terça-feira, 22 de novembro de 2011

“E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes”. Tiago 1.22b

Lecionar no ensino bíblico é um verdadeiro desafio para qualquer professor que deseja ver em seus alunos transformações significante, geradas pelo poder da palavra de Deus, entretanto para que isso ocorra e propicie resultados espirituais, o professor deve preparar bem a sua aula, do começo ao fim.
Analisaremos 10 itens relevantes para que o professor possa se basear durante á preparação de sua aula, tais como:

1. Preparo espiritual: É de sua importância o professor separar um tempo no decorrer da semana para oração e consagração, no intuído de Deus lhe conduzir com sabedoria e discernimento bíblico durante o preparo da aula.

2. Interseção: É fundamental o professor interceder pelo pastor, o Gestor da EB, e principalmente pelos seus alunos e seus familiares, para que todo impedimentos e ciladas satânicas sejam aniquilados pelo poder de Deus.

3. Leia o material: O professor deve ler toda revista todos os dias, em sintonia com as passagens bíblicas, em prol de obter uma dimensão da temática da aula, e possíveis formas para ministra - lá.

4. Material de apoio: Durante o processo de elaboração da aula, o professor se depara com muitos termos bíblicos e passagens geográficas desconhecidas, por isso é de grande valia o professor consultar um bom dicionário bíblico e secular, mapas geográficos e bíblias com outras traduções, para sanar possíveis objeções.

5. Objetivos: O professor após estudar a matéria deve determinar quais os objetivos e resultados que pretende transmitir e alcançar na vida do aluno, e a partir dessa meta, conduzir toda sua aula para o atingimento desse propósito.

6. Recursos: O professor deve separar todo recurso didático e pedagógico que pretende utilizar em aula como: jornais, mapas, dicionários, dinâmicas, flip chart, projetor de imagem, vídeo, livros, entre outros.

7. Durabilidade: O professor deve separar no mínimo 2 horas por dia dedicadas exclusivamente ao estudo sistemático da palavra, para consagração e escolha dos recursos didáticos e pedagógicos que serão utilizados em sua aula.

8. Aplicabilidade: o professor deve escolher o método de aula que mais se encaixe no contexto da lição, e, por conseguinte, determinar o momento adequado que  os recursos didático-pedagógico serão aplicados na aula.

9. Revisão: o professor deve revisar toda sua lição, verificando possíveis informações não vistas, adequando métodos ou alterando recursos.

10. Direcionamento: a sintonia com Deus deve ser meta constante do professor, ele deve depender exclusivamente da sabedoria e discernimento de Deus, para que por intermédio da sua grandeza conduzir a sua aula com eficácia.

Estas são algumas dicas dentre centenas que existe, entretanto destacamos aquelas cuja importância é fundamental, portanto professor se você deseja ter crescimento e maturidade espiritual na vida de seus alunos, deve seguir com disciplinas estas recomendações, e acima de tudo ter a direção de Deus.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

1 – DEFININDO A PEDAGOGIA

Pedagogia é a arte e ciência de ensinar e educar. A palavra PEDAGOGIA tem origem em 03 vocábulos gregos;

  • PAIDOS : CRIANÇA
  • AGEIN : CONDUZIR
  • LOGIA : TRATADO
São processos e técnicas de ensino que fazem uso das leis psicológicas que regem o crescimento e o comportamento do ser humano.

2 – DEFININDO A ADOLESCÊNCIA

A adolescência é um período da vida que se estende entre a fase da infância e a fase adulta. Ela é um processo dinâmico e não um estado. É um estágio onde acontece um período radical de transição que deve ser vivido com naturalidade e intensidade pelo adolescente e um tempo especial onde os adultos precisam compreendê-los em suas inquietações.
A adolescência é considerada um fenômeno de caráter psicológico e social com diferentes particularidades que variam de acordo com o contexto no qual o adolescente está inserido.
A palavra adolescência deriva do latim ad (a, para) e olescer (crescer), caracterizando, portanto, o processo dinâmico que o indivíduo apresenta na sua aptidão de crescer. A adolescência também tem raízes na palavra adolescer, de onde origina a palavra adoecer. Temos, pois, uma dupla etimológica: crescer no sentido físico e psíquico e adoecer com as transformações biológicas e mentais que se sucedem nesta fase da vida.

3 – CONHECENDO AS NECESSIDADES DO ADOLESCENTE NO PROCESSO PEDAGÓGICO

Ensinar é mais do que transmissão de conhecimentos. È despertar a mente do aluno, promovendo a aprendizagem por parte do mesmo, fazendo-o pensar e agir por si próprio. O ensino bíblico deve visar o homem em todo o seu aspecto, ou seja, espírito, alma e corpo, promovendo a formação de um caráter verdadeiramente cristão.
O educador de Adolescentes, para que alcance os objetivos do processo pedagógico, precisa conhecer as diversas necessidades e inúmeros conflitos que cercam suas vidas. Vejamos alguns aspectos dessas necessidades;
  • Aspectos Físicos : Estão se desenvolvendo rapidamente e tanto podem estar bem dispostos quanto não querendo fazer absolutamente nada. Tornam-se desajustados por causa das transformações físicas que estão ocorrendo em seu corpo.
  • Aspectos Mentais : A capacidade de raciocínio do adolescente está em pleno desenvolvimento. Ele busca novidades, novas descobertas, especula, obstrui, analisa, e critica. “é uma verdadeira transformação na inteligência que afeta todos os aspectos da sua vida”.
  • Aspectos Sociais : O adolescente quer ser adulto e independente. Ele gosta de grupos fechados, fica encabulado facilmente e tem consciência de seus problemas. Cultua heróis, é leal ao seu grupo e tem interesse pelo sexo oposto.
  • Aspectos Psicológicos : A adolescência é a época das emoções profundas, intensas e duradouras, os acordes do sentimento respondem ao maior número de estímulos, gerando sentimentos inconstantes, deixando o adolescente vulnerável aos apelos que lhe são feitos através da mídia. Durante a adolescência a vida emocional não encontra equilíbrio. O desenvolvimento físico transtorna o controle nervoso. O alargamento do horizonte intelectual e a nova consciência social apresenta um vasto campo para conflitos emocionais. O adolescente geralmente flutua entre a alegria e a tristeza. A histeria é uma das fraquezas típicas do período.
  • Aspectos Espirituais : O adolescente está pronto para a salvação. Estudos mostram que a maioria das conversões que ocorrem antes dos 17 anos é permanente. Com a ampliação da vida mental e social do adolescente, a atração pela personalidade eleva-se ao máximo. Conhecendo Cristo, o adolescente encontra Nele a mais alta expressão de personalidade. Com uma direção compreensiva ele pode ser levado a fazer uma entrega pessoal como Salvador e Senhor. Contra a opinião de muitos adultos, o adolescente quer uma fé que seja prática. Suas emoções em desenvolvimento o conduzem àquelas atitudes fundamentais na verdadeira fé em Cristo.
4 – AS BASES MENTAIS DO EDUCADOR NO PROCESSO PEDAGÓGICO PARA ADOLESCENTES

Existem quatro coisas básicas que devem nortear a mente do dirigente/orientador a fim de que haja um aproveitamento necessário quanto à aprendizagem do adolescente:

