pedir para que elas escrevam o nome delas no papel, ou não, isso fica a seu critério. Depois, recolha os papéis (ou pelo menos alguns deles) e liste algumas situações na lousa. Se sua classe não tem lousa, apenas diga alto algumas das respostas.
Nem sempre as coisas saem como a gente espera, não é mesmo? Às vezes, a gente até acha que pode melhorar, mas nada de bom acontece e ficamos muito tristes. Alguém já passou por alguma situação assim?
Na história de hoje vamos ver o que aconteceu quando algumas mulheres ficaram muito tristes porque o irmão delas morreu.

História
Hoje vamos aprender sobre a história de um homem chamado Lázaro. Ele tinha duas irmãs, Marta e Maria. Certo dia, este homem estava muito doente e suas irmãs ficaram tristes. Para tentar alguma ajuda, as irmãs de Lázaro foram procurar Jesus.

Professor, se você dá aula na EBD para os juniores ou primários, você pode comentar sobre os costumes daquela época, quando os homens sustentavam a casa e quando as mulheres ficavam só passavam por dificuldades.

Ao receberem, a notícia os discípulos de Jesus também ficaram tristes, mas Jesus logo consolou aquelas pessoas explicando que aquela enfermidade de Lázaro não estava acontecendo para tristeza, mas para que todos pudessem ver o poder de Deus. Jesus ficou mais dois dias junto àquelas pessoas.
O curioso é que Jesus não saiu correndo para ajudar Lázaro. Por que será que Jesus não se apressou. Ele ainda ficou mais dois dias no local que estava antes de ir ver Lázaro. Será que ele não estava com vontade de viajar até a casa de Lázaro?
Deus é perfeito e tudo o que Ele faz é perfeito. Muitas vezes em nossas vidas ficamos desanimados e parece que nada de bom vai acontecer, mas Deus quer que possamos confiar nele e que a gente não coloque nossas emoções acima da nossa fé. O fato de ficarmos tristes não significa que Deus não gosta de nós, ou que Ele não liga pra gente. É nos momentos de tristeza que devemos ter fé em Deus, para que possamos superar as dificuldades. A bíblia nos diz que feliz é aquele que espera em Deus

(Isaías 30:18 – professor, leia o versículo em sua bíblia, se for mencioná-lo, pois colocamos apenas uma parte).

Passado os dois dias, Jesus resolveu ir visitar Lázaro. Os discípulos ficaram preocupados porque Lázaro morava em uma cidade que as pessoas não gostavam de Jesus, e achavam que ir até lá poderia ser perigoso. Jesus disse que precisava ir até lá porque Lázaro estava morto. Os discípulos, então resolveram ir junto com Jesus.

Professor, como dito antes, ao dar esta aula em sua classe da EBD, alguns detalhes como o trecho acima podem ser pulados, se suas crianças forem muito pequenas.

Eles levaram alguns dias para chegar até onde estava Lázaro, e quando chegaram lá, avisaram que Lázaro já tinha morrido há quatro dias. Vários amigos estavam consolando Maria e Marta, irmãs de Lázaro.
Ao verem que Jesus tinha chegado, Marta comentou com Jesus que acreditava que seu irmão estaria no Reino dos Céus.
Lázaro era amigo de Jesus e cria em tudo o que Jesus ensinava. Quando cremos que Jesus é realmente o filho de Deus, também temos a certeza que, ao morrermos, iremos para o Reino dos Céus, onde viveremos para sempre.

Se você dá aula na EBD para os juniores, ou pré-adolescentes, mencione João 10:17 e 18, que mostra que Jesus tem poder total sobre a vida e a morte.

Marta chamou sua irmã Maria para ver Jesus, e quando algumas pessoas viram que Jesus estava por ali, foram ouvir o que ele tinha para falar.
Ao ver que todos estavam tristes, Jesus perguntou se já tinha sepultado Lázaro. Estavam todos tão tristes que até Jesus chorou. Aquelas pessoas, levaram Jesus até o túmulo de Lázaro. Naquela época as pessoas não eram enterradas em cemitérios. Os corpos eram levados para cavernas, e depois colocavam uma pedra grande para ninguém mais entrar.
Chegando no túmulo, Jesus pediu para removerem a pedra, mas Maria avisou que Lázaro já estava morto há quatro dias, por isso, a caverna estaria fedida, era melhor não tirar a pedra; no entanto, Jesus respondeu “se você crer, você verá a glória de Deus”.
Em alguns problemas que enfrentamos devemos confiar em Deus, talvez seja a oportunidade de termos uma experiência maravilhosa que nos fará ver a glória e o poder de Deus.

Ao falar do poder de Deus, e de que devemos confiar nele, você pode mencionar os frutos do espírito em sua aula da EBD. Outro versículo interessante é Salmo 27:14.

Jesus orou em alta voz, mandando que Lázaro saísse do túmulo. Foi quando aconteceu o que ninguém esperava. Lázaro saiu do túmulo.
Algumas pessoas entenderam que Jesus fez aquilo para mostrar o poder de Deus, mas algumas pessoas acharam que era algum truque. Em seguida, saíram para falarem sobre aquilo para as pessoas que não gostavam de Jesus (lembram que nesta cidade muitas pessoas não gostavam de Jesus?).

Conclusão
Depois que Jesus ressuscitou Lázaro, mal podia andar em público naquela cidade e nas cidades vizinhas porque muitos queriam matá-lo. Jesus teve que fugir para uma região mais distante.
Depois daquele dia, alguns creram que Jesus era o filho de Deus e outros achavam que ele só fazia truques. E você o que você acha?

Oração final
Se você acredita que Jesus realmente é o filho de Deus e que tem poder para te dar a vida eterna no Reino dos Céus, ore comigo pedindo para que ele seja o salvador de sua vida (ORE).

Se você já acredita que Jesus é o filho de Deus e quer orar para que ele te ajude nos momentos de dificuldades, ore comigo (ORE).

Publicado em Material Gospel

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

“Quem examina cada questão com cuidado, prospera, e feliz é aquele que confia no Senhor” (Pv 16.20).