  • Por que ensino? É de fundamental importância que o dirigente/orientador tenha convicção de que é vocacionado para esse honroso trabalho, bem como pela consciência de ensino por amor e gratidão a Deus e também em obediência.
  • Para que ensino? O maior propósito do dirigente /orientador quanto ao ensino deve ser alcançar a mente e o coração do adolescente através da Palavra de Deus, e contribuir para a criação de bons hábitos cristãos, proporcionando a formação de um caráter ideal ( Hb 10.6 ).
  • O que ensino? O dirigente/orientador deve ter em mente que é o ensino da Palavra, sob a unção do Espírito Santo que proporcionará o desenvolvimento de um caráter cristão.
  • A quem ensino? É importante o dirigente/orientador ter consciência de que o adolescente não é mais uma criança, também não é um adulto, mas um ser que sofre as consequências de um processo de transformação em relação ao corpo, idéias, emoções e comportamento.
5 – A DIDÁTICA APLICADA AO ADOLESCENTE

Normalmente somos bem informados e preparados teoricamente sobre o tópico anterior, mas muito limitados sobre como fazer, ou seja, a maneira prática de transmitir o ensino. Vejamos alguns procedimentos que farão diferença na nossa maneira de transmitir a Palavra de Deus para os adolescentes:
  1. Ensinar a partir das necessidades do adolescente (espirituais, emocionais, sociais e físicas).
  2. Ensinar de maneira informal, deixando-os assim à vontade para formular perguntas.
  3. Ensinar vida e não apenas conteúdo.
  4. Dar atenção personalizada, sem jamais discriminar.
  5. Procurar conhecer, aceitar e valorizar cada adolescente.
  6. Ensinar preparando vidas para o presente, para o futuro e para eternidade.
  7. Aplicar as várias metodologias de ensino.
6 – REQUISITOS BÁSICOS PARA O EDUCADOR DE ADOLESCENTES

  • Preparo Intelectual : Conhecimento técnico (pedagógico/psicológico) e teológico.
  • Preparo Emocional : Equilíbrio, autocontrole, motivação. Não trazer para a sala problemas pessoais, nem deixar transparecê-los.
  • Preparo Espiritual : Oração, jejum, dependência do Espírito Santo.
  • Preparo Interpessoal : Bom relacionamento e trato com o adolescente.



BIBLIOGRAFIA
  • Cláudio Rogério, Congresso Nacional de E.B.D., CPAD.
  • Eliezer Moraes, Congresso Nacional de E.B.D., CPAD
  • Antonio Gilberto, Manual da Escola Bíblica Dominical, CPAD.
  • Jamiel de Oliveira Lopes, Aprendendo a Lidar com o Adolescente, CANDEIA.




Elaborado pelo Pastor Altair Germano

sábado, 19 de março de 2011


1. A educação não pode ser delegada à escola. Aluno é transitório. Filho é para sempre.

2. O quarto não é lugar para fazer criança cumprir castigo. Não se pode castigar com internet, som, tv, etc.

3. Educar significa punir as condutas derivadas de um comportamento errôneo. Queimou índio pataxó, a pena (condenação judicial) deve ser passar o dia todo em hospital de queimados.

4. É preciso confrontar o que o filho conta com a verdade real. Se falar que professor o xingou, tem que ir até a escola e ouvir o outro lado, além das testemunhas.

5. Informação é diferente de conhecimento. O ato de conhecer vem após o ato de ser informado de alguma coisa. Não são todos que conhecem.

6. A autoridade deve ser compartilhada entre os pais. Ambos devem mandar. Não podem sucumbir aos desejos da criança. Criança não quer comer? A mãe não pode alimentá-la. A criança deve aguardar até a próxima refeição que a família fará. A criança não pode alterar as regras da casa. A mãe NÃO PODE interferir nas regras ditadas pelo pai (e nas punições também) e vice-versa. Se o pai determinar que não
haverá um passeio, a mãe não pode interferir. Tem que respeitar sob pena de criar um delinquente.

7. Em casa que tem comida, criança não morre de fome. Se ela quiser comer, saberá a hora. E é o adulto quem tem que dizer QUAL É A HORA de se comer e o que comer.

8. A criança deve ser capaz de explicar aos pais a matéria que estudou e na qual será testada. Não pode simplesmente repetir, decorado. Tem que entender.

9. É preciso transmitir aos filhos a ideia de que temos de produzir o máximo que podemos. Isto porque na vida não podemos aceitar a média exigida pelo colégio: não podemos dar 70% de nós, ou seja, não podemos tirar 7,0.

10. As drogas e a gravidez indesejada estão em alta porque os adolescentes estão em busca de prazer. E o prazer é inconsequente.

11. A gravidez é um sucesso biológico e um fracasso sob o ponto de vista sexual.

12. Maconha não produz efeito só quando é utilizada. Quem está são, mas é dependente, agride a mãe para poder sair de casa, para fazer uso da droga. A mãe deve, então, virar as costas e não aceitar as agressões. Não pode ficar discutindo e tentando dissuadi-lo da ideia. Tem que dizer que não conversará com ele e pronto. Deve "abandoná-lo".

13. A mãe é incompetente para "abandonar" o filho. Se soubesse fazê-lo, o filho a respeitaria. Como sabe que a mãe está sempre ali, não a respeita.

14. Se o pai ficar nervoso porque o filho aprontou alguma coisa, não deve alterar a voz. Deve dizer que está nervoso e, por isso, não quer discussão até ficar calmo. A calmaria, deve o pai dizer, virá em 2, 3, 4 dias. Enquanto isso, o videogame, as saídas, ficarão suspensas, até ele se acalmar e aplicar o devido castigo.

15. Se o filho não aprendeu ganhando, tem que aprender perdendo.

16. Não pode prometer presente pelo sucesso que é sua obrigação. Tirar nota boa é obrigação. Não xingar avós é obrigação. Ser polido é obrigação. Passar no vestibular é obrigação. Se ganhou o carro após o vestibular, ele o perderá se for mal na faculdade.

17. Quem educa filho é pai e mãe. Avós não podem interferir na educação do neto, de maneira alguma. Jamais. Não é cabível palpite. Nunca.

18. Se a mãe engolir sapos do filho, ele pensará que a sociedade terá que engolir também.

19. Videogames são um perigo: os pais têm que explicar como é a realidade, mostrar que na vida real não existem "vidas", e sim uma única vida. Não dá para morrer e reencarnar. Não dá para apostar tudo, apertar o botão e zerar a dívida.

20. Professor tem que ser líder. Inspirar liderança. Não pode apenas bater cartão.

21. Pais e mães não podem se valer do filho por uma inabilidade que eles tenham. "Filho, digite isso aqui pra mim porque não sei lidar com o computador." Pais têm que saber usar o Skype, pois no mundo em que a ligação é gratuita pelo Skype, é inconcebível pagarem para falar com o filho que mora longe.

22. O erro mais frequente na educação do filho é colocá-lo no topo da casa. O filho não pode ser a razão de viver de um casal. O filho é um dos elementos. O casal tem que deixá-lo, no máximo, no mesmo nível que eles. A sociedade pagará o preço quando alguém é educado achando-se o centro do universo.

23. Filhos drogados são aqueles que sempre estiveram no topo da família.

24. Cair na conversa do filho é criar um marginal. Filho não pode dar palpite em coisa de adulto. Se ele quiser opinar sobre qual deve ser a geladeira, terá que mostrar qual é o consumo (KWh) da que ele indicar. Se quiser dizer como deve ser a nova casa, tem que dizer quanto isso (seus supostos luxos) incrementará o gasto final.

25. Dinheiro "a rodo" para o filho é prejudicial. Mesmo que os pais o tenham, precisam controlar e ensinar a gastar.

Frase: "A mãe (ou o pai) que leva o filho para a igreja, não vai buscá-lo na cadeia."

(UOL Mais)

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

(autor desconhecido)

Suas atitudes, decisões e ações em sala de aula são essenciais para criar um ambiente motivador. Ao responder com a máxima honestidade esse teste, da pedagoga Madza Edmir você vai descobrir se está pondo lenha na fogueira da motivação dos alunos ou despejando nela baldes de água fria.

ATENÇÃO: Selecione, no máximo, duas alternativas em cada item, com exceção do item 4, no qual você poderá escolher todas as alternativas verdadeiras para o seu caso. Ao final, consulte o gabarito, some os pontos que você fez e veja em qual faixa você se encontra.

1 - A aula vai começar. Assinale a frase que melhor traduz o seu estado de espírito.
a -"Será que vou ter forças para sobreviver?"
b - "O primeiro aluno que bancar o engraçadinho na sala de aula vai se ver comigo. Eles querem guerra? Pois vão ter!"
c - "Tomara que seja bem melhor que a anterior."
d - "Preparei um monte de desafios interessantes.. Estou louco(a) para ver como eles vão reagir".

2 - Marque os comentários que mais correspondem ao que você, em geral, sente por seus alunos.
a - "Adoraria se fossem raptados coletivamente por um disco voador."
b - "A maioria é boa, mas alguns não querem nada com nada."
c - "São muito diferentes, fazem coisas que às vezes me emocionam e outras me deixam de cabelos em pé, mas gosto muito de todos eles".
d - "Procuro compreendê-los."

3 - Assinale as afirmações que você poderia fazer , em relação à(s) disciplinas(s) que ensina.
a - "Domino completamente o conteúdo e a metodologia e não preciso aprender mais.
b - " Interesso-me bastante e procuro, no dia a dia, aperfeiçoar o domínio do conteúdo e da metodologia.
c - "Muitas vezes preciso ensinar coisas que estão no livro, mas não me interessam e não sei ao certo para que servem na vida real ."

4 - Assinale todas as afirmações que você poderia fazer em relação às suas atitudes durante as aulas.
a - Procuro estimular os alunos a questionar as minhas idéias.
b - Estou sempre disposto(a) a ajudar.
c - Tenho dificuldades em criar um ambiente descontraído.
d - Faço com que os alunos compreendam que errar faz parte da aprendizagem.
e - Não costumo aceitar decisões da classe.
f - Antes de dar a minha opinião, escuto as dos alunos.
g - Na maior parte do tempo, a palavra está comigo. Raramente faço perguntas, desafio os alunos com problemas ou os estimulo a agir.

5 - O que você sabe sobre os seus alunos ?
a - O nome dos que mais se destacam.
b - Características gerais, como nível sócio-econômico e cultural das famílias.
c - Seus principais interesses, sonhos e preocupações.

6 - Um(a) colega conta que, antes de iniciar a aula, reserva alguns minutos para uma "roda da conversa", para que os alunos tenham a oportunidade de contar alguma novidade, comentar uma notícia, dizer como estão se sentindo e planejar com o(a) professor(a ) o que vão fazer . Você...
a - …pensa : "Quanta perda de tempo! Desse jeito ele(a) nunca vai vencer o conteúdo".
b - ...pergunta: "E como você utiliza, na sua aula, as informações que os alunos trazem para essa roda da conversa?".
c - ...avalia os resultados obtidos pelo colega e pensa se pode aplicar a idéia também.

7 - Você vai começar a trabalhar um novo tema com os alunos. Como procede?
a - Explico o assunto da forma mais clara possível.
b - Faço perguntas para descobrir o que os alunos já sabem sobre o assunto.
c - Procuro relacionar o assunto com a vida cotidiana e com os interesses da turma.

8 - Assinale o tipo de estratégia que você usa mais freqüentemente em sala de aula.
a - Exposições orais, cópias e ditados.
b - Trabalhos em grupo e estudos do meio.
c - Projetos que encorajam os alunos a resolver problemas reais, a fazer algo que seja interessante para eles, utilizando os conhecimentos adquiridos.

9 - Ao entrar na sala, você percebe que o ambiente está sujo e muito bagunçado. Que atitude toma?
a - Nenhuma. O importante é começar a aula o quanto antes.
b - Chama alguém da diretoria para ver o estado deplorável da sala e tomar providências.
c - Pergunta aos alunos o que aconteceu e, depois de ouvi-los, convida-os a, junto com você, rapidamente organizar o espaço antes de iniciar a aula.

10 - Assinale os recursos que estão à disposição dos alunos e que você utiliza regularmente.
a - Quadro negro e giz.
b - "Cantinhos" com materiais relativos a diferentes áreas do conhecimento, computador, oportunidades de participar de excursões, visitas a museus, teatros…
c - Livros, dicionários, jornais e revistas.

11 - Você utiliza os resultados das avaliações
a - …verificando quais alunos estão com desempenho abaixo da média e providenciando medidas de recuperação.
b - …elogiando os melhores alunos e deixando bem claro aos demais o quanto são incapazes.
c - …mostrando o quanto os alunos avançaram e convidando cada um a comparar os resultados que obteve com as metas que havia estabelecido para si mesmo.

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RESPOSTAS:
1) a-0 b-0 c-1 d-2
2) a-0 b-0 c-2 d-1
3) a-0 b-1 c-0
4) a-1 b-1 c-0 d-1 e-0 f-1 g-0
5) a-0 b-1 c-2
6) a-0 b-1 c-2
7) a-0 b-1 c-2
8) a-0 b-1 c-2
9) a-0 b-1 c-2
10) a-0 b-2 c-1
11) a-1 b-0 c-2

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Menos de 13 pontos
Água Gelada: Alerta vermelho! A desmotivação está colocando em perigo sua realização pessoal e a aprendizagem dos alunos

Entre 14 e 21 pontos
Vento na Fogueira: Você faz o possível para estar atento(a) às necessidades dos alunos e apresentar a eles objetivos e tarefas que lhes permitam satisfazê-las.

Mais de 21 pontos
Gasolina Pura: Parabéns! Você adora o que faz, e seus alunos estão descobrindo o prazer de nunca perder a motivação de aprender.


Motivação é a chave para ensinar a importância do estudo na vida de cada um de nós. (por Luciana Zenti)

(...) Embora todos os educadores saibam a importância da educação para o desenvolvimento do ser humano, fazer com que crianças e adolescentes compreendam isso é certamente mais difícil. Mas está longe de ser impossível. Ao contrário. Experiências de sucesso têm como base uma palavra-chave: motivação.

"Não se pode esperar que todos os alunos queiram estudar e se interessem, pois muitos acham a escola chata e a freqüentam por obrigação", afirma Antonio Santos, professor de Psicologia Educacional da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (USP).

A indisciplina excessiva, a falta de interesse constante e a apatia dos estudantes são, sim, um problema enorme. E é preciso muita disposição para superá-las. Infelizmente, não existe uma receita mágica para transformar as aulas em foco de atração, mas com sensibilidade e energia para enfrentar o desafio você pode conquistar seus alunos, ganhar tempo e, o que é melhor, trabalhar com mais prazer.

Nesse aspecto, os especialistas são unânimes: é fundamental mostrar que estudar também é divertido. "Não existe aluno sem solução. De um jeito ou de outro se descobre algo de que ele goste", diz Olgair Gomes Garcia, professora de Didática da PUC-SP e coordenadora pedagógica da rede municipal de ensino de São Paulo. "O profissional atento valoriza o estudante quando ele participa e, assim, consegue trazê-lo para o grupo."

Como explica Olgair, a maior dificuldade é planejar a aula de forma a interessar a todos. "Cada jovem traz em si características muito diferentes. Por isso é tão complicado criar um clima de aprendizagem", destaca. Isso acontece porque a motivação não é apenas algo natural, mas depende de fatores externos.