O avivamento não é uma coisa que a igreja possa agendar e realizar. Mas ela pode, sim, desejar que aconteça. Ela pode orar, suplicar, estudar o assunto, checar as Escrituras, conhecer a sua natureza, os seus resultados e quais transformações foram produzidas de modo duradouro.
Também é possível constatar os enganos do inimigo se misturando à obra realizada e os exageros cometidos por lideranças quando o zelo cego deseja as experiências pelas experiências e não a apropriação de seus benefícios para a vida em permanente santificação.
No processo de desejo e preparo para que um avivamento aconteça, a Escola Dominical ocupa uma função importantíssima, eu diria chave. Um dos grandes desafios da Igreja no século 21 é exatamente a falta de informação bíblica com solidez e qualidade. É irônico que num tempo de tantas facilidades e de tantos recursos tecnológicos exista uma crescente ignorância bíblica no seio do povo de Deus.
As Escrituras e tantos outros recursos como dicionários, comentários, sermões e ferramentas para exegese e hermenêutica estão disponíveis em todas as plataformas. Você pode ir para o culto hoje com dezenas de versões e traduções bíblicas, com uma volumosa biblioteca altamente especializada e com as obras dos autores mais badalados no momento no ‘tablet’ e no smartphone. Mesmo assim, a ignorância parece não ceder; antes, piora a cada dia. Muita informação e pouca profundidade. Muita informação e nem sempre acontece a formação. Por quê?
Porque a mente precisa ser treinada para poder usufruir com proveito tais recursos. Os textos em linguagem digital geralmente são curtos, sintéticos, sem grande desafio para o raciocínio, sem grandes dificuldades para a mente formar suas próprias conclusões. As respostas podem vir mesmo antes de a questão ser posta. A Escola Dominical pode ser um lugar da inteligência da fé, munida destes e outros recursos, pode ser o espaço ideal para o aprofundamento das questões mais relevantes e que mais desafiam a veracidade e a racionalidade da fé cristã.
“Estejam sempre preparados para responder a qualquer que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês” (1 Pe 3.15). Fica claro por esta citação que o preparo, o treinamento da mente, a capacidade de argumentar com coerência fazem parte do amadurecimento, do discipulado e de uma vida operosa no Evangelho.
Portanto, é um dever da liderança da igreja local investir na Escola Dominical e na formação dos professores. É um dever moral dos cristãos valorizarem esta escola para a edificação de suas almas e também para o equipamento espiritual e intelectual de corações e mentes capazes de testemunhar e de compartilhar o Evangelho. Quando as Escrituras são disseminadas, ensinadas e explicadas, quando as sublimes doutrinas da Graça e o estudo diligente de todas as doutrinas sobre a Trindade e as últimas coisas fazem parte do currículo básico da Escola Dominical será inevitável que haja um despertamento para uma adoração mais grata, mais vibrante, mais emocionante em face do encantamento que a verdade de Deus provoca na alma. Sem dúvidas numa atmosfera espiritual regida pela verdade e com uma adoração sustentada pela razão o caminho para o avivamento pode estar sendo aberto.
A Escola Dominical tem um papel importante também na evangelização. Ela deve ser um centro de discipulado e envio. Como os apóstolos sentados aos pés do Mestre e, depois de ouvi-lo atentamente, foram enviados em missão. O mesmo deve acontecer na Escola Dominical. Assentamo-nos para ouvir sobre o Reino, o amor do Pai, as Bem-aventuranças, a prática da justiça e etc.; somos enviados a oferecer e dar de graça o que de graça e pela graça recebemos. Na Escola Dominical aprendemos a viver e a agir como discípulos, como quem apreende a consciência de ser enviado ao mundo como o seu Mestre.
Sem uma Igreja bem treinada, com uma fé inteligente e articulada; sem um povo com bases bíblicas e doutrinárias sólidas e bem identificadas; sem uma adoração racional, vibrante e sem uma profunda identificação como discípulos de Jesus nem o avivamento e nem a evangelização serão possíveis. Graças sejam dadas a Deus pela Escola Dominical. Valorizemos, pois, esta maravilhosa “escola de vida”.

Publicado em Ultimato


terça-feira, 4 de novembro de 2014


Liz Evans, no Brasil Post

Esse ano, Simon está na quarta série e Grace na primeira, e me pego fazendo a mesma pergunta todo dia quando chegam da escola: “Então, como foi a escola hoje?”
E todo dia eu recebo uma resposta tipo “legal” ou “tudo bem”, que não me diz muita coisa.

E EU QUERO SABER BASTANTE COISA!!!

Ou pelo menos ouvir uma frase completa. Então a outra noite, eu sentei e fiz uma lista de perguntas mais estimulantes para fazer aos meus filhos sobre a escola. As perguntas não são perfeitas, mas pelo menos meus filhos respondem com frases completas e algumas até renderam boas conversas… e respostas hilárias… e me fizeram entender melhor como os meus filhos pensam e sentem sobre a escola.
1. Qual foi a melhor coisa que aconteceu na escola hoje? (Qual foi a pior coisa que aconteceu na escola hoje?)
2. Me conte sobre alguma coisa que te fez rir hoje.
3. Se pudesse escolher, do lado de quem gostaria de sentar na classe? (Ao lado de quem NÃO gostaria de sentar? Por quê?
4. Qual é o lugar mais legal na escola?
5. Me diga uma palavra esquisita que você ouviu hoje. (Ou uma coisa estranha que alguém disse hoje.)
6. Se eu ligasse para a sua professora hoje a noite, o que ela me diria sobre você?
7. Como você ajudou alguém hoje?
8. Como alguém lhe ajudou hoje?
9. Me diga uma coisa que você aprendeu hoje.
10. Em que momento você se sentiu mais feliz hoje?
11. Quando ficou com tédio hoje?
12. Se uma espaçonave alienígena chegasse para abduzir alguém da sua sala, quem você gostaria que eles levassem?
13. Com quem você gostaria de brincar no recreio e nunca brincou antes?
14. Conte uma coisa boa que aconteceu hoje.
15. Que palavra a professora mais falou hoje?
16. O que você acha que deveria fazer/aprender mais na escola?
17. O que você acha que deveria fazer/aprender menos na escola?
18. Com quem você poderia ser mais legal na sua classe?
19. Onde você mais gosta de brincar no recreio?
20. Quem é a pessoa mais engraçada na sua classe? E porque ele/ela é tão engraçado(a)?
21. Do que você mais gostou na hora do almoço (ou lanche)?
22. Se você fosse o professor/professora amanhã, o que você faria?
23. Tem alguém na sua classe que precisa ficar de castigo?
24. Se você pudesse trocar de lugar com alguém na classe, com quem trocaria? Por quê?
25. Me conte sobre três vezes diferentes em que você usou o seu lápis hoje na escola.

Até agora, as minhas respostas favoritas foram as das perguntas 12, 15 e 21. Perguntas como a do “alienígena” deixa a criança expressar de forma não-ameaçadora quem eles preferiam não ter na classe e abre o caminho para um diálogo sobre o por quê desse sentimento, possivelmente revelando questões das quais você não fazia ideia antes.
E as respostas que ouvimos são realmente surpreendentes, as vezes. Quando eu fiz a pergunta 3, eu descobri que um dos meus filhos não queria mais sentar do lado de um melhor amigo na classe – não por um desejo de ser maldoso ou chato, mas pela vontade de ter a chance de interagir com outras pessoas.
À medida que os meus filhos ficarem mais velhos, eu sei que vou ter que me esforçar cada vez mais para manter a conexão com eles – mas sei que o meu empenho vai valer a pena.

BrasilPost via Livros só mudam as pessoas (altamente recomendado)

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Não haverá uma nova safra de crentes se não houver uma nova classe de professores da Escola Dominical! Não se pode imaginar um futuro para a igreja sem educadores. Muitos acreditam que o professor da Escola Dominical é dispensável. E de fato o é, mas de qual docente estamos falando?
Certos professores são dispensáveis, assim como certos pregadores também o são. É claro que assim como não posso generalizar o último também não devo fazê-lo em relação ao primeiro. A falácia de que os professores dominicais são desnecessários à igreja é uma tentativa malsã de, parafraseando Paulo Freire, “retirar a boniteza do sonho de ser professor de tantos jovens cristãos nesse Brasil”.
Em um país que ideologicamente aprendeu a escamotear e a desvalorizar o professor, não ignoro que muitos líderes cristãos também desprezem esse importante e insubstituível ofício na igreja. Nalgumas vezes, eles parecem ter razão. Alguns docentes há muito deveriam ter pendurado a batuta:

- Ainda continuam lendo integralmente a revista da Escola Dominical;
- Não usam qualquer tipo de método;
- São incapazes de comentar com profundidade teológica o tema da lição;
- Reclamam que o assunto é repetido;
- Além de se colocarem nos holofotes de seus cargos eclesiásticos.