Na linguagem dos especialistas, há uma divisão entre a motivação intrínseca — quando o próprio conteúdo basta para gerar um interesse — e a extrínseca — quando se recorre a elogios, notas ou prêmios. "As pesquisas mostram que quanto mais idade o aluno tem mais se torna imprescindível a motivação intrínseca", explica Antonio Santos. Para trabalhar essa motivação, o mais importante é estimular o progresso do grupo e criar um ambiente agradável em sala. "O estudante precisa perceber que o que ele faz é valorizado. Para a sua auto-estima isso é essencial."

Segundo Santos, o aluno é naturalmente motivado para tudo aquilo que esteja ligado ao momento de vida pelo qual está passando. Ocorre que muitos professores planejam as atividades apenas de acordo com seu ponto de vista, sem definir os desafios a partir da perspectiva da classe. "Uma boa dica é inverter os papéis. Se o educador descobrir o que a classe quer, com certeza vai atrair sua atenção", ensina.

Dicas:

Estabeleça metas individuais. Isso permite que os alunos desenvolvam seu próprio critério de sucesso.
Emoções positivas melhoram a motivação. Se você pode tornar alguma coisa engraçada ou emocionante, sua turma tende a aprender muito mais.
Demonstre por meio de suas ações que o aprendizado pode ser agradável.
Desperte na criança o desejo de aprender.
Dê atenção. Mostre ao aluno que você se importa com o progresso dele. Ser indiferente a uma criança é um poderoso desmotivador.
Negocie regras para o desenvolvimento do trabalho.
Mostre como o conteúdo pode ser aplicado na vida real.
Explique sempre os objetivos da atividade.
Em vez de recriminar respostas ou atitudes erradas, reconheça o trabalho bem-feito.
Sempre que possível ofereça opções de atividades.
Seja flexível ao ensinar. Apresente exemplos para estimular a reflexão.
Use recursos visuais, como desenhos, fotos, gráficos, objetos.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Marcos Tuler

INTRODUÇÃO

A Pedagogia de Projetos surgiu no início do século passado com o americano John Dewey. Este renomado educador, baseou-se na concepção de que a “educação é um processo de vida e não uma preparação para a vida futura”. Em outras palavras, a escola deve representar a vida prática, presente, do cotidiano.
No âmbito da educação cristã, os ensinamentos bíblicos ministrados na ED têm de sair do campo teórico para o prático, ou seja, os conteúdos de ensino devem despertar nos alunos motivação para mudança de comportamento. O professor precisa estar ciente de que todo o ensinamento bíblico ministrado na ED está, naturalmente, carregado de realidade e senso prático: “Ponham em prática o que vocês receberam e aprenderam de mim, tanto as minhas palavras como as minhas ações…” (Fp 4.9 ARA).

O que é Pedagogia de Projetos
Pedagogia de Projetos pode ser definida como um método no qual a classe se ocupa em atividades proveitosas e com propósitos definidos. Em outras palavras, é o ensino através da experiência. Este método coloca o aluno em contato com algum projeto concreto em que esteja interessado e em que planeje o empreendimento, colha as informações, e finalmente, leve a efeito os seus planos.
É necessário que o projeto vise um propósito real, e tenha valor prático para o ensino. Na Escola Dominical, o método de projetos assume um aspecto extracurricular, isto é, não é feito totalmente dentro do período de aula. Muitos trabalhos são iniciados em casa e concluídos na sala de aula.

Considerações importantes
No trabalho com projetos o próprio aluno constrói o conhecimento. O professor apenas propõe situações de ensino baseadas nas descobertas espontâneas e significativas dos alunos.
Com o trabalho de projetos, aprender deixa de ser um simples ato de memorização e ensinar não significa mais repassar conteúdos prontos. Aprende-se participando, vivenciando sentimentos, tomando atitudes diante dos fatos, escolhendo procedimentos para atingir determinados objetivos. Ensina-se não só pelas respostas dadas, mas principalmente pelas experiências proporcionadas, pelos problemas criados, pela ação desencadeada.

Objetivos
Em virtude de as atividades educativas serem elaboradas por alunos e professores, um dos principais objetivos da Pedagogia de Projetos é promover a integração e a cooperação entre docentes e discentes em sala de aula.
Os projetos devem visar também a resolução de algum problema ou algum empreendimento que esteja em harmonia com os interesses dos alunos, e relacionados às suas próprias experiências.

Principais características

Uma das principais características de um trabalho educativo realizado por projetos é a intencionalidade. Todo projeto deve ser orientado por objetivos claros e bem definidos. O que pretendo com a realização deste trabalho? Quais resultados posso esperar? Em que sentido meus alunos serão modificados?
A flexibilidade é outra característica importante. O planejamento de trabalho deve ser flexível, de modo que o tempo e as condições para desenvolvê-lo sejam sempre reavaliados em função dos objetivos inicialmente propostos, dos recursos à disposição do grupo e das circunstâncias que envolvem o projeto.
A originalidade do projeto demonstra que cada grupo é único, isto é, possui características próprias. Seus participantes têm ritmos e estilos diferentes. Portanto, o trabalho de um grupo não deve ser comparado com o de outro ou contestado. A resolução do problema proposto pelo projeto de trabalho, se dará em função das experiências e expectativas dos componentes de cada grupo. O projeto de trabalho deve se desenvolver apoiado na realidade de cada grupo.

Mudanças de paradigmas necessárias ao trabalho com projetos

O que precisa ser modificado numa proposta de ensino voltada para projetos?

1. O conceito e a metodologia de ensino.
a) Ensinar não é somente transmitir conhecimentos. Ensinar não é somente transferir conhecimento de uma cabeça a outra, não é somente comunicar. Ensinar é fazer pensar, é estimular para a identificação e resolução de problemas, é ajudar a criar novos hábitos de pensamento e ação.

b) O ensino deve ser centrado no aluno e não no professor ou conteúdo. O ensino centrado no aluno tem por objetivo criar condições favoráveis que facilitem a aprendizagem e liberar a capacidade de auto-aprendizagem do aluno, visando o seu desenvolvimento intelectual e emocional.

c) O ensino deve ser participativo e não unilateral. O aluno participa ativamente do processo ensino-aprendizagem, em vez de comportar-se passivamente como receptáculo do conhecimento alheio.

d) O ensino deve visar o contato do aluno direto com a realidade. A maioria dos professores utiliza-se da preleção (exposição oral) para ministrar suas aulas: explanações, informações, definições, enumerações, comentários, tudo transmitido oralmente. O professor precisa evitar o excesso de verbalismo em suas aulas. Precisa mostrar aos alunos os elementos relacionados às palavras a que se referem. O professor deve trabalhar com recursos didáticos visuais e audiovisuais: ilustrações, cartazes, gráficos, fotos, desenhos, figuras, gravuras, mapas, objetos, materiais tridimensionais etc.

O professor não deve apenas narrar um fato para que se chegue aos ouvidos, mas representá-lo graficamente para que se imprima na imaginação por intermédio dos olhos.

2. O tratamento do conteúdo de ensino.
a) O conteúdo dever ser contextualizado; aplicado à realidade dos alunos. Os ensinamentos bíblicos ministrados na ED têm de sair do campo teórico para o prático, ou seja, os conteúdos de ensino devem despertar nos alunos motivação para mudança de comportamento. Nenhum educador cristão deverá limitar-se ao conteúdo de uma matéria de ensino disposta em livro ou revista didática. Antes, deve ele em sua prática docente, considerar suas próprias experiências de vida como singular fonte de material útil ao bom êxito do ensino. Os livros que o professor lê, as pessoas com quem tem contato diariamente e cada experiência pessoal poderão constituir excelentes materiais para auxiliá-lo na suprema tarefa de esclarecer a Palavra de Deus a seus alunos.
Apesar de o material didático especializado ser de suma importância, nunca deverá o mestre desperdiçar a oportunidade de enriquecer suas aulas com sua prática de vida.

b) As informações devem ser transformadas em conhecimento. O professor não deve valoriza-las excessivamente.
Com o advento da globalização, a informação e o conhecimento estão à disposição de todos. Hoje uma pessoa pode ter acesso num só dia a um número equivalente de informações que um sujeito teria a vida inteira na Idade Média. A massa de conhecimento da humanidade que hoje dobra a cada dois anos, dobrará a cada 80 dias nos próximos 10 a quinze anos.
É quase impossível para o professor da classe de Escola Dominical competir com seus alunos, principalmente os jovens, em termos de quantidade de informação. Isto em função de os jovens passarem a maior parte do tempo conectados à Internet. O que fazer?
Os professores deverão ajudá-los a selecionarem e priorizarem as melhores informações para transformá-las em conhecimento útil às suas vidas em todas as áreas.

3. O conceito de aprender
Até o séc. XVI aprender era memorizar. A partir do séc. XVII Comenius considerou que aprender implica: compreender, memorizar e aplicar. Atualmente sabe-se que aprender é um processo lento, gradual e complexo. Envolve mudança de comportamento.
“Fixar, compreender e exprimir verbalmente um conhecimento não é tê-lo aprendido. Aprender significa ganhar um modo de agir”. (Anísio Teixeira)
O processo de ensinar tem como conseqüência obrigatória, o processo de aprender. Se o professor ensinou e o aluno não aprendeu, não houve verdadeiro ensino.

Planejamento
Quais atividades serão propostas? De quais materiais e ferramentas irão precisar? Quanto vai custar? Quais disciplinas serão envolvidas? Como conduzirá o projeto? Quantas aulas disporá para executá-lo? Quais estratégias usará para manter seus alunos interessados?
Os participantes deverão conhecer antecipadamente todas as etapas do trabalho. Deve-se considerar a quantidade de pessoas envolvidas, os recursos disponíveis, a metodologia utilizada, as fases e o prazo de execução (cronograma), os critérios de avaliação etc.
É imprescindível que a elaboração do planejamento seja realizada coletivamente pelos participantes.

No planejamento o professor deverá fazer aos alunos o seguinte questionamento:

O que? – Sobre o que falaremos/pesquisaremos? O que faremos neste projeto?

Por que? – Por que estaremos tratando deste tema? Quais são os objetivos?

Como? – Como realizaremos este projeto? Como operacionalizaremos? Como poderemos dividir as atividades entre os membros do grupo? Como apresentaremos o projeto?

Quando? – Quando realizaremos as etapas planejadas?

Quem? – Quem realizará cada uma das atividades? Quem se responsabilizará pelo
que?

Recursos? – Quais serão os recursos – materiais e humanos – necessários para a execução do projeto?

Etapas de um projeto

. Escolher o tema

· Planejar e organizar as ações (divisão dos grupos, definição dos assuntos a serem pesquisados, objetivos, recursos, procedimentos e delimitação do tempo de duração)

· Partilhar periodicamente os resultados obtidos ao longo da execução do trabalho

· Estabelecer com o grupo os critérios de avaliação

. Avaliar cada etapa do trabalho, realizando os ajustes necessários

· Fazer o fechamento do projeto

A escolha do tema

O tema poderá ser escolhido pelo professor, por um aluno ou em comum acordo com a classe. O importante é que ele seja de interesse de todos os que nele estarão trabalhando. Exemplos de temas: Vocação, drogas, sexualidade, temas bíblicos, teológicos, comportamento social etc.
Pode-se trabalhar com um único tema para todos os grupos, ou com um único tema onde cada equipe trabalha com uma particularidade, ou ainda com diversos temas.
É necessário que alguns questionamentos sejam feitos na escolha do tema: Até que ponto ele vai despertar e manter a atenção dos seus alunos? Quanto contribuirá para ampliar o conhecimento deles? Quais as vantagens e desvantagens de escolher este ou aquele tema?

Os objetivos
O que você pretende alcançar com este projeto? O que gostaria que seus alunos aprendessem com ele?

Problematização
Nesse momento os alunos irão expressar suas idéias, conhecimentos e questões sobre o tema escolhido. Neste momento, suas experiências, saberes e história de vida deverão ser bastante valorizados.

Pesquisa e produção
Nesta fase é fundamental a atuação do professor no acompanhamento da execução do trabalho. Suas intervenções devem levar os alunos a confrontarem suas idéias, informações e conhecimentos com outras visões de mundo, ou seja, outras maneiras de ver e analisar o problema que deu origem ao projeto. A diversidade de visões traz maior riqueza às discussões e o seu confronto favorece o exercício da autonomia e da responsabilidade do aluno sobre sua própria aprendizagem.
O professor poderá contribuir com o trabalho, trazendo para a sala de aula diferentes fontes de informações tais como: jornais, revistas, livros, documentos, textos colhidos na Internet, organogramas, mapas etc., tudo de acordo com a proposta do trabalho.
O trabalho deverá integrar-se com ações pedagógicas tais como: visita a bibliotecas, entrevistas com pessoas da comunidade, vinda de pessoas de outros lugares para trocar idéias e experiências sobre o tema em questão.

Na hora de formalizar o projeto oriente-se pelo seguinte esquema:

· Turma a que se destina (faixa etária)

· Duração

· Justificativa (por que escolheu o tema)

· Objetivos

· Conteúdos trabalhados (disciplinas e assuntos que serão abordados)

· Estratégias/procedimentos (como alcançar os objetivos)

· Material necessário (relacione os recursos necessários)

· Avaliação (como pretende avaliar os alunos)

Avaliação
A avaliação da ação pedagógica deve contar com a participação de todos os envolvidos, tendo sempre um olhar direcionado aos objetivos propostos e aos papéis desempenhados.
O professor, ao acompanhar o desenvolvimento do Projeto, pode não só avaliar sua atuação, como também ser avaliado pelos alunos.
A avaliação do aluno deverá ocorrer durante todo o processo e servir como parâmetro para o replanejamento das atividades em novos projetos. O próprio aluno pode se auto-avaliar considerando sua atuação e desenvolvimento no processo educativo.