Sim, esse é o perfil do professor desnecessário, substituível, que não quero para a igreja deste novo milênio. Tal ensinante é inútil à renovação da igreja.
Ele é:

- Monocultural, como afirma Luiza Cortesão [1], incapaz de abrir-se ao novo, à renovação;
- Taciturno, perdeu a alegria de ensinar e, por pouco, não perde a satisfação de viver.
- Dogmático, protege os erros teológicos do sistema para preservar sua própria posição na denominação.
- Iludido, pensa estar cumprindo os propósitos do Reino de Deus. Na verdade, ele se colocou na porta da EBD e não permite que ninguém mais a atravesse.
- Resistente, não admite qualquer mudança de paradigma na educação cristã, embora ele mesmo não saiba explicar suas práticas de ensino-aprendizagem.

Não resta dúvida, essa classe de professor perdeu o rumo, o telos, o sentido daquilo que faz e não consegue uma resposta às perguntas: por que ensino? por que sou professor?
Entendo que professores renovados produzirão uma igreja viva e saudável. Livre das enfermidades da religião, que nada mais são do que fábricas de parasitas e cruzados, esses educadores resgatariam toda riqueza que o carisma e o ofício de mestre possuem.
Mas para que isso ocorra, urge uma profunda mudança (metanóia) nos paradigmas educacionais que sustentam, à quase cem anos, a educação dominical. A Formação dos professores dominicais nas Assembleias de Deus no Brasil pouco mudou desde as cruzadas incansáveis de nosso paladino e mestre, Pr. Antonio Gilberto. O árduo trabalho desenvolvido por ele e sua equipe em todo Brasil melhoraram quantitativa e qualitativamente o perfil do professor das Assembleias de Deus.
A nossa denominação pode e deve se orgulhar de sua marcha incansável, e dos heróis e heroínas que se ofereceram como libação a favor de uma igreja madura e comprometida com o Reino de Deus.
Todavia, não podemos viver relembrando as glórias do passado se nos esquecemos dos desafios do presente e inquietações do futuro. O mundo mudou! Não é mais o monobloco de antigamente. E, isto, companheiros (as) exige uma nova classe de professores, um novo paradigma educacional, e uma nova forma de lidar com os desafios da modernidade líquida.

Notas:
[1] CORTESÃO.L. Ser professor: um ofício em risco de extinção. São Paulo: Cortez, 2002.
[2] FREIRE, P. Educação e mudança. 31.ed., São Paulo: Paz e Terra, 2008.

Do Blog Teologia e Graça de Esdras Costa Bentho

terça-feira, 22 de novembro de 2011

“E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes”. Tiago 1.22b

Lecionar no ensino bíblico é um verdadeiro desafio para qualquer professor que deseja ver em seus alunos transformações significante, geradas pelo poder da palavra de Deus, entretanto para que isso ocorra e propicie resultados espirituais, o professor deve preparar bem a sua aula, do começo ao fim.
Analisaremos 10 itens relevantes para que o professor possa se basear durante á preparação de sua aula, tais como:

1. Preparo espiritual: É de sua importância o professor separar um tempo no decorrer da semana para oração e consagração, no intuído de Deus lhe conduzir com sabedoria e discernimento bíblico durante o preparo da aula.

2. Interseção: É fundamental o professor interceder pelo pastor, o Gestor da EB, e principalmente pelos seus alunos e seus familiares, para que todo impedimentos e ciladas satânicas sejam aniquilados pelo poder de Deus.

3. Leia o material: O professor deve ler toda revista todos os dias, em sintonia com as passagens bíblicas, em prol de obter uma dimensão da temática da aula, e possíveis formas para ministra - lá.

4. Material de apoio: Durante o processo de elaboração da aula, o professor se depara com muitos termos bíblicos e passagens geográficas desconhecidas, por isso é de grande valia o professor consultar um bom dicionário bíblico e secular, mapas geográficos e bíblias com outras traduções, para sanar possíveis objeções.

5. Objetivos: O professor após estudar a matéria deve determinar quais os objetivos e resultados que pretende transmitir e alcançar na vida do aluno, e a partir dessa meta, conduzir toda sua aula para o atingimento desse propósito.

6. Recursos: O professor deve separar todo recurso didático e pedagógico que pretende utilizar em aula como: jornais, mapas, dicionários, dinâmicas, flip chart, projetor de imagem, vídeo, livros, entre outros.

7. Durabilidade: O professor deve separar no mínimo 2 horas por dia dedicadas exclusivamente ao estudo sistemático da palavra, para consagração e escolha dos recursos didáticos e pedagógicos que serão utilizados em sua aula.

8. Aplicabilidade: o professor deve escolher o método de aula que mais se encaixe no contexto da lição, e, por conseguinte, determinar o momento adequado que  os recursos didático-pedagógico serão aplicados na aula.

9. Revisão: o professor deve revisar toda sua lição, verificando possíveis informações não vistas, adequando métodos ou alterando recursos.

10. Direcionamento: a sintonia com Deus deve ser meta constante do professor, ele deve depender exclusivamente da sabedoria e discernimento de Deus, para que por intermédio da sua grandeza conduzir a sua aula com eficácia.

Estas são algumas dicas dentre centenas que existe, entretanto destacamos aquelas cuja importância é fundamental, portanto professor se você deseja ter crescimento e maturidade espiritual na vida de seus alunos, deve seguir com disciplinas estas recomendações, e acima de tudo ter a direção de Deus.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

1 – DEFININDO A PEDAGOGIA

Pedagogia é a arte e ciência de ensinar e educar. A palavra PEDAGOGIA tem origem em 03 vocábulos gregos;

  • PAIDOS : CRIANÇA
  • AGEIN : CONDUZIR
  • LOGIA : TRATADO
São processos e técnicas de ensino que fazem uso das leis psicológicas que regem o crescimento e o comportamento do ser humano.

2 – DEFININDO A ADOLESCÊNCIA

A adolescência é um período da vida que se estende entre a fase da infância e a fase adulta. Ela é um processo dinâmico e não um estado. É um estágio onde acontece um período radical de transição que deve ser vivido com naturalidade e intensidade pelo adolescente e um tempo especial onde os adultos precisam compreendê-los em suas inquietações.
A adolescência é considerada um fenômeno de caráter psicológico e social com diferentes particularidades que variam de acordo com o contexto no qual o adolescente está inserido.
A palavra adolescência deriva do latim ad (a, para) e olescer (crescer), caracterizando, portanto, o processo dinâmico que o indivíduo apresenta na sua aptidão de crescer. A adolescência também tem raízes na palavra adolescer, de onde origina a palavra adoecer. Temos, pois, uma dupla etimológica: crescer no sentido físico e psíquico e adoecer com as transformações biológicas e mentais que se sucedem nesta fase da vida.