Conclusão
Apesar de definidas as etapas de desenvolvimento de um Projeto de Trabalho, elas têm de ser consideradas como parte de um processo contínuo, sujeito a mudanças e recontextualizações de acordo com as necessidades que surgem no grupo durante a sua execução: jamais poderão ser reduzidas a uma lista de objetivos e etapas estanques a serem seguidas passo a passo. O planejamento deve ser suficientemente flexível para incorporar as modificações que se façam necessárias no decorrer de seu desenvolvimento.
Os conteúdos, as habilidades, a criatividade, por serem trabalhados em um contexto que dá a eles significado, são construídos de forma que os alunos não os vêem como compartimentos fechados do conhecimento, utilizáveis apenas na situação discutida em sala de aula. Ao contrário, essa metodologia possibilita aos educandos estabelecer relações em outras situações a partir do conhecimento apreendido, habilidade extremamente necessária e valorizada na sociedade atual.
Em sua prática docente, o professor de Escola Dominical cônscio de suas responsabilidades, deve preocupar-se não apenas em ampliar o cabedal teórico de seus alunos, mas em orientá-los quanto à necessidade de traduzirem seus conhecimentos em ação dinâmica e eficaz. A pedagogia de projetos é uma excelente aliada do professor no cumprimento desse propósito.

do Blog Ensino Dominical

segunda-feira, 18 de outubro de 2010


1) Vivenciando a história bíblica


Envolver as crianças em uma história interativa para que respondam com gestos quando a palavra for mencionada:


Palavras
Ações
Deus
apontam para cima
Espias
tapam os ouvidos
Calebe/Josué
polegares para cima
Frutos/uvas/leite/mel
esfregam o estômago


Se a classe for grande, escolher 12 crianças para serem “espias”. Vesti-las com roupas dos tempos bíblicos e pedir-lhes que caminhem com o cacho de “uvas” e alguns figos e romãs no momento certo da história.
Para fazer um cachão de uvas, utilize bexigas roxas. Amarre-o num cabo de vassoura para colocar no ombro dos espias.
As demais crianças participam da história interativa.
O povo hebreu tinha alcançado as fronteiras de Canaã e se preocupava com muitas perguntas.

Como era a Terra Prometida?
E as pessoas como seriam?
Eram muitas ou poucas?
Fortes ou fracas?
Em que espécie de cidades elas moravam?
Como era o solo do país? O que se produzia ali?

Assim, Deus [apontar para cima] disse a Moisés que escolhesse um líder de cada tribo para explorar a terra. “Escolher” as doze crianças vestidas de espias.] “Vejam como é a terra”, lhes disse Moisés, “e se esforcem para trazer alguns frutos [esfregar o estômago] de lá. (As dozes crianças partem.]

Os líderes ficaram fora quarenta dias. Os israelitas devem ter ficado emocionados quando viram os homens retornando ao acampamento. [Os “espias” entram na sala com um grande cacho de “uvas” e alguns figos e romãs.] para fazer um cachão de uvas, utilize bexigas roxas. O povo se apressa em saudar os exploradores. Tão logo a multidão se aquieta, os homens começam a falar.

“A terra flui leite e mel [esfregar o estômago]”, eles relataram. [Ditas crianças que carregam o cacho de “uvas”.] “Aqui estão os frutos.” [Esfregar o estômago.] Eles mostraram aos israelitas o cacho de uvas [esfregar o estômago], tão grande que foram precisos dois homens para carregá-lo! [Neste momento, pedir que algumas outras crianças levantem as romãs e figos.] E eles também tinham romãs e figos! Os israelitas ficaram muito entusiasmados. Era justamente o que eles esperavam ouvir.
“Mas”, os espias [tampar os ouvidos continuaram, “o povo que mora lá é muito poderoso, e as cidades são muito fortes, e muito grandes.”
“O quê?!”, Calebe [polegares para cima] não podia crer no que ouvia! O que os outros espias [polegares para baixo 1 estavam dizendo? Calebe [polegares para cima] tinha sido um dos exploradores! Ele havia visto a terra por si mesmo, e sabia que Deus [apontar para cima] daria a terra a eles. “Nós devemos ir e tomar posse da terra”, ele rapidamente encorajou. “Com certeza podemos fazer isso!”

Mas os dez espias polegares para baixo] rapidamente começaram a argumentar com ele:
“Nós não podemos atacar essa gente. Eles são gigantes! São mais fortes do que nós! Em comparação com eles, nós parecemos gafanhotos.”
Dentro de pouco tempo, o desencorajamento tomou conta do acampamento e as pessoas começaram a chorar.
“Teria sido melhor morrer no Egito do que aqui no deserto!”, lamentava o povo. “Vamos voltar para o Egito!”
Moisés e Arão se prostraram, com o rosto em terra. Calebe [polegares para cinza] e um dos outros exploradores, Josué, [polegares para cima 1 rasgaram suas roupas em frustração e ergueram as mãos, pedindo silêncio. “A terra é excelente!’, argumentaram eles. “Deus [apontar para cima] a dará a nós. Não tenham medo das pessoas dali, nós as venceremos. Deus [apontar para cima] está conosco. Não tenhamos medo deles.”
Mas a multidão não quis ouvir Calebe e Josué [polegares para cima]. O povo ficou cada vez mais exaltado. Um murmúrio começou a elevar através da multidão. “vamos apedrejá-los!”, eles gritavam, apontando para Moisés e Arão, Calebe e Josué polegares para cinza]. “Joguem pedras neles! Joguem pedras neles! Joguem pedras neles!”
Naquele momento, uma luz brilhante apareceu sobre o tabernáculo, a tenda do Senhor. As pessoas se afastaram, temerosas, tremendo e tapando os olhos com as mãos.
Então, o Senhor falou: “Como este povo ainda recusa crerem Mim, a despeito dos milagres e sinais que tenho feito a favor dele? Nenhum dos adultos que viram os milagres que realizei no Egito e no deserto verá a Terra Prometida. Eles morrerão no deserto. Mas a seus filhos, Eu lhes darei a alegria de entrar na terra que os pais rejeitaram.”
Deus [apontar para cima] poupou Calebe e Josué [polegares para cima] porque eles encorajaram o povo a seguir ao Senhor.

Analisando
Quantos exploradores ou espias havia? (12) Por que dez dos espias temeram apossar-se da terra? (Eles não confiavam em Deus.) Por que Calebe e Josué estavam certos de que poderiam conquistar a terra? (Eles sabiam que Deus os ajudaria.) O que Deus pensava daqueles que espalharam desencorajamento? (Ele sabia que eles não estavam prontos para entrar na Terra Prometida.) O que acontece quando pessoas espalham desencorajamento? (Eu também começo ficar desencorajado.) Quão importante é ser um encorajador? (É muito importante.) Vamos ler Hebreus 10:25, parte central, e depois vamos dizer juntos nossa mensagem: ENCORAJAMOS UNS AOS OUTROS A SEGUIR AO SENHOR.



 2) Os Doze espias



1- Objetivo: Ensinar às crianças que devemos confiar em Deus e não ter medo de nada, Ele é a nossa proteção!

2- Quebra-Gelo: Você tem medo de alguma coisa? Do que? Líder, depois que as crianças responderem, peça para dizerem o versículo, e quando vier o medo elas deverão falar este versículo, declará-lo com fé.

3- Versículo para Memorizar: “O Senhor é o meu auxílio, não temerei; que me poderá fazer o homem?” Hebreus 13:6

4- Leitura da Bíblia: Números 13 e 14

5- Mensagem: O SENHOR Deus disse a Moisés: Mande alguns homens para espionar a terra de Canaã, a terra que eu vou dar aos israelitas. Separe o líder de cada uma das doze tribos do povo de Israel. Quando Moisés os mandou espionar a terra de Canaã, disse a esses homens o seguinte: — Vejam se o povo que mora nela é forte ou fraco, se são poucos ou muitos. Vejam se a terra onde esse povo mora é boa ou ruim. Tenham coragem e tragam algumas frutas da terra . Eles subiram pela região sul e foram até Hebrom. Passados 40 dias, voltaram para o deserto, onde estavam Moisés, Arão e todo o povo de Israel. Da terra que foram espiar cortaram e trouxeram um cacho de uvas, que dois homens carregaram pendurado numa vara. Eles pegaram também romãs e figos. E contaram a eles e a todo o povo o que tinham visto. Eles disseram a Moisés: — Nós fomos até a terra aonde você nos enviou. De fato, ela é boa e rica, como se pode ver por estas frutas. Mas os que moram lá são fortes, e as cidades são muito grandes e têm muralhas. Não podemos atacar aquela gente, pois é mais forte do que nós. Também vimos ali gigantes, os descendentes de Anaque. Perto deles, nós nos sentíamos tão pequenos como gafanhotos; e, para eles, também parecíamos gafanhotos. Mas Calebe os fez calar e disse: Vamos atacar agora e conquistar a terra deles; nós somos fortes e vamos conseguir isso! Mas o povo começou a reclamar contra Moisés:— Seria melhor se tivéssemos morrido no Egito ou mesmo neste deserto! Por que será que o SENHOR Deus nos trouxe para esta terra. Seria bem melhor voltarmos para o Egito! E Josué, filho de Num, e Calebe, filho de Jefoné, dois dos líderes que haviam espionado a terra, rasgaram as suas roupas em sinal de tristeza e disseram ao povo: — A terra que fomos espionar é muito boa mesmo. Se o SENHOR Deus nos ajudar, ele fará com que entremos nela e nos dará aquela terra, uma terra boa e rica. Porém não sejam rebeldes contra o SENHOR e não tenham medo do povo daquela terra. O SENHOR está com a gente! Por causa da murmuração do povo, Deus disse: nenhum de vocês entrará naquela terra, a não ser Calebe e Josué. Nenhum desses homens viverá para entrar naquela terra. Eles viram a minha glória e os milagres que fiz no Egito e no deserto. Mas não quiseram me obedecer. Quarenta anos vocês vão sofrer por causa dos seus pecados. Na terra prometida entrarão os que tem menos de 20 anos.Os israelitas ficaram tristes ao ouvirem isto e se arrependeram. Disseram a Moisés: Agora estamos prontos para ir até o lugar que o SENHOR nos havia prometido. De fato, nós pecamos. Porém Moisés respondeu: —Não entrem na região montanhosa. O SENHOR não está com vocês, pois vocês o abandonaram, e os seus inimigos vão derrotá-los. Mesmo assim os israelitas teimaram em querer entrar na região montanhosa, mas nem a arca da aliança de Deus, o SENHOR, nem Moisés saíram do acampamento. Então os amalequitas e os cananeus que moravam naquela região montanhosa atacaram, e derrotaram os israelitas, e muitos foram mortos.

6-Aplicação: Deus realizou tantos milagres entre os israelitas, mas eles continuaram murmurando, cheios de medo, não confiando em Deus, por isso morreram antes de entrar na terra prometida, Canaã. Não tenha medo de fazer o que Deus manda. Ele estará contigo e te protegerá! Não tenha medo de falar de Jesus aos seus colegas, não tenha medo de dizer não para quem te mandar fazer coisas erradas. Não tenha medo de repreender o diabo quando ele atacar a sua família, provocando brigas. O Senhor te protegerá e dará coragem para enfrentar o inimigo. Você não é um gafanhoto, é um vencedor, porque o Senhor está contigo em todos os momentos! Vamos repetir o versículo!

7- Exercício de fixação: Brinque de “cobra cega” com as crianças. Coloque as vendas em algumas delas e coloque outras crianças como guias. Ensinar o princípio de que o Senhor nos guia por lugares certos, não devemos temer nenhum mal.

8-Comunhão/ Encerramento

Roteiro das Gravuras: Doze Espias

Números 13 e 14

Gravura 1
O SENHOR Deus disse a Moisés: Mande alguns homens para espionar a terra de Canaã, a terra que eu vou dar aos israelitas. Em cada tribo escolha um homem que seja líder. Moisés escolheu doze espias de acordo com as ordens de Deus: um líder de cada uma das doze tribos do povo de Israel.




Gravura 2
Quando Moisés os mandou espionar a terra de Canaã, disse a esses homens o seguinte: — Vão pela região sul e subam pelas montanhas. Vejam bem que terra é essa. Vejam também se o povo que mora nela é forte ou fraco, se são poucos ou muitos.
Vejam se a terra onde esse povo mora é boa ou ruim, se as suas cidades têm muralhas ou não.
Examinem também a qualidade da terra, se é boa para plantar ou não. Vejam se há matas. Tenham coragem e tragam algumas frutas da terra (Estava na época da primeira colheita de uvas.).

Gravura 3
Assim, os homens saíram e espionaram a terra desde o deserto de Zim até Reobe, perto da subida de Hamate.
Eles subiram pela região sul e foram até Hebrom. Ali viviam descendentes de uma raça de gigantes chamados anaquins.



Gravura 4

Eles voltaram a Cades, no deserto de Parã, onde estavam Moisés, Arão e todo o povo de Israel.
Da terra que foram espiar cortaram e trouxeram um cacho de uvas, que dois homens carregaram pendurado numa vara. Eles pegaram também romãs e figos
E contaram a eles e a todo o povo o que tinham visto e mostraram as frutas que haviam trazido da terra.

Gravura 5
Eles disseram a Moisés: — Nós fomos até a terra aonde você nos enviou. De fato, ela é boa e rica, como se pode ver por estas frutas.





Gravura 6
Mas os que moram lá são fortes, e as cidades são muito grandes e têm muralhas. Além disso, vimos ali os descendentes dos gigantes. Não podemos atacar aquela gente, pois é mais forte do que nós.
Assim, por causa do medo, espalharam notícias falsas entre os israelitas a respeito da terra que haviam espionado. Eles disseram: — Aquela terra não produz o suficiente nem para alimentar os seus moradores. E os homens que vimos lá são muito altos.
Também vimos ali gigantes, os descendentes de Anaque. Perto deles nós nos sentíamos tão pequenos como gafanhotos; e, para eles, também parecíamos gafanhotos.
Mas Calebe os fez calar e disse: — Vamos atacar agora e conquistar a terra deles; nós somos fortes e vamos conseguir isso!

Gravura 7
Aí o povo começou a reclamar contra Moisés:— Seria melhor se tivéssemos morrido no Egito ou mesmo neste deserto!
Por que será que o SENHOR Deus nos trouxe para esta terra? Nós vamos ser mortos na guerra, e as nossas mulheres e os nossos filhos vão ser presos. Seria bem melhor voltarmos para o Egito!
E diziam uns aos outros: — Vamos escolher outro líder e voltemos para o Egito!

Gravura 8
E Josué, filho de Num, e Calebe, filho de Jefoné, dois dos líderes que haviam espionado a terra, rasgaram as suas roupas em sinal de tristeza e disseram ao povo: — A terra que fomos espionar é muito boa mesmo.
Se o SENHOR Deus nos ajudar, ele fará com que entremos nela e nos dará aquela terra, uma terra boa e rica.
Porém não sejam rebeldes contra o SENHOR e não tenham medo do povo daquela terra. Nós os venceremos com facilidade. O SENHOR está com a gente e derrotou os deuses que os protegiam. Portanto, não tenham medo.
Por causa da murmuração do povo, Deus disse: nenhum de vocês entrará naquela terra, a não ser Calebe, filho de Jefoné, e Josué, filho de Num. Nenhum desses homens viverá para entrar naquela terra. Eles viram a minha glória e os milagres que fiz no Egito e no deserto. Mas não quiseram me obedecer
Quarenta anos vocês vão sofrer por causa dos seus pecados, conforme os quarenta dias que os espias espionaram a terra, um ano para cada dia. Na terra prometida entrará os que tem menos de 20 anos.
Os israelitas ficaram tristes ao ouvirem isto e se arrependeram. Disseram a Moisés: Agora estamos prontos para ir até o lugar que o SENHOR nos havia prometido. De fato, nós pecamos.