3 – CONHECENDO AS NECESSIDADES DO ADOLESCENTE NO PROCESSO PEDAGÓGICO

Ensinar é mais do que transmissão de conhecimentos. È despertar a mente do aluno, promovendo a aprendizagem por parte do mesmo, fazendo-o pensar e agir por si próprio. O ensino bíblico deve visar o homem em todo o seu aspecto, ou seja, espírito, alma e corpo, promovendo a formação de um caráter verdadeiramente cristão.
O educador de Adolescentes, para que alcance os objetivos do processo pedagógico, precisa conhecer as diversas necessidades e inúmeros conflitos que cercam suas vidas. Vejamos alguns aspectos dessas necessidades;
  • Aspectos Físicos : Estão se desenvolvendo rapidamente e tanto podem estar bem dispostos quanto não querendo fazer absolutamente nada. Tornam-se desajustados por causa das transformações físicas que estão ocorrendo em seu corpo.
  • Aspectos Mentais : A capacidade de raciocínio do adolescente está em pleno desenvolvimento. Ele busca novidades, novas descobertas, especula, obstrui, analisa, e critica. “é uma verdadeira transformação na inteligência que afeta todos os aspectos da sua vida”.
  • Aspectos Sociais : O adolescente quer ser adulto e independente. Ele gosta de grupos fechados, fica encabulado facilmente e tem consciência de seus problemas. Cultua heróis, é leal ao seu grupo e tem interesse pelo sexo oposto.
  • Aspectos Psicológicos : A adolescência é a época das emoções profundas, intensas e duradouras, os acordes do sentimento respondem ao maior número de estímulos, gerando sentimentos inconstantes, deixando o adolescente vulnerável aos apelos que lhe são feitos através da mídia. Durante a adolescência a vida emocional não encontra equilíbrio. O desenvolvimento físico transtorna o controle nervoso. O alargamento do horizonte intelectual e a nova consciência social apresenta um vasto campo para conflitos emocionais. O adolescente geralmente flutua entre a alegria e a tristeza. A histeria é uma das fraquezas típicas do período.
  • Aspectos Espirituais : O adolescente está pronto para a salvação. Estudos mostram que a maioria das conversões que ocorrem antes dos 17 anos é permanente. Com a ampliação da vida mental e social do adolescente, a atração pela personalidade eleva-se ao máximo. Conhecendo Cristo, o adolescente encontra Nele a mais alta expressão de personalidade. Com uma direção compreensiva ele pode ser levado a fazer uma entrega pessoal como Salvador e Senhor. Contra a opinião de muitos adultos, o adolescente quer uma fé que seja prática. Suas emoções em desenvolvimento o conduzem àquelas atitudes fundamentais na verdadeira fé em Cristo.
4 – AS BASES MENTAIS DO EDUCADOR NO PROCESSO PEDAGÓGICO PARA ADOLESCENTES

Existem quatro coisas básicas que devem nortear a mente do dirigente/orientador a fim de que haja um aproveitamento necessário quanto à aprendizagem do adolescente:

  • Por que ensino? É de fundamental importância que o dirigente/orientador tenha convicção de que é vocacionado para esse honroso trabalho, bem como pela consciência de ensino por amor e gratidão a Deus e também em obediência.
  • Para que ensino? O maior propósito do dirigente /orientador quanto ao ensino deve ser alcançar a mente e o coração do adolescente através da Palavra de Deus, e contribuir para a criação de bons hábitos cristãos, proporcionando a formação de um caráter ideal ( Hb 10.6 ).
  • O que ensino? O dirigente/orientador deve ter em mente que é o ensino da Palavra, sob a unção do Espírito Santo que proporcionará o desenvolvimento de um caráter cristão.
  • A quem ensino? É importante o dirigente/orientador ter consciência de que o adolescente não é mais uma criança, também não é um adulto, mas um ser que sofre as consequências de um processo de transformação em relação ao corpo, idéias, emoções e comportamento.
5 – A DIDÁTICA APLICADA AO ADOLESCENTE

Normalmente somos bem informados e preparados teoricamente sobre o tópico anterior, mas muito limitados sobre como fazer, ou seja, a maneira prática de transmitir o ensino. Vejamos alguns procedimentos que farão diferença na nossa maneira de transmitir a Palavra de Deus para os adolescentes:
  1. Ensinar a partir das necessidades do adolescente (espirituais, emocionais, sociais e físicas).
  2. Ensinar de maneira informal, deixando-os assim à vontade para formular perguntas.
  3. Ensinar vida e não apenas conteúdo.
  4. Dar atenção personalizada, sem jamais discriminar.
  5. Procurar conhecer, aceitar e valorizar cada adolescente.
  6. Ensinar preparando vidas para o presente, para o futuro e para eternidade.
  7. Aplicar as várias metodologias de ensino.
6 – REQUISITOS BÁSICOS PARA O EDUCADOR DE ADOLESCENTES

  • Preparo Intelectual : Conhecimento técnico (pedagógico/psicológico) e teológico.
  • Preparo Emocional : Equilíbrio, autocontrole, motivação. Não trazer para a sala problemas pessoais, nem deixar transparecê-los.
  • Preparo Espiritual : Oração, jejum, dependência do Espírito Santo.
  • Preparo Interpessoal : Bom relacionamento e trato com o adolescente.



BIBLIOGRAFIA
  • Cláudio Rogério, Congresso Nacional de E.B.D., CPAD.
  • Eliezer Moraes, Congresso Nacional de E.B.D., CPAD
  • Antonio Gilberto, Manual da Escola Bíblica Dominical, CPAD.
  • Jamiel de Oliveira Lopes, Aprendendo a Lidar com o Adolescente, CANDEIA.




Elaborado pelo Pastor Altair Germano

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Marcos Tuler

INTRODUÇÃO

A Pedagogia de Projetos surgiu no início do século passado com o americano John Dewey. Este renomado educador, baseou-se na concepção de que a “educação é um processo de vida e não uma preparação para a vida futura”. Em outras palavras, a escola deve representar a vida prática, presente, do cotidiano.
No âmbito da educação cristã, os ensinamentos bíblicos ministrados na ED têm de sair do campo teórico para o prático, ou seja, os conteúdos de ensino devem despertar nos alunos motivação para mudança de comportamento. O professor precisa estar ciente de que todo o ensinamento bíblico ministrado na ED está, naturalmente, carregado de realidade e senso prático: “Ponham em prática o que vocês receberam e aprenderam de mim, tanto as minhas palavras como as minhas ações…” (Fp 4.9 ARA).

O que é Pedagogia de Projetos
Pedagogia de Projetos pode ser definida como um método no qual a classe se ocupa em atividades proveitosas e com propósitos definidos. Em outras palavras, é o ensino através da experiência. Este método coloca o aluno em contato com algum projeto concreto em que esteja interessado e em que planeje o empreendimento, colha as informações, e finalmente, leve a efeito os seus planos.
É necessário que o projeto vise um propósito real, e tenha valor prático para o ensino. Na Escola Dominical, o método de projetos assume um aspecto extracurricular, isto é, não é feito totalmente dentro do período de aula. Muitos trabalhos são iniciados em casa e concluídos na sala de aula.

Considerações importantes
No trabalho com projetos o próprio aluno constrói o conhecimento. O professor apenas propõe situações de ensino baseadas nas descobertas espontâneas e significativas dos alunos.
Com o trabalho de projetos, aprender deixa de ser um simples ato de memorização e ensinar não significa mais repassar conteúdos prontos. Aprende-se participando, vivenciando sentimentos, tomando atitudes diante dos fatos, escolhendo procedimentos para atingir determinados objetivos. Ensina-se não só pelas respostas dadas, mas principalmente pelas experiências proporcionadas, pelos problemas criados, pela ação desencadeada.

Objetivos
Em virtude de as atividades educativas serem elaboradas por alunos e professores, um dos principais objetivos da Pedagogia de Projetos é promover a integração e a cooperação entre docentes e discentes em sala de aula.
Os projetos devem visar também a resolução de algum problema ou algum empreendimento que esteja em harmonia com os interesses dos alunos, e relacionados às suas próprias experiências.

Principais características

Uma das principais características de um trabalho educativo realizado por projetos é a intencionalidade. Todo projeto deve ser orientado por objetivos claros e bem definidos. O que pretendo com a realização deste trabalho? Quais resultados posso esperar? Em que sentido meus alunos serão modificados?
A flexibilidade é outra característica importante. O planejamento de trabalho deve ser flexível, de modo que o tempo e as condições para desenvolvê-lo sejam sempre reavaliados em função dos objetivos inicialmente propostos, dos recursos à disposição do grupo e das circunstâncias que envolvem o projeto.
A originalidade do projeto demonstra que cada grupo é único, isto é, possui características próprias. Seus participantes têm ritmos e estilos diferentes. Portanto, o trabalho de um grupo não deve ser comparado com o de outro ou contestado. A resolução do problema proposto pelo projeto de trabalho, se dará em função das experiências e expectativas dos componentes de cada grupo. O projeto de trabalho deve se desenvolver apoiado na realidade de cada grupo.