Gravura 9
Porém Moisés respondeu: — Então por que vocês estão querendo desobedecer à ordem de Deus, o SENHOR? Isso não vai dar certo. Não entrem na região montanhosa. O SENHOR não está com vocês, e os seus inimigos vão derrotá-los.
Os amalequitas e os cananeus estão ali para enfrentá-los e matá-los na batalha. O SENHOR não estará com vocês, pois vocês o abandonaram.
Mesmo assim os israelitas teimaram em querer entrar na região montanhosa, mas nem a arca da aliança de Deus, o SENHOR, nem Moisés saíram do acampamento.

Gravura 10
Então os amalequitas e os cananeus que moravam naquela região montanhosa atacaram, e derrotaram os israelitas, e muitos foram mortos.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009


Um erro freqüente que vivenciamos na escola bíblica é a dicotomia entre teoria e prática. Por muito tempo se tem dito (incoerentemente, é verdade) que nossos professores falham porque desenvolvem aulas "teóricas", significando com isso que os alunos da EBD não se engajam em atividades práticas. Será?
Convém apresentar neste artigo, para esclarecermos a situação-problema de nossas atividades educativas na EBD, (1) o significado de aula teórica (ou melhor, o processo de teorização); (2) o significado de aula prática (que não é somente o momento de aplicar o que foi aprendido previamente pela aula teórica) e (3) mostrar a relação orgânica teoria-prática que deve reger nossos empreendimentos educacionais na escola bíblica dominical.

O processo de teorização na EBD

Uma aula teórica na EBD é aquela em que todos os alunos são convidados a uma reflexão própria sobre um problema comum, com ajuda das ferramentas da pesquisa científica. Para subsidiar este conhecimento advindo das ciências bíblicas como a hermenêutica (ciência da interpretação), a história (principalmente, a do povo de Israel – AT e do primeiro século – NT), a lingüística (que esclarece para o estudioso da Bíblia o significado das palavras originais: em hebraico e grego), por exemplo, a Escola Bíblica Dominical faz uso de uma revista, que por sua vez é um comentário de um texto bíblico.
A revista deve ser instrumento de auxílio e não o instrumento de ensino. A aula teórica deve partir da situação-problema enfocada no estudo em pauta. É o caso, por exemplo, na lição de 4 de janeiro da revista Atitude, destinada aos jovens, que tem por título UMA DIFÍCIL CHAMADA. Em vez de ensinar de modo descritivo sobre a chamada do profeta Oséias, o professor deveria levar o aluno a encarar as seguintes questões (situações-problema): O que dá legitimidade à minha relação com Deus? Como devo melhorar a qualidade de minha relação com Deus? Ao fazer isto, o professor instiga a curiosidade dos alunos, leva-os a pensar e a buscar soluções.
É interessante notar, a esta altura, que o processo de teorização não elimina necessariamente a possibilidade do trabalho prático. A aula teórica deve ser planejada para conseguir a participação ativa dos alunos. A fim de exemplificar esta afirmação, por que não pedir aos alunos que formulem um questionário, contendo possíveis respostas às questões principais da reflexão teórica proposta? Há muitas outras técnicas de pesquisa que podem servir a este propósito: biblioteca, dados estatísticos, correspondência, debates, discussões etc.
O próximo passo seria pedir que eles apresentem os resultados, comparando-os com a LIÇÃO EM FOCO (seção da revista em que o aluno se vê diante da aplicação prática do estudo). É nesse momento que os alunos organizam suas descobertas e demonstram o domínio dos conteúdos propostos pela aula. Os resultados, porém, devem levar a classe de volta ao processo de teorização, num ciclo educativo, pela formulação de novas questões (situações-problema).

Planejando a aula prática
O conceito de aula prática que se tem difundido envolve dois aspectos: fazer coisas e aplicar o que foi aprendido. Pode-se afirmar, entretanto, que estes aspectos acabam por reduzir a abrangência proposta por este processo de ensino.
Uma aula pode ser chamada ‘prática’ quando os alunos são levados ao contato direto com a realidade. Infere-se daí que ela não tem fundamentalmente que vir após a problematização (reflexão, teorização), podendo antecipá-la.
Para servir de exemplo, usemos a lição 2, de 11 de janeiro, da revista Atitude, UMA CONTENDA COM DEUS, que apresenta o texto bíblico de Oséias 4 a 6. O tema do estudo focaliza a indignação divina contra o pecado do povo, especificamente, pela desobediência aos mandamentos divinos contra a prática da idolatria.
O professor poderia começar com a seguinte atividade: Dividir a turma em equipes. Entregar a cada equipe massa de modelar e pedir que construam um ídolo. O professor, então, organizaria sua aula teórica para mostrar os resultados da prática da idolatria na vida da nação. Seria importante, também, perguntar aos alunos por que deram aquele formato específico ao seu ídolo? O que esperavam dele? Na aplicação, toda a classe chegaria à conclusão que há necessidades espirituais a serem preenchidas na vida de cada ser humano e, não oferecendo a Deus a oportunidade de preencher este vazio, surge a ocasião para o ídolo, o substituto para Deus.

A relação orgânica teoria-prática
Teoria e prática são partes do mesmo processo de ensino-aprendizagem. Não devemos teorizar sem levar os alunos a viver experiências práticas que modifiquem sua percepção de mundo. Devemos fazer com que os contatos dos alunos com a realidade provoquem questionamentos que devem ser respondidos no processo de teorização.
Não seria fantástico fazer com que nossas escolas bíblicas superassem a dicotomia teoria x prática e tivéssemos aulas que promovessem a interação destes elementos essenciais da aprendizagem?
Então, mãos à obra!

Davi Freitas de Carvalho
é pastor da PIB da Fazenda Botafogo, RJ,
e membro do corpo editorial da Juerp

terça-feira, 8 de setembro de 2009



Publicado originalmente no site da Revista Superinteressante.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

sábado, 8 de agosto de 2009




· Tamanho do texto grande e visível a uma boa distância da tela (2 metros).
· O texto deve ser escrito a tamanho 24 e o título a 44 (aproximadamente).
· O tipo de letra adequado para ser visto com nitidez é o Arial ou Verdana.
· Deve-se utilizar poucas cores e não demasiados tipos de letra.
· Utilizar a regra de 6 x 7, ou seja até 6 linhas por diapositivo e 7 palavras por linhas.
· O texto não deve ser muito comprido, ou seja, não deve ter nem muitos detalhes, mas sim simples e curto.
· O espaçamento entre linhas deve ser de 1,5 cm.
· As tabelas e os gráficos devem ter espaço com tamanho adequado e com fundos simples.
· Não se devem usar muitas imagens no mesmo slide, pois pode distrair.
· Deve-se usar efeitos sonoros apenas para quando é necessário
· Não usar o excesso de maiúsculas e de itálico e sublinhados
· Cor para chamar a atenção mas só uma!
· E espaçamento é importante, não muito pequeno!
· Utilizar numeração para listas ordenadas
· Se não for uma lista ordenada deve-se utilizar marcas
· Utilizar cores de letras claras e fundo escuro e vice-versa
· Cor com muito contraste!!!!!
· Tamanho de imagem conforme a sua capacidade de tamanho.
· Os conteúdos deve aparecer a medida que vamos falando
· Evitar demasiada informação num só click – chamada uma apresentação progressiva.

As 5 mais lidas

Jan Amos Komenský

Jan Amos Komenský
Comenius
  1. Jan Amos Komenský, foi um bispo protestante da Igreja Moraviana, educador, cientista e escritor checo. Como pedagogo, é considerado o fundador da didática moderna. Wikipédia