Mudanças de paradigmas necessárias ao trabalho com projetos

O que precisa ser modificado numa proposta de ensino voltada para projetos?

1. O conceito e a metodologia de ensino.
a) Ensinar não é somente transmitir conhecimentos. Ensinar não é somente transferir conhecimento de uma cabeça a outra, não é somente comunicar. Ensinar é fazer pensar, é estimular para a identificação e resolução de problemas, é ajudar a criar novos hábitos de pensamento e ação.

b) O ensino deve ser centrado no aluno e não no professor ou conteúdo. O ensino centrado no aluno tem por objetivo criar condições favoráveis que facilitem a aprendizagem e liberar a capacidade de auto-aprendizagem do aluno, visando o seu desenvolvimento intelectual e emocional.

c) O ensino deve ser participativo e não unilateral. O aluno participa ativamente do processo ensino-aprendizagem, em vez de comportar-se passivamente como receptáculo do conhecimento alheio.

d) O ensino deve visar o contato do aluno direto com a realidade. A maioria dos professores utiliza-se da preleção (exposição oral) para ministrar suas aulas: explanações, informações, definições, enumerações, comentários, tudo transmitido oralmente. O professor precisa evitar o excesso de verbalismo em suas aulas. Precisa mostrar aos alunos os elementos relacionados às palavras a que se referem. O professor deve trabalhar com recursos didáticos visuais e audiovisuais: ilustrações, cartazes, gráficos, fotos, desenhos, figuras, gravuras, mapas, objetos, materiais tridimensionais etc.

O professor não deve apenas narrar um fato para que se chegue aos ouvidos, mas representá-lo graficamente para que se imprima na imaginação por intermédio dos olhos.

2. O tratamento do conteúdo de ensino.
a) O conteúdo dever ser contextualizado; aplicado à realidade dos alunos. Os ensinamentos bíblicos ministrados na ED têm de sair do campo teórico para o prático, ou seja, os conteúdos de ensino devem despertar nos alunos motivação para mudança de comportamento. Nenhum educador cristão deverá limitar-se ao conteúdo de uma matéria de ensino disposta em livro ou revista didática. Antes, deve ele em sua prática docente, considerar suas próprias experiências de vida como singular fonte de material útil ao bom êxito do ensino. Os livros que o professor lê, as pessoas com quem tem contato diariamente e cada experiência pessoal poderão constituir excelentes materiais para auxiliá-lo na suprema tarefa de esclarecer a Palavra de Deus a seus alunos.
Apesar de o material didático especializado ser de suma importância, nunca deverá o mestre desperdiçar a oportunidade de enriquecer suas aulas com sua prática de vida.

b) As informações devem ser transformadas em conhecimento. O professor não deve valoriza-las excessivamente.
Com o advento da globalização, a informação e o conhecimento estão à disposição de todos. Hoje uma pessoa pode ter acesso num só dia a um número equivalente de informações que um sujeito teria a vida inteira na Idade Média. A massa de conhecimento da humanidade que hoje dobra a cada dois anos, dobrará a cada 80 dias nos próximos 10 a quinze anos.
É quase impossível para o professor da classe de Escola Dominical competir com seus alunos, principalmente os jovens, em termos de quantidade de informação. Isto em função de os jovens passarem a maior parte do tempo conectados à Internet. O que fazer?
Os professores deverão ajudá-los a selecionarem e priorizarem as melhores informações para transformá-las em conhecimento útil às suas vidas em todas as áreas.

3. O conceito de aprender
Até o séc. XVI aprender era memorizar. A partir do séc. XVII Comenius considerou que aprender implica: compreender, memorizar e aplicar. Atualmente sabe-se que aprender é um processo lento, gradual e complexo. Envolve mudança de comportamento.
“Fixar, compreender e exprimir verbalmente um conhecimento não é tê-lo aprendido. Aprender significa ganhar um modo de agir”. (Anísio Teixeira)
O processo de ensinar tem como conseqüência obrigatória, o processo de aprender. Se o professor ensinou e o aluno não aprendeu, não houve verdadeiro ensino.

Planejamento
Quais atividades serão propostas? De quais materiais e ferramentas irão precisar? Quanto vai custar? Quais disciplinas serão envolvidas? Como conduzirá o projeto? Quantas aulas disporá para executá-lo? Quais estratégias usará para manter seus alunos interessados?
Os participantes deverão conhecer antecipadamente todas as etapas do trabalho. Deve-se considerar a quantidade de pessoas envolvidas, os recursos disponíveis, a metodologia utilizada, as fases e o prazo de execução (cronograma), os critérios de avaliação etc.
É imprescindível que a elaboração do planejamento seja realizada coletivamente pelos participantes.

No planejamento o professor deverá fazer aos alunos o seguinte questionamento:

O que? – Sobre o que falaremos/pesquisaremos? O que faremos neste projeto?

Por que? – Por que estaremos tratando deste tema? Quais são os objetivos?

Como? – Como realizaremos este projeto? Como operacionalizaremos? Como poderemos dividir as atividades entre os membros do grupo? Como apresentaremos o projeto?

Quando? – Quando realizaremos as etapas planejadas?

Quem? – Quem realizará cada uma das atividades? Quem se responsabilizará pelo
que?

Recursos? – Quais serão os recursos – materiais e humanos – necessários para a execução do projeto?

Etapas de um projeto

. Escolher o tema

· Planejar e organizar as ações (divisão dos grupos, definição dos assuntos a serem pesquisados, objetivos, recursos, procedimentos e delimitação do tempo de duração)

· Partilhar periodicamente os resultados obtidos ao longo da execução do trabalho

· Estabelecer com o grupo os critérios de avaliação

. Avaliar cada etapa do trabalho, realizando os ajustes necessários

· Fazer o fechamento do projeto

A escolha do tema

O tema poderá ser escolhido pelo professor, por um aluno ou em comum acordo com a classe. O importante é que ele seja de interesse de todos os que nele estarão trabalhando. Exemplos de temas: Vocação, drogas, sexualidade, temas bíblicos, teológicos, comportamento social etc.
Pode-se trabalhar com um único tema para todos os grupos, ou com um único tema onde cada equipe trabalha com uma particularidade, ou ainda com diversos temas.
É necessário que alguns questionamentos sejam feitos na escolha do tema: Até que ponto ele vai despertar e manter a atenção dos seus alunos? Quanto contribuirá para ampliar o conhecimento deles? Quais as vantagens e desvantagens de escolher este ou aquele tema?

Os objetivos
O que você pretende alcançar com este projeto? O que gostaria que seus alunos aprendessem com ele?

Problematização
Nesse momento os alunos irão expressar suas idéias, conhecimentos e questões sobre o tema escolhido. Neste momento, suas experiências, saberes e história de vida deverão ser bastante valorizados.

Pesquisa e produção
Nesta fase é fundamental a atuação do professor no acompanhamento da execução do trabalho. Suas intervenções devem levar os alunos a confrontarem suas idéias, informações e conhecimentos com outras visões de mundo, ou seja, outras maneiras de ver e analisar o problema que deu origem ao projeto. A diversidade de visões traz maior riqueza às discussões e o seu confronto favorece o exercício da autonomia e da responsabilidade do aluno sobre sua própria aprendizagem.
O professor poderá contribuir com o trabalho, trazendo para a sala de aula diferentes fontes de informações tais como: jornais, revistas, livros, documentos, textos colhidos na Internet, organogramas, mapas etc., tudo de acordo com a proposta do trabalho.
O trabalho deverá integrar-se com ações pedagógicas tais como: visita a bibliotecas, entrevistas com pessoas da comunidade, vinda de pessoas de outros lugares para trocar idéias e experiências sobre o tema em questão.

Na hora de formalizar o projeto oriente-se pelo seguinte esquema:

· Turma a que se destina (faixa etária)

· Duração

· Justificativa (por que escolheu o tema)

· Objetivos

· Conteúdos trabalhados (disciplinas e assuntos que serão abordados)

· Estratégias/procedimentos (como alcançar os objetivos)

· Material necessário (relacione os recursos necessários)

· Avaliação (como pretende avaliar os alunos)

Avaliação
A avaliação da ação pedagógica deve contar com a participação de todos os envolvidos, tendo sempre um olhar direcionado aos objetivos propostos e aos papéis desempenhados.
O professor, ao acompanhar o desenvolvimento do Projeto, pode não só avaliar sua atuação, como também ser avaliado pelos alunos.
A avaliação do aluno deverá ocorrer durante todo o processo e servir como parâmetro para o replanejamento das atividades em novos projetos. O próprio aluno pode se auto-avaliar considerando sua atuação e desenvolvimento no processo educativo.

Conclusão
Apesar de definidas as etapas de desenvolvimento de um Projeto de Trabalho, elas têm de ser consideradas como parte de um processo contínuo, sujeito a mudanças e recontextualizações de acordo com as necessidades que surgem no grupo durante a sua execução: jamais poderão ser reduzidas a uma lista de objetivos e etapas estanques a serem seguidas passo a passo. O planejamento deve ser suficientemente flexível para incorporar as modificações que se façam necessárias no decorrer de seu desenvolvimento.
Os conteúdos, as habilidades, a criatividade, por serem trabalhados em um contexto que dá a eles significado, são construídos de forma que os alunos não os vêem como compartimentos fechados do conhecimento, utilizáveis apenas na situação discutida em sala de aula. Ao contrário, essa metodologia possibilita aos educandos estabelecer relações em outras situações a partir do conhecimento apreendido, habilidade extremamente necessária e valorizada na sociedade atual.
Em sua prática docente, o professor de Escola Dominical cônscio de suas responsabilidades, deve preocupar-se não apenas em ampliar o cabedal teórico de seus alunos, mas em orientá-los quanto à necessidade de traduzirem seus conhecimentos em ação dinâmica e eficaz. A pedagogia de projetos é uma excelente aliada do professor no cumprimento desse propósito.

do Blog Ensino Dominical

segunda-feira, 18 de outubro de 2010


1) Vivenciando a história bíblica


Envolver as crianças em uma história interativa para que respondam com gestos quando a palavra for mencionada:


Palavras
Ações
Deus
apontam para cima
Espias
tapam os ouvidos
Calebe/Josué
polegares para cima
Frutos/uvas/leite/mel
esfregam o estômago


Se a classe for grande, escolher 12 crianças para serem “espias”. Vesti-las com roupas dos tempos bíblicos e pedir-lhes que caminhem com o cacho de “uvas” e alguns figos e romãs no momento certo da história.
Para fazer um cachão de uvas, utilize bexigas roxas. Amarre-o num cabo de vassoura para colocar no ombro dos espias.
As demais crianças participam da história interativa.
O povo hebreu tinha alcançado as fronteiras de Canaã e se preocupava com muitas perguntas.

Como era a Terra Prometida?
E as pessoas como seriam?
Eram muitas ou poucas?
Fortes ou fracas?
Em que espécie de cidades elas moravam?
Como era o solo do país? O que se produzia ali?

Assim, Deus [apontar para cima] disse a Moisés que escolhesse um líder de cada tribo para explorar a terra. “Escolher” as doze crianças vestidas de espias.] “Vejam como é a terra”, lhes disse Moisés, “e se esforcem para trazer alguns frutos [esfregar o estômago] de lá. (As dozes crianças partem.]

Os líderes ficaram fora quarenta dias. Os israelitas devem ter ficado emocionados quando viram os homens retornando ao acampamento. [Os “espias” entram na sala com um grande cacho de “uvas” e alguns figos e romãs.] para fazer um cachão de uvas, utilize bexigas roxas. O povo se apressa em saudar os exploradores. Tão logo a multidão se aquieta, os homens começam a falar.

“A terra flui leite e mel [esfregar o estômago]”, eles relataram. [Ditas crianças que carregam o cacho de “uvas”.] “Aqui estão os frutos.” [Esfregar o estômago.] Eles mostraram aos israelitas o cacho de uvas [esfregar o estômago], tão grande que foram precisos dois homens para carregá-lo! [Neste momento, pedir que algumas outras crianças levantem as romãs e figos.] E eles também tinham romãs e figos! Os israelitas ficaram muito entusiasmados. Era justamente o que eles esperavam ouvir.
“Mas”, os espias [tampar os ouvidos continuaram, “o povo que mora lá é muito poderoso, e as cidades são muito fortes, e muito grandes.”
“O quê?!”, Calebe [polegares para cima] não podia crer no que ouvia! O que os outros espias [polegares para baixo 1 estavam dizendo? Calebe [polegares para cima] tinha sido um dos exploradores! Ele havia visto a terra por si mesmo, e sabia que Deus [apontar para cima] daria a terra a eles. “Nós devemos ir e tomar posse da terra”, ele rapidamente encorajou. “Com certeza podemos fazer isso!”

Mas os dez espias polegares para baixo] rapidamente começaram a argumentar com ele:
“Nós não podemos atacar essa gente. Eles são gigantes! São mais fortes do que nós! Em comparação com eles, nós parecemos gafanhotos.”
Dentro de pouco tempo, o desencorajamento tomou conta do acampamento e as pessoas começaram a chorar.
“Teria sido melhor morrer no Egito do que aqui no deserto!”, lamentava o povo. “Vamos voltar para o Egito!”
Moisés e Arão se prostraram, com o rosto em terra. Calebe [polegares para cinza] e um dos outros exploradores, Josué, [polegares para cima 1 rasgaram suas roupas em frustração e ergueram as mãos, pedindo silêncio. “A terra é excelente!’, argumentaram eles. “Deus [apontar para cima] a dará a nós. Não tenham medo das pessoas dali, nós as venceremos. Deus [apontar para cima] está conosco. Não tenhamos medo deles.”
Mas a multidão não quis ouvir Calebe e Josué [polegares para cima]. O povo ficou cada vez mais exaltado. Um murmúrio começou a elevar através da multidão. “vamos apedrejá-los!”, eles gritavam, apontando para Moisés e Arão, Calebe e Josué polegares para cinza]. “Joguem pedras neles! Joguem pedras neles! Joguem pedras neles!”
Naquele momento, uma luz brilhante apareceu sobre o tabernáculo, a tenda do Senhor. As pessoas se afastaram, temerosas, tremendo e tapando os olhos com as mãos.
Então, o Senhor falou: “Como este povo ainda recusa crerem Mim, a despeito dos milagres e sinais que tenho feito a favor dele? Nenhum dos adultos que viram os milagres que realizei no Egito e no deserto verá a Terra Prometida. Eles morrerão no deserto. Mas a seus filhos, Eu lhes darei a alegria de entrar na terra que os pais rejeitaram.”
Deus [apontar para cima] poupou Calebe e Josué [polegares para cima] porque eles encorajaram o povo a seguir ao Senhor.

Analisando
Quantos exploradores ou espias havia? (12) Por que dez dos espias temeram apossar-se da terra? (Eles não confiavam em Deus.) Por que Calebe e Josué estavam certos de que poderiam conquistar a terra? (Eles sabiam que Deus os ajudaria.) O que Deus pensava daqueles que espalharam desencorajamento? (Ele sabia que eles não estavam prontos para entrar na Terra Prometida.) O que acontece quando pessoas espalham desencorajamento? (Eu também começo ficar desencorajado.) Quão importante é ser um encorajador? (É muito importante.) Vamos ler Hebreus 10:25, parte central, e depois vamos dizer juntos nossa mensagem: ENCORAJAMOS UNS AOS OUTROS A SEGUIR AO SENHOR.



 2) Os Doze espias



1- Objetivo: Ensinar às crianças que devemos confiar em Deus e não ter medo de nada, Ele é a nossa proteção!

2- Quebra-Gelo: Você tem medo de alguma coisa? Do que? Líder, depois que as crianças responderem, peça para dizerem o versículo, e quando vier o medo elas deverão falar este versículo, declará-lo com fé.

3- Versículo para Memorizar: “O Senhor é o meu auxílio, não temerei; que me poderá fazer o homem?” Hebreus 13:6

4- Leitura da Bíblia: Números 13 e 14

5- Mensagem: O SENHOR Deus disse a Moisés: Mande alguns homens para espionar a terra de Canaã, a terra que eu vou dar aos israelitas. Separe o líder de cada uma das doze tribos do povo de Israel. Quando Moisés os mandou espionar a terra de Canaã, disse a esses homens o seguinte: — Vejam se o povo que mora nela é forte ou fraco, se são poucos ou muitos. Vejam se a terra onde esse povo mora é boa ou ruim. Tenham coragem e tragam algumas frutas da terra . Eles subiram pela região sul e foram até Hebrom. Passados 40 dias, voltaram para o deserto, onde estavam Moisés, Arão e todo o povo de Israel. Da terra que foram espiar cortaram e trouxeram um cacho de uvas, que dois homens carregaram pendurado numa vara. Eles pegaram também romãs e figos. E contaram a eles e a todo o povo o que tinham visto. Eles disseram a Moisés: — Nós fomos até a terra aonde você nos enviou. De fato, ela é boa e rica, como se pode ver por estas frutas. Mas os que moram lá são fortes, e as cidades são muito grandes e têm muralhas. Não podemos atacar aquela gente, pois é mais forte do que nós. Também vimos ali gigantes, os descendentes de Anaque. Perto deles, nós nos sentíamos tão pequenos como gafanhotos; e, para eles, também parecíamos gafanhotos. Mas Calebe os fez calar e disse: Vamos atacar agora e conquistar a terra deles; nós somos fortes e vamos conseguir isso! Mas o povo começou a reclamar contra Moisés:— Seria melhor se tivéssemos morrido no Egito ou mesmo neste deserto! Por que será que o SENHOR Deus nos trouxe para esta terra. Seria bem melhor voltarmos para o Egito! E Josué, filho de Num, e Calebe, filho de Jefoné, dois dos líderes que haviam espionado a terra, rasgaram as suas roupas em sinal de tristeza e disseram ao povo: — A terra que fomos espionar é muito boa mesmo. Se o SENHOR Deus nos ajudar, ele fará com que entremos nela e nos dará aquela terra, uma terra boa e rica. Porém não sejam rebeldes contra o SENHOR e não tenham medo do povo daquela terra. O SENHOR está com a gente! Por causa da murmuração do povo, Deus disse: nenhum de vocês entrará naquela terra, a não ser Calebe e Josué. Nenhum desses homens viverá para entrar naquela terra. Eles viram a minha glória e os milagres que fiz no Egito e no deserto. Mas não quiseram me obedecer. Quarenta anos vocês vão sofrer por causa dos seus pecados. Na terra prometida entrarão os que tem menos de 20 anos.Os israelitas ficaram tristes ao ouvirem isto e se arrependeram. Disseram a Moisés: Agora estamos prontos para ir até o lugar que o SENHOR nos havia prometido. De fato, nós pecamos. Porém Moisés respondeu: —Não entrem na região montanhosa. O SENHOR não está com vocês, pois vocês o abandonaram, e os seus inimigos vão derrotá-los. Mesmo assim os israelitas teimaram em querer entrar na região montanhosa, mas nem a arca da aliança de Deus, o SENHOR, nem Moisés saíram do acampamento. Então os amalequitas e os cananeus que moravam naquela região montanhosa atacaram, e derrotaram os israelitas, e muitos foram mortos.

6-Aplicação: Deus realizou tantos milagres entre os israelitas, mas eles continuaram murmurando, cheios de medo, não confiando em Deus, por isso morreram antes de entrar na terra prometida, Canaã. Não tenha medo de fazer o que Deus manda. Ele estará contigo e te protegerá! Não tenha medo de falar de Jesus aos seus colegas, não tenha medo de dizer não para quem te mandar fazer coisas erradas. Não tenha medo de repreender o diabo quando ele atacar a sua família, provocando brigas. O Senhor te protegerá e dará coragem para enfrentar o inimigo. Você não é um gafanhoto, é um vencedor, porque o Senhor está contigo em todos os momentos! Vamos repetir o versículo!

7- Exercício de fixação: Brinque de “cobra cega” com as crianças. Coloque as vendas em algumas delas e coloque outras crianças como guias. Ensinar o princípio de que o Senhor nos guia por lugares certos, não devemos temer nenhum mal.

8-Comunhão/ Encerramento

Roteiro das Gravuras: Doze Espias

Números 13 e 14

Gravura 1
O SENHOR Deus disse a Moisés: Mande alguns homens para espionar a terra de Canaã, a terra que eu vou dar aos israelitas. Em cada tribo escolha um homem que seja líder. Moisés escolheu doze espias de acordo com as ordens de Deus: um líder de cada uma das doze tribos do povo de Israel.




Gravura 2
Quando Moisés os mandou espionar a terra de Canaã, disse a esses homens o seguinte: — Vão pela região sul e subam pelas montanhas. Vejam bem que terra é essa. Vejam também se o povo que mora nela é forte ou fraco, se são poucos ou muitos.
Vejam se a terra onde esse povo mora é boa ou ruim, se as suas cidades têm muralhas ou não.
Examinem também a qualidade da terra, se é boa para plantar ou não. Vejam se há matas. Tenham coragem e tragam algumas frutas da terra (Estava na época da primeira colheita de uvas.).

Gravura 3
Assim, os homens saíram e espionaram a terra desde o deserto de Zim até Reobe, perto da subida de Hamate.
Eles subiram pela região sul e foram até Hebrom. Ali viviam descendentes de uma raça de gigantes chamados anaquins.



Gravura 4

Eles voltaram a Cades, no deserto de Parã, onde estavam Moisés, Arão e todo o povo de Israel.
Da terra que foram espiar cortaram e trouxeram um cacho de uvas, que dois homens carregaram pendurado numa vara. Eles pegaram também romãs e figos
E contaram a eles e a todo o povo o que tinham visto e mostraram as frutas que haviam trazido da terra.

Gravura 5
Eles disseram a Moisés: — Nós fomos até a terra aonde você nos enviou. De fato, ela é boa e rica, como se pode ver por estas frutas.





Gravura 6
Mas os que moram lá são fortes, e as cidades são muito grandes e têm muralhas. Além disso, vimos ali os descendentes dos gigantes. Não podemos atacar aquela gente, pois é mais forte do que nós.
Assim, por causa do medo, espalharam notícias falsas entre os israelitas a respeito da terra que haviam espionado. Eles disseram: — Aquela terra não produz o suficiente nem para alimentar os seus moradores. E os homens que vimos lá são muito altos.
Também vimos ali gigantes, os descendentes de Anaque. Perto deles nós nos sentíamos tão pequenos como gafanhotos; e, para eles, também parecíamos gafanhotos.
Mas Calebe os fez calar e disse: — Vamos atacar agora e conquistar a terra deles; nós somos fortes e vamos conseguir isso!

Gravura 7
Aí o povo começou a reclamar contra Moisés:— Seria melhor se tivéssemos morrido no Egito ou mesmo neste deserto!
Por que será que o SENHOR Deus nos trouxe para esta terra? Nós vamos ser mortos na guerra, e as nossas mulheres e os nossos filhos vão ser presos. Seria bem melhor voltarmos para o Egito!
E diziam uns aos outros: — Vamos escolher outro líder e voltemos para o Egito!

Gravura 8
E Josué, filho de Num, e Calebe, filho de Jefoné, dois dos líderes que haviam espionado a terra, rasgaram as suas roupas em sinal de tristeza e disseram ao povo: — A terra que fomos espionar é muito boa mesmo.
Se o SENHOR Deus nos ajudar, ele fará com que entremos nela e nos dará aquela terra, uma terra boa e rica.
Porém não sejam rebeldes contra o SENHOR e não tenham medo do povo daquela terra. Nós os venceremos com facilidade. O SENHOR está com a gente e derrotou os deuses que os protegiam. Portanto, não tenham medo.
Por causa da murmuração do povo, Deus disse: nenhum de vocês entrará naquela terra, a não ser Calebe, filho de Jefoné, e Josué, filho de Num. Nenhum desses homens viverá para entrar naquela terra. Eles viram a minha glória e os milagres que fiz no Egito e no deserto. Mas não quiseram me obedecer
Quarenta anos vocês vão sofrer por causa dos seus pecados, conforme os quarenta dias que os espias espionaram a terra, um ano para cada dia. Na terra prometida entrará os que tem menos de 20 anos.
Os israelitas ficaram tristes ao ouvirem isto e se arrependeram. Disseram a Moisés: Agora estamos prontos para ir até o lugar que o SENHOR nos havia prometido. De fato, nós pecamos.

Gravura 9
Porém Moisés respondeu: — Então por que vocês estão querendo desobedecer à ordem de Deus, o SENHOR? Isso não vai dar certo. Não entrem na região montanhosa. O SENHOR não está com vocês, e os seus inimigos vão derrotá-los.
Os amalequitas e os cananeus estão ali para enfrentá-los e matá-los na batalha. O SENHOR não estará com vocês, pois vocês o abandonaram.
Mesmo assim os israelitas teimaram em querer entrar na região montanhosa, mas nem a arca da aliança de Deus, o SENHOR, nem Moisés saíram do acampamento.

Gravura 10
Então os amalequitas e os cananeus que moravam naquela região montanhosa atacaram, e derrotaram os israelitas, e muitos foram mortos.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009


Um erro freqüente que vivenciamos na escola bíblica é a dicotomia entre teoria e prática. Por muito tempo se tem dito (incoerentemente, é verdade) que nossos professores falham porque desenvolvem aulas "teóricas", significando com isso que os alunos da EBD não se engajam em atividades práticas. Será?
Convém apresentar neste artigo, para esclarecermos a situação-problema de nossas atividades educativas na EBD, (1) o significado de aula teórica (ou melhor, o processo de teorização); (2) o significado de aula prática (que não é somente o momento de aplicar o que foi aprendido previamente pela aula teórica) e (3) mostrar a relação orgânica teoria-prática que deve reger nossos empreendimentos educacionais na escola bíblica dominical.

O processo de teorização na EBD

Uma aula teórica na EBD é aquela em que todos os alunos são convidados a uma reflexão própria sobre um problema comum, com ajuda das ferramentas da pesquisa científica. Para subsidiar este conhecimento advindo das ciências bíblicas como a hermenêutica (ciência da interpretação), a história (principalmente, a do povo de Israel – AT e do primeiro século – NT), a lingüística (que esclarece para o estudioso da Bíblia o significado das palavras originais: em hebraico e grego), por exemplo, a Escola Bíblica Dominical faz uso de uma revista, que por sua vez é um comentário de um texto bíblico.
A revista deve ser instrumento de auxílio e não o instrumento de ensino. A aula teórica deve partir da situação-problema enfocada no estudo em pauta. É o caso, por exemplo, na lição de 4 de janeiro da revista Atitude, destinada aos jovens, que tem por título UMA DIFÍCIL CHAMADA. Em vez de ensinar de modo descritivo sobre a chamada do profeta Oséias, o professor deveria levar o aluno a encarar as seguintes questões (situações-problema): O que dá legitimidade à minha relação com Deus? Como devo melhorar a qualidade de minha relação com Deus? Ao fazer isto, o professor instiga a curiosidade dos alunos, leva-os a pensar e a buscar soluções.
É interessante notar, a esta altura, que o processo de teorização não elimina necessariamente a possibilidade do trabalho prático. A aula teórica deve ser planejada para conseguir a participação ativa dos alunos. A fim de exemplificar esta afirmação, por que não pedir aos alunos que formulem um questionário, contendo possíveis respostas às questões principais da reflexão teórica proposta? Há muitas outras técnicas de pesquisa que podem servir a este propósito: biblioteca, dados estatísticos, correspondência, debates, discussões etc.
O próximo passo seria pedir que eles apresentem os resultados, comparando-os com a LIÇÃO EM FOCO (seção da revista em que o aluno se vê diante da aplicação prática do estudo). É nesse momento que os alunos organizam suas descobertas e demonstram o domínio dos conteúdos propostos pela aula. Os resultados, porém, devem levar a classe de volta ao processo de teorização, num ciclo educativo, pela formulação de novas questões (situações-problema).

Planejando a aula prática
O conceito de aula prática que se tem difundido envolve dois aspectos: fazer coisas e aplicar o que foi aprendido. Pode-se afirmar, entretanto, que estes aspectos acabam por reduzir a abrangência proposta por este processo de ensino.
Uma aula pode ser chamada ‘prática’ quando os alunos são levados ao contato direto com a realidade. Infere-se daí que ela não tem fundamentalmente que vir após a problematização (reflexão, teorização), podendo antecipá-la.
Para servir de exemplo, usemos a lição 2, de 11 de janeiro, da revista Atitude, UMA CONTENDA COM DEUS, que apresenta o texto bíblico de Oséias 4 a 6. O tema do estudo focaliza a indignação divina contra o pecado do povo, especificamente, pela desobediência aos mandamentos divinos contra a prática da idolatria.
O professor poderia começar com a seguinte atividade: Dividir a turma em equipes. Entregar a cada equipe massa de modelar e pedir que construam um ídolo. O professor, então, organizaria sua aula teórica para mostrar os resultados da prática da idolatria na vida da nação. Seria importante, também, perguntar aos alunos por que deram aquele formato específico ao seu ídolo? O que esperavam dele? Na aplicação, toda a classe chegaria à conclusão que há necessidades espirituais a serem preenchidas na vida de cada ser humano e, não oferecendo a Deus a oportunidade de preencher este vazio, surge a ocasião para o ídolo, o substituto para Deus.

A relação orgânica teoria-prática
Teoria e prática são partes do mesmo processo de ensino-aprendizagem. Não devemos teorizar sem levar os alunos a viver experiências práticas que modifiquem sua percepção de mundo. Devemos fazer com que os contatos dos alunos com a realidade provoquem questionamentos que devem ser respondidos no processo de teorização.
Não seria fantástico fazer com que nossas escolas bíblicas superassem a dicotomia teoria x prática e tivéssemos aulas que promovessem a interação destes elementos essenciais da aprendizagem?
Então, mãos à obra!

Davi Freitas de Carvalho
é pastor da PIB da Fazenda Botafogo, RJ,
e membro do corpo editorial da Juerp

